<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217</id><updated>2012-01-21T18:42:38.859-02:00</updated><title type='text'>CINE DEMA(I)S</title><subtitle type='html'>GUIA DE FILMES . GUIA DE FILMES . GUIA DE FILMES . GUIA DE FILMES . GUIA DE FILMES . GUIA DE FILMES</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>195</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5437856029006284981</id><published>2008-09-12T16:11:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:17:59.116-02:00</updated><title type='text'>"Olho de boi"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLh5qmmC7VI/AAAAAAAAAko/kUwWFWrCCsA/s1600-h/olhodeboi4.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240071939267161426" src="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLh5qmmC7VI/AAAAAAAAAko/kUwWFWrCCsA/s320/olhodeboi4.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Olho de boi, 2007 - Hermano Penna)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por mais que as referências a “Édipo Rei”, de Sófocles, sejam gritantes, são o sertão e os sertanejos de Guimarães Rosa que estão no campo de visão do “Olho de boi”, do diretor Hermano Penna. O filme começa com o comunicado de uma revelação. Vemos a cena refletida no olhar de um bovino confinado. Corte para o animal entrando no corredor que o levará ao abate. O nervosismo do bicho parece revelar o conhecimento da sua sina, que ele encara com bravura, seguindo em frente, ao invés de empacar. Novo corte. Homem desce a marreta. Entra o som de um mugido, que se funde com o de uma trovoada. Escuridão na tela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A seqüência seguinte já mostra dois vaqueiros cortando a noite sob uma chuva torrencial e buscando abrigo numa igreja abandonada. É ali, sob os escombros do que um dia foi um altar, que os homens começam a falar de fé, verdade, traição, mágoa, vingança e morte. Ainda que o cinema inteiro queira ouvir os detalhes da tal revelação anunciada nos primeiros minutos, é dos sentimentos, pesares, medos e (des)crenças de cada um que ficamos sabendo. Quanto mais eles conversam, mais o universo de Rosa nos vem à cabeça. A cena tem uma fotografia maravilhosa (e é um dos destaques do longa), revelando pouco a pouco os detalhes do ambiente, na medida exata em que os personagens vão acendo lamparinas e velas e jogando luz sobre seus pensamentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A câmera quase não se move: é importante registrar o olhar daqueles homens, a contração dos músculos faciais, as dores que as explosões de vozes e sentenças expõem. Aos poucos, o público fica sabendo quem eles são: Modesto e Cirineu, padrinho e afilhado, traído e delator, ateu e temente, igualmente cegos por causa das angústias que carregam. Enquanto um tateia os móveis e imagens do templo, o outro desfia suas mágoas. “Inimigo não trai, fica à espreita, esperando a hora. Só amigo trai”, diz Modesto. “Traição é morte que humilha”, completa. O vermezinho da vingança corroendo as entranhas de um homem desesperado, de um marido desconsolado. A infidelidade da esposa (Angelina Muniz) e a deslealdade do irmão (Cacá Amaral) comprimem seu coração e provocam uma tempestade de palavras que ora saem aos gritos,ora sussurradas. Dali até o momento da tocaia que deve por fim à vida do traidor, muitas confissões, de parte a parte, vão humilhar e provocar os dois vaqueiros. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLh5j502V0I/AAAAAAAAAkg/v74GTq39CVw/s1600-h/olhodeboi5.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240071824170440514" src="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLh5j502V0I/AAAAAAAAAkg/v74GTq39CVw/s320/olhodeboi5.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;“Olho de boi” é um filme curto (72 minutos apenas), com elenco pequeno e pouquíssimos cenários. No entanto, as palavras são infinitas, os diálogos ininterruptos, as emoções crescentes e o resultado grandioso. É quase teatro. Os conflitos que vão atiçando os ânimos daqueles sertanejos acabam revelando-se mais intrigantes do que o desfecho daquela longa noite de espera. Sem falar que, aqui e ali (e por isso há que se assistir ao filme atento a todos os detalhes), são lançadas pistas sobre o que está por acontecer. Como na cena em que Cirineu é instigado pelo padrinho a falar alguma coisa para a imagem do Cristo com os olhos raspados que jaz na casa de Deus que lhes serve de abrigo . Suas (poucas) palavras têm endereço mais específico do que se imagina então. O fato é que, como o boi do início do filme, aqueles dois homens seguem resolutos no seu caminho de desvario e vingança. Ainda que em alguns momentos, as incertezas e a proximidade da morte queiram esfriar os ânimos, eles vão até o fim. Porque se a cruz que Modesto tem de carregar até o alvorecer é pesada, como confirmam seus lamentos, ela também é do afilhado, que está ali - como o Cirineu bíblico - para ajudar a levá-la. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas apesar de todo o mérito do roteiro (merecidamente premiado no Festival de Gramado), essa história não faria sentido sem a atuação de dois atores fabulosos. Genézio de Barros e Gustavo Machado (que também levou seu Kikito de Ouro) são os intérpretes perfeitos para encher de vida o texto primoroso do roteirista Marcos Cesana. Eles mergulham de tal maneira nos personagens, que as falas, resmungos e filosofices brejeiras soam absolutamente espontâneas e verdadeiras, como se Modesto e Cirineu existissem, fossem de carne-e-osso. Outro acerto é a concepção da trilha sonora, assinada pelo Duofel, formado pelos violonistas Fernando Melo e Luiz Bueno, que estão na estrada há mais de 30 anos e já percorreram todo o interior do país (sozinhos e acompanhando músicos como Zé Geraldo e Tetê Espíndola). Com um trabalho assim, consolidado e repleto da riqueza e diversidade cultural brasileira, compor as canções que embalam essa vendeta foi muito natural. Depois de assistirem ao filme com o diretor e o montador, eles gravaram as músicas ao vivo, como na época do cinema mudo, à medida em que iam vendo as cenas, praticamente sem edição, reforçando a atemporalidade e a indefinição espacial da trama.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5437856029006284981?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5437856029006284981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5437856029006284981&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5437856029006284981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5437856029006284981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/09/olho-de-boi.html' title='&quot;Olho de boi&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLh5qmmC7VI/AAAAAAAAAko/kUwWFWrCCsA/s72-c/olhodeboi4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7646505342439047883</id><published>2008-09-05T19:05:00.002-03:00</published><updated>2011-02-11T10:18:18.783-02:00</updated><title type='text'>"Encarnação do demônio"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLhzUzy5qSI/AAAAAAAAAkY/yRbJONr1hME/s1600-h/encarna%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240064967783852322" src="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLhzUzy5qSI/AAAAAAAAAkY/yRbJONr1hME/s320/encarna%C3%A7%C3%A3o.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Encarnação do demônio, 2008 - José Mojica Marins)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A trilogia do Zé do Caixão, célebre personagem (e alter-ego) de José Mojica Marins, começou em 1964, com “&lt;a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4146"&gt;À meia-noite levarei sua alma&lt;/a&gt;”. Três anos mais tarde, ele lançou “&lt;a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4358"&gt;Esta noite encarnarei no teu cadáver&lt;/a&gt;”. Depois de 40 anos, a parte final chega ao grande público, respaldada pelo sucesso que as antecessoras conquistaram. Porque se já considerada trash, hoje a filmografia de Mojica é cult(uada) no mundo todo. Assim, “Encarnação do demônio” vem com o desafio de dar continuidade a uma saga consagrada. E não deixa a desejar! Está nesse terceiro filme, tudo o que se espera de uma produção de Coffin Joe (como o diretor é conhecido internacionalmente): mulheres nuas, sadismo, bichos escrotos, mortes horripilantes e muito sangue. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para justificar a demora entre as duas últimas partes dessa tríade cinematográfica, o roteiro já aponta uma resposta. A história começa com Josefel Zanatas, nome de batismo (?) do Zé do Caixão, sendo libertado, depois de quatro décadas atrás das grades. Aliás, essa sequência é exemplar: a cólera e os gritos do delegado (Luís Mello, o Satanás de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/auto-da-compadecida/auto-da-compadecida.asp"&gt;O auto da compadecida&lt;/a&gt;”), misturados ao aparente medo dos seus subalternos e ao jogo de luz-e-sombra ao longo do corredor que leva até o prisioneiro, criam o suspense perfeito para que o sanguinário coveiro entre em cena de forma magistral, na penumbra, de capa e cartola pretas. Fica claro, nessa (re)introdução do personagem, que ele continua temido, forte e mais determinado do que nunca a encontrar a mulher perfeita para gerar seu filho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fora da penitenciária, o maníaco das unhas grandes dá de cara com a realidade infernal do cotidiano brasileiro, aqui representada pela periferia da cidade de São Paulo: policiais despreparados, medo, insegurança, prostituição, extermínio de menores e outras mazelas. Ajudado por seu fiel servidor, o corcunda Bruno (Rui Resende), ele logo começa a arquitetar seus planos e rituais. Só que os vizinhos não vêem com bons olhos sua presença. E ao bater de frente com os métodos questionáveis de justiça da Polícia, Zé do Caixão chama para si a truculência de dois membros da corporação (Jece Valadão, em seu último trabalho, e Adriano Stuart). Para completar, aparece ainda um frade (Milhem Cortaz, de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/nossa-vida-nao-cabe-num-opala/nossa-vida-nao-cabe-num-opala.asp"&gt;Nossa vida não cabe num Opala&lt;/a&gt;”) que, por motivos muito pessoais, promete pôr fim à vida do autor daquelas atrocidades diabólicas. Está armado o festival de perseguições, torturas, sexo e sangue que encherá a tela até o último fotograma.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLhzLPtP20I/AAAAAAAAAkQ/IPUiwazpQ5U/s1600-h/encarna%C3%83%C2%A7ao2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240064803477642050" src="http://2.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLhzLPtP20I/AAAAAAAAAkQ/IPUiwazpQ5U/s320/encarna%C3%A7ao2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;Talvez o terror de Mojica não choque nem meta medo como fazia antigamente. Sem querer fazer comparações, mas as cenas com insetos e pessoas penduradas por ganchos presos à pele já foram repetidas à exaustão em longas recentes como “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/jogos-mortais/jogos-mortais.asp"&gt;Jogos mortais&lt;/a&gt; (I, II, III e IV)” e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/massacre-da-serra-eletrica-2003/massacre-da-serra-eletrica-2003.asp"&gt;O massacre da serra elétrica&lt;/a&gt;”. No entanto, há outros momentos em “Encarnação...” que atestam a vitalidade do diretor, como aquela cena no purgatório, com a participação para lá de especial do teatrólogo Zé Celso Martinez Corrêa. Ou ainda a das vítimas (em preto-e-branco) que voltam para atormentar a mente do Zé do Caixão: além do contraste com o vermelho vivo que escorre em tantos enquadramentos, a presença desses personagens são uma espécie de reverência à trajetória do diretor. Sem dúvida alguma, uma sacada de mestre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o filme não é repleto de efeitos especiais, como poderia se esperar de uma produção brasileira de quase 2 milhões de reais, foi decisão do próprio Mojica, por respeito às características e particularidades da sua obra. Mas quando eles aparecem, vêm para somar, como na chuva de sangue dentro de um barracão. Aliás, é inegável que “Encarnação...” impressiona muito pelas suas qualidades técnicas. E nesse quesito é indiscutível o grau de realismo que a belíssima fotografia de José Roberto Eliezer traz para a trama. Pontos também para a montagem de Paulo Sacramento - que dá agilidade e ritmo, elementos aqui indispensáveis para a história emplacar - e para a trilha sonora impactante assinada pelo Abujamra e o Márcio Nigro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, tem uma coisa que ficou a desejar: a busca da fêmea ideal para a procriação e propagação da herança do sangue demoníaco pedia mais atitude, digamos, sexual do Zé do Caixão, que se mostra muito passivo em todas as tomadas de acasalamento. Seria esse o desafio para os 72 anos do ator? Porque o diretor continua em forma: “Encarnação do demônio” foi convidado para participar da mostra “Hours Concours” da 65ª edição do prestigiado Festival Internacional de Arte Cinematográfica de Veneza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7646505342439047883?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7646505342439047883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7646505342439047883&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7646505342439047883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7646505342439047883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/09/encarnao-do-demnio.html' title='&quot;Encarnação do demônio&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLhzUzy5qSI/AAAAAAAAAkY/yRbJONr1hME/s72-c/encarna%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1597121345989874394</id><published>2008-08-29T12:04:00.005-03:00</published><updated>2011-02-11T10:18:36.268-02:00</updated><title type='text'>"Quando estou amando"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLgREuUTSfI/AAAAAAAAAkI/ndfkOZKGLT8/s1600-h/quandoestouamando.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239956939295902194" src="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLgREuUTSfI/AAAAAAAAAkI/ndfkOZKGLT8/s320/quandoestouamando.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Quand j'éstais chanteur, 2006 - Xavier Giannoli)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É impressionante a produtividade de Gérard Depardieu. Só para se ter uma idéia do quanto esse ator trabalha, ele está envolvido atualmente, segundo dados do IMDb, em &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000367/"&gt;12 projetos,&lt;/a&gt; entre as fases de pré-produção e finalização. Pena que o que chega a estrear nas salas brasileiras seja tão pouco, ficando muitas vezes restrito a blockbusters como “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/102-dalmatas/102-dalmatas.asp"&gt;102 dálmatas&lt;/a&gt;” (2000) ou comédias (de gosto duvidoso) como “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/ferias-da-minha-vida/ferias-da-minha-vida.asp"&gt;As férias da minha vida&lt;/a&gt;” (2006) e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/rrrrrrr/rrrrrrr.asp"&gt;RRRrrr!!! Na idade da pedra&lt;/a&gt;” (2004). Ainda assim, nos últimos dois anos, foi possível vê-lo em um dos curtas do ótimo “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/paris-eu-te-amo/paris-eu-te-amo.asp"&gt;Paris, te amo&lt;/a&gt;” (2006), em que ele também ataca de co-diretor, e no bom “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/piaf/piaf.asp"&gt;Piaf – Um hino ao amor&lt;/a&gt;”, numa ponta como o empresário que descobriu Edith. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Quando estou amando”, em cartaz no Brasil, é um outro exemplo do belo trabalho desse francês que tem mais de uma centena de filmes no currículo, com trabalhos magníficos como “&lt;a href="http://www.interfilmes.com/filme_19321_1900.de.Bertolucci-(Novecento.1900).html"&gt;1900&lt;/a&gt;” (Bernardo Bertolucci, 1976), “&lt;a href="http://melhoresfilmes.com.br/filmes/meu-tio-na-america"&gt;Meu tio da América&lt;/a&gt;” (Alain Resnais, 1980), “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/danton/danton.asp"&gt;Danton - O processo da revolução&lt;/a&gt;” (Andrzej Wajda, 1983), “&lt;a href="http://melhoresfilmes.com.br/filmes/jean-de-florette"&gt;Jean de Florette&lt;/a&gt;” (Claude Berri, 1986), “&lt;a href="http://www.interfilmes.com/filme_17725_Camille.Claudel-(Camille.Claudel).html"&gt;Camille Claudel&lt;/a&gt;” (Bruno Nuytten, 1988), “&lt;a href="http://melhoresfilmes.com.br/filmes/linda-demais-para-voce"&gt;Linda demais para você&lt;/a&gt;” (Bertrand Blier, 1989) e “&lt;a href="http://www.interfilmes.com/filme_17907_Cyrano-(Cyrano.de.Bergerac).html"&gt;Cyrano de Bergerac&lt;/a&gt;” (Jean-Paul Rappeneau, 1990), pelo qual foi indicado ao Oscar de melhor ator. Falar tanto de Depardieu no início dessa matéria se justifica: a sua presença tem tudo a ver com a graça e o encanto que embalam o público nesse novo trabalho. Claro que a beleza e o talento da atriz Cécile De France (“&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/lugar-na-plateia/lugar-na-plateia.asp"&gt;Um lugar na platéia&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/albergue-espanhol/albergue-espanhol.htm"&gt;O albergue espanhol&lt;/a&gt;”) também ajudam muito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLgQ8QUkj3I/AAAAAAAAAkA/Wqr_LsrG_K8/s1600-h/qdoestouamando468.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239956793805016946" src="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLgQ8QUkj3I/AAAAAAAAAkA/Wqr_LsrG_K8/s320/qdoestouamando468.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; Alain Morreau (Depardieu) é um famoso cantor de bailes, muito conhecido nas casas de shows do interior da França, freqüentadas por velhos corações solitários. Apesar disso, a carreira está em curva descendente, tanto que a presença de jovens nos salões é festejada como sinal de renovação. E é exatamente a visão da deslumbrante Marion (De France) que vai sacudir a vida dele, mais pessoal do que profissionalmente falando. Ela está ali acompanhando o chefe e amigo Bruno (Mathieu Amalric, de “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/o-escafandro-e-borboleta.html"&gt;O escafandro e a borboleta&lt;/a&gt;”). Encantado por Marion, o cantor parte para a conquista. Resistente a princípio, a jovem acaba descobrindo no velho astro da música francesa, um companheiro para as desilusões e amarguras que ela vem vivendo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estabelece-se entre os dois uma relação cordial, ainda que Alain – um eterno sedutor – esteja a fim de algo mais intenso. Para mantê-la por perto, ele contrata seus serviços como corretora de imóveis, embora fique claro que um novo lar não é uma necessidade real. Na verdade, o coração do músico é a casa que ele quer ver habitada e decorada novamente. O filme não entra em detalhes sobre os motivos do fim do casamento de Marion, mas mostra as dores e as seqüelas que a ruptura deixou. Não demora muito para que o cantor perceba que essa instabilidade emocional da moça, cuja relação com o filho de seis anos tem prioridade sob todas as coisas, é um empecilho praticamente intransponível para a aproximação que ele procura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A atuação de Depardieu é tão segura, intensa e convincente, que não causa estranheza em momento algum que seu personagem, velho, gordo e decadente, consiga envolver a bela Marion. Não bastasse isso, o ator ainda canta boa parte da trilha sonora que resgata clássicos absolutos da música popular francesa, sucessos de Serge Gainsbourg, Charles Aznavour, Michel Delpech, Jean-Michel Rivat e Christophe, dentre outros. Preste atenção na seqüência em que Bruno pede que Alain cante uma música lenta para dançar com Marion. A mistura de ciúme e dor expressa no olhar do cantor é o exemplo perfeito de como construir um grande personagem e uma cena igualmente memorável: a canção escolhida é uma versão de “Save the last dance for me”, dos norte-americanos Doc Pomus e Mort Shuman. Sem sombra de dúvida, Depardieu encontrou em Alain Moreau e Cécile De France, o papel e a atriz perfeitos para dar vazão ao seu inquestionável e imensurável talento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1597121345989874394?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1597121345989874394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1597121345989874394&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1597121345989874394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1597121345989874394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/08/quando-estou-amando.html' title='&quot;Quando estou amando&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SLgREuUTSfI/AAAAAAAAAkI/ndfkOZKGLT8/s72-c/quandoestouamando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5396192162386988127</id><published>2008-08-22T13:03:00.009-03:00</published><updated>2011-02-11T10:18:58.126-02:00</updated><title type='text'>"Lemon tree"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SK7mKNW0niI/AAAAAAAAAio/aX6guPzWn9s/s1600-h/fotochamadalemontree.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237376479736929826" src="http://1.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SK7mKNW0niI/AAAAAAAAAio/aX6guPzWn9s/s320/fotochamadalemontree.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;O eterno conflito entre israelenses e palestinos já rendeu filmes fortes e tocantes, como o documentário “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/promessas-de-um-novo-mundo.html"&gt;Promessas de um mundo novo&lt;/a&gt;”, de 2001, em que o assunto é tratado a partir do ponto de vista de sete crianças. Ou “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/04/paradise-now.html"&gt;Paradise now&lt;/a&gt;”, de 2005, com dois homens-bombas sendo questionados sobre os significados e conseqüências de um novo atentado suicida. “Lemon tree” discute a questão novamente, dessa vez a partir de um incidente inusitado (baseado em fato real) e sob a perspectiva feminina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Salma Zidane (Hiam Abbass) é uma viúva palestina e vive da venda das conservas de limão que produz em casa. Os frutos são colhidos no próprio pomar, plantado pelo pai há mais de 50 anos. O problema é que o limoal também fica ao lado da mansão do ministro da Defesa de Israel, seu mais novo vizinho, e o Serviço Secreto decide que os limoeiros devem ser arrancados por questão de segurança. O terreno é considerado perigoso, podendo servir de esconderijo para ataques terroristas. Mas a coisa ganha vulto quando Salma resolve entrar na justiça para garantir a permanência das árvores que simbolizam sua subsistência e suas raízes. Para a empreitada, ela consegue o apoio do jovem advogado Ziad (Ali Suliman) e está disposta a ir até o fim pelos seus direitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237374423908011378" src="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SK7kSizAzXI/AAAAAAAAAiQ/PhHrtlggW_4/s320/lemontree2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eran Riklis (“&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/noiva-siria/noiva-siria.asp"&gt;A noiva síria&lt;/a&gt;”, 2004) poderia ter feito um filme focado (apenas) na questão política, com a batalha judicial representando o enfrentamento das nações rivais. Mas ainda bem que ele foi mais longe. Além da personagem central, o roteiro - assinado pelo diretor e por Suha Arraf - nos entrega outra figura forte e relevante: Mira Navon, a esposa do ministro israelense, interpretada com propriedade pela estreante (e que estréia!) Rona Lipaz-Michael. Sem trocar uma palavra (até por causa da barreira da língua: uma fala hebraico e a outra, árabe), seus olhares - através da cerca que separa suas casas e vidas - falam de cumplicidade e entendimento. Apesar de estarem em lados e situações opostas, elas são mulheres e têm muito em comum: ambas estão longe dos filhos, carregam carências afetivas e vivem sob o mesmo jugo machista. E é esse viés sociocultural que concede grandeza a “Lemon tree”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há uma infinidade de contrastes nesses dois universos femininos (como existe também entre os povos que as duas mulheres representam). Uma vive cercada de luxo e segurança (guarda-costas, câmeras e guaritas), à sombra do marido poderoso e sua única preocupação é com a festa de inauguração da mansão ao lado do pomar da discórdia. Já a outra mora sozinha num casebre simples, sem nenhum conforto e tem de dar um duro danado para complementar, com as compotas de limão, a ajuda de US$ 150 que um dos filhos lhe envia dos Estados Unidos. Ainda assim, entre elas se estabelece um clima de afinidade e respeito. E se dependesse das duas, as arestas seriam aparadas de maneira mais simples e cordial. Como na cena em que Salma vira bicho ao ver soldados israelenses colhendo seus limões sem que ela fosse consultada. A viúva considera aquela invasão um ultraje e Mira a compreende, devolvendo-lhe um sensato pedido de desculpas.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237374774469372690" src="http://2.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SK7km8vWqxI/AAAAAAAAAiY/n7Xq2wuMiGo/s320/foto+textolemontree.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Analisando com calma, há razões pertinentes nas atitudes de ambos os lados dos limoeiros. No entanto, é curioso (e sintomático do abismo entre judeus e palestinos) que os vizinhos se enfrentem nos tribunais sem nunca terem conversado sobre o impasse que os aflige. Parece assim que, ao retratar o pomar como uma metáfora da disputa de terra que se arrasta há mais de dois séculos, “Lemon tree” levanta a bandeira de que a intransigência e a falta de diálogo só podem levar ao caos. E a seqüência final é exemplar: terreno de discórdias não dá frutos e a felicidade não pode florescer num lugar tão estéril. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tempo: a escolha do elenco foi muita acertada. Da protagonista aos coadjuvantes, o que vemos são atuações comoventes, convincentes e arrebatadoras. Com uma turma assim, fica impossível não mergulhar nessa história de interesses, intolerância e solidão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5396192162386988127?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5396192162386988127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5396192162386988127&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5396192162386988127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5396192162386988127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/08/lemon-tree.html' title='&quot;Lemon tree&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SK7mKNW0niI/AAAAAAAAAio/aX6guPzWn9s/s72-c/fotochamadalemontree.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-8780582201159420412</id><published>2008-08-15T15:00:00.007-03:00</published><updated>2011-02-11T10:19:17.042-02:00</updated><title type='text'>"Era uma vez..."</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SKXJB1RjkrI/AAAAAAAAAgI/HXtEHhHWsfI/s1600-h/fotochamadaeraumavez04.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234811175205835442" src="http://2.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SKXJB1RjkrI/AAAAAAAAAgI/HXtEHhHWsfI/s320/fotochamadaeraumavez04.JPG" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Era uma vez..., 2008 - Breno Silveira)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia de fazer um filme que explorasse os contrastes sociais do Rio de Janeiro nasceu em 1987, quando Breno Silveira era o câmera do documentário “&lt;a href="http://www.tvebrasil.com.br/cadernosdecinema/arquivos/arq_040919.asp"&gt;Santa Marta: Duas semanas no morro&lt;/a&gt;”, de Eduardo Coutinho. Ele então quis comprar os direitos de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/cidade-de-deus/cidade-de-deus.asp"&gt;Cidade de Deus&lt;/a&gt;”, mas Paulo Lins já os havia vendido para Fernando Meirelles. Breno sugeriu ao autor que escrevesse uma outra história. Alguns anos depois, surgia o embrião de “Era uma vez...”, uma versão mais dura e violenta do que a que chegou às telas há duas semanas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era para ter sido a estréia de Breno Silveira na direção de um longa-metragem, mas a história de amor entre um garato sangue-bom do Morro do Cantagalo e uma patricinha da Avenida Vieira Souto, explorando a desigualdade social como obstáculo à união do casal, não entusiasmou os produtores e o diretor acabou debutando nas telonas com a biografia da dupla sertaneja Zezé di Camargo &amp;amp; Luciano, um estrondoso sucesso de bilheteria, o maior público pós-retomada do cinema nacional (1994), com mais de 5 milhões de espectadores. Esse número quebrou as resistências iniciais e abriu os cofres para que “Era uma vez...” saísse do papel. No entanto, repetir (ou ultrapassar) as marcas do primeiro filme será uma façanha. E a disputa começou com desvantagem para esse Romeu-e-Julieta carioca, que estreou em apenas 89 salas, contra as 351 à epoca do lançamento de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/2-filhos-de-francisco/2-filhos-de-francisco.asp"&gt;2 filhos de Francisco&lt;/a&gt;”.&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234810981228929474" src="http://4.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SKXI2ip24cI/AAAAAAAAAgA/9nLnHxgwZrk/s320/era-uma-vez08.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dé (Thiago Martins) é um morador do morro que trabalha num quiosque de cachorro-quente em Ipanema, localizado exatamente na frente do edifício em que mora Nina (Vitória Frate), por quem é platonicamente apaixonado, apesar dele ser invisível para a moça. Uma desilusão amorosa daqui, um certo atrevimento dali e os dois ficam juntos. Se o amor parece ser suficiente para transpor o abismo sociocultural que os separa, as diferenças apontam para o precipício. Um acordo entre traficantes e policiais corruptos expõe o flanco da triste e tão conhecida realidade brasileira e coloca os pombinhos numa arapuca. Só há chance de escapatória para os dois se a intolerância e o preconceito forem vencidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além da violência, da pobreza, do tráfico e da corrupção, os rumos do romance de Dé e Nina também são influenciados por outras histórias de amor: a dos três irmãos, a da mãe favelada e o filho trabalhador, a do pai viúvo e a filha única. É essa teia de sentimentos que humaniza os personagens, não deixando que os rótulos de mocinho e vilão grudem definitivamente em qualquer um deles: o bem e o mal estão em todo mundo e fazem um rodízio à medida que os conflitos vão surgindo. Com certeza, esse é um dos grandes trunfos do roteiro, que consegue emocionar em muitos momentos, intercalando as belezas e as mazelas do Rio e traçando um panorama cruel e comum a qualquer metrópole do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há como negar que a atuação de Thiago Martins é a alma do filme. Seu personagem convence em todas as cenas, indo da delicadeza à ira com a mesma segurança. Isso prova que o jovem ator - que segue morando numa favela e é integrante do grupo “Nós do Morro” - estava certo ao batalhar pelo papel que o diretor se negava a entregar a ele, por considerá-lo galã demais (para quem não se lembra, ele participou de novelas globais como “Belíssima” e “Da cor do pecado”). Se o problema era esse, Thiago foi para o quarto teste de cabelo raspado, com a pele tostada de sol, a cara cheia de espinhas e deu no que deu. Bendita persistência! Outro destaque do elenco é Cyria Coentro. Com larga experiência no teatro e participação em novelas e minisséries, a atriz surpreende ao criar uma mãe que faz de tudo para manter os filhos no bom caminho, impregnando de verdade seu silêncio, suas explosões, seu amor e seu desespero.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SKXF4WVwHmI/AAAAAAAAAf4/7LWDBmXvG2k/s1600-h/eraumavez07.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234807713748229730" src="http://1.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SKXF4WVwHmI/AAAAAAAAAf4/7LWDBmXvG2k/s320/eraumavez07.JPG" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;Além de realçar as emoções, a música de “Era uma vez...” revela mais sobre a vida e os sentimentos do seu personagem central. Assim, para mostrar o universo de Dé, o filme começa com “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=moGm4M2AE4c"&gt;Vide Gal&lt;/a&gt;”, do baiano Carlinhos Brown, na voz da carioquíssima Mart’nália (“&lt;em&gt;Se tenho fome, como logo o Pão de Açúcar / Urro no Morro da Urca / Se quero abraço, tenho o Cristo para me abraçar&lt;/em&gt;”). Num momento romântico de um baile funk, Claudinha e Bochecha cantam “Fico assim sem você”, uma declaração de amor que poderia perfeitamente sair dos lábios do enamorado Dé (“&lt;em&gt;Neném sem chupeta / Romeu sem Julieta / Sou eu assim sem você&lt;/em&gt;”). Mas nada supera a inédita “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=eTkXfNt3O2k&amp;amp;feature=related"&gt;Minha rainha&lt;/a&gt;”, escrita por Manacéa, da Velha Guarda da Portela, e interpretada por Luiz Melodia (“&lt;em&gt;Eu sonhei que era rei e você, minha rainha / Quando acordei, verifiquei que você não era minha / Meu coração quase parou de dor / Mas consegui te conquistar, meu grande amor&lt;/em&gt;”). A canção parece ter sido composta para o longa, mas foi uma sugestão de Marisa Monte, retirada dos seus arquivos de pesquisa sobre samba. E durante os créditos finais, ainda é possível ouvir a pungente “Uma palavra”, parceria inédita da cantora com Brown e Arnaldo Antunes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fato das filmagens terem sido realizadas totalmente em locação imprime mais veracidade ao que vemos. O que também pode ser dito sobre os cenários e figurinos, uma vez que a produção contou com a valiosa “consultoria” da comunidade, valendo-se de móveis e roupas dos próprios moradores. E o que dizer da fotografia? As imagens encantadoras de Ipanema feitas a partir das lajes do Cantagalo ilustram muito bem o contraste que o roteiro de Patrícia Andrade quis discutir, além de gerar cenas inesquecíveis, como aquela em que Nina compara as janelas dos barracos do Vidigal a um céu de estrelas ou uma outra em que Dé abre os braços, tendo o Morro Dois Irmãos ao fundo, numa alusão nítida ao Cristo Redentor. Por isso, apesar da fatalidade e do pessimismo reinantes na fábula de Breno Silveira sobre a Cidade Maravilhosa, “Era uma vez...” é, ainda assim, uma declaração de amor ao Rio de Janeiro. Que o digam as reticências do título que, somadas ao “final depois do final”, parecem instigar o povo brasileiro a escrever uma outra história.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-8780582201159420412?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/8780582201159420412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=8780582201159420412&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8780582201159420412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8780582201159420412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/08/era-uma-vez.html' title='&quot;Era uma vez...&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SKXJB1RjkrI/AAAAAAAAAgI/HXtEHhHWsfI/s72-c/fotochamadaeraumavez04.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2152800006890581441</id><published>2008-08-08T16:44:00.008-03:00</published><updated>2011-02-11T10:19:35.273-02:00</updated><title type='text'>"As aventuras de Molière"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SJyi1UXf_xI/AAAAAAAAAec/JZUwuJr7SoQ/s1600-h/moliere02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5232235903981715218" src="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SJyi1UXf_xI/AAAAAAAAAec/JZUwuJr7SoQ/s320/moliere02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Molière, 2007 - Laurent Tirard)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguindo os conceitos do personagem retratado em seu filme, o diretor Laurent Tirard entrega uma comédia deliciosa que arranca risos ao criticar a futilidade dos nobres da corte francesa do século XVII, enquanto enaltece sentimentos e discussões mais relevantes nas entrelinhas. Apoiado ainda nas atuações de um elenco inspirado e na montagem que mantém o ritmo da primeira à última cena, fica fácil entender porque as “As aventuras de Molière” vem seduzindo o público.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para falar desse patrimônio da cultura da França, Tirard optou por fazer um recorte e focar sua narrativa nos 13 anos que antecedem a consagração de Molière, exatamente o período de controvérsias entre seus biógrafos. O filme começa com o personagem em conflito diante das suas peças, por considerar a comédia uma arte menor. Mas logo recua no tempo e mostra sua prisão em função das dívidas contraídas (e não-pagas) para manter o grupo de teatro. Tudo vai mal até a aparição de Monsieur Jourdain, um fidalgo bobalhão (Fabrice Luchini, de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/joelho-de-claire/joelho-de-claire.asp"&gt;O joelho de Claire&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/confidencias-muito-intimas/confidencias-muito-intimas.asp"&gt;Confidências muito íntimas&lt;/a&gt;”) que compra sua liberdade a troco de aulas de interpretação. Sem alternativa, Molière (Romain Duris, de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/albergue-espanhol/albergue-espanhol.asp"&gt;Albergue espanhol&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/em-paris/em-paris.asp"&gt;Em Paris&lt;/a&gt;”) aceita a inglória missão. Ao se embrenhar na casa e na vida da família Jourdain, o comediante vai se deparar com todos os ingredientes que servirão de inspiração para suas encenações futuras, além de encontrar na senhora Jourdain (Laura Morante, de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/quarto-do-filho/quarto-do-filho.asp"&gt;O quarto do filho&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/medos-privados-em-lugares-pblicos.html"&gt;Medos privados em lugares públicos&lt;/a&gt;”) o incentivo para o amadurecimento dos seus escritos.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SJyisa_fQdI/AAAAAAAAAeU/C0oHL4qdrJ4/s1600-h/moliere03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5232235751141229010" src="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SJyisa_fQdI/AAAAAAAAAeU/C0oHL4qdrJ4/s320/moliere03.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SJyisa_fQdI/AAAAAAAAAeU/C0oHL4qdrJ4/s1600-h/moliere03.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Com figurinos e direção de arte primorosos, fica fácil embarcar nessa viagem de sátiras, sendo mais do que justo ressaltar a química avassaladora existente entre os atores Romain Duris, Fabrice Luchini e Laura Morante. Quando dois deles (ou os três) estão juntos em cena, a história ganha seus melhores momentos, com atuações preci(o)sas que, inevitavelmente, provocam gargalhadas e suspiros. Mas, sem sombra de dúvidas, é Luchini o grande destaque do filme. Sua interpretação afetada é perfeita para ridicularizar o personagem que é uma caricatura da burguesia rica e inculta. Romain Duris também surpreende ao construir um Molière no limite entre o palhaço e o gênio.&lt;br /&gt;Mas o sucesso de “As aventuras de Molière” merece um crédito especial: o roteiro de Laurent Tirard e Grégoire Vigneron é primoroso, com diálogos inteligentes, espirituosos e ágeis. Dessa forma, tudo o que vemos é relevante e não dá para tirar os olhos da tela sem correr o risco de perder uma ótima piada, como na cena em que Molière zomba das relações burguesas, imitando os trejeitos do seu fidalgo credor ao ser ludibriado por um membro da nobreza parisiense. E olha que os roteiristas ainda encontraram espaço para subtramas envolvendo amores adolescentes, casamentos arranjados, paixões proibidas, dilemas morais e morte, tudo conduzido com propriedade pela belíssima trilha sonora de Frédéric Talgorn.&lt;br /&gt;Por falar em paixão, não posso terminar esse texto sem dar a devida atenção à caracterização de Laura Morante para Elmire Jourdain. Desde sua primeira aparição, é possível perceber a mistura de sensibilidade, força, inteligência e sensualidade daquela mulher. Ela é a antítese do marido e a musa do escritor incipiente. A admiração que se instala entre eles já na primeira parte do longa é responsável por um momento memorável: a montagem paralela das confissões dos dois diante de um espelho. Uma saída brilhante para viabilizar uma situação impensável devido às posições sociais tão díspares do casal. Ou seria aquela película refletora uma janela para os sonhos que (quase) nunca se realizam?     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2152800006890581441?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2152800006890581441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2152800006890581441&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2152800006890581441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2152800006890581441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/08/as-aventuras-de-molire.html' title='&quot;As aventuras de Molière&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__FG2sXIdZNA/SJyi1UXf_xI/AAAAAAAAAec/JZUwuJr7SoQ/s72-c/moliere02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2696739637622150977</id><published>2008-08-04T18:42:00.006-03:00</published><updated>2011-02-11T10:19:57.717-02:00</updated><title type='text'>"Do outro lado"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJd4Dv5FWtI/AAAAAAAAAeE/wAmvBdhmiFg/s1600-h/do-outro-lado-foto-chamada.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230781498004953810" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJd4Dv5FWtI/AAAAAAAAAeE/wAmvBdhmiFg/s320/do-outro-lado-foto-chamada.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Auf der anderen seite, 2007 - Fatih Akin)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Yeter se prostitui na Alemanha para pagar os estudos da filha Ayten em Istambul. Ameaçada por radicais muçulmanos, deixa as ruas e aceita morar com o cliente Ali, um viúvo turco cujo filho Nejat é professor de literatura numa universidade de Bremen. Nejat vê aquela união com desconfiança, mas decide partir para a Turquia em busca de Ayten, depois de um problema com Yeter e uma briga com o pai. Acontece que Ayten é uma ativista política que protesta contra a corrupção e a desigualdade social em seu país.  Ao ver os companheiros sendo presos, foge para Bremen, onde conhece Lotte, uma estudante alemã de classe média que resolve abrigá-la. Lotte mora com a mãe, Susanne, que não gosta nem um pouco daquele envolvimento da filha ariana com uma desconhecida turca. É essa ciranda de desencontros e diferenças que faz girar a trama de “Do outro lado”, do diretor Fatih Akin, o mesmo de “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/contra-a-parede/contra-a-parede.asp"&gt;Contra a parede&lt;/a&gt;”, ganhador do Urso de Ouro em Berlim em 2004. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio de todas as reviravoltas desse novo filme, Akin (ele próprio, um alemão filho de pais turcos) parece querer falar mesmo sobre a angústia do não-pertencer. Todos os personagens parecem deslocados onde quer que se encontrem: a prostituta gostaria de estar perto da filha,  a militante não aceita a cruel e injusta realidade do seu país, o mestre abandona as aulas em Bremen para cuidar de uma livraria alemã em Istambul, a estudante germânica se manda para a Turquia em conflito com a mãe... Mas é exatamente quando estão à procura do outro que os personagens conseguem encontrar a si mesmos. As cenas que mostram dois caixões no aeroporto de Istambul, sob o mesmo ângulo e em momentos distintos, traduzem com simplicidade e eficiência essa percepção e entendimento do que é estar do outro lado, na pele de outra pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJd36y3ncxI/AAAAAAAAAd8/IXdN2eVFw2s/s1600-h/do-outro-lado-4.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230781344185283346" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJd36y3ncxI/AAAAAAAAAd8/IXdN2eVFw2s/s320/do-outro-lado-4.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;Ao apontar suas lentes para esses sentimentos, o diretor nos entrega um filme comovente, apresentando tipos duros e cruéis sob determinados pontos de vista, mas que nunca são inflexíveis. Assim, é curioso ver como os acontecimentos vão mexendo com seus valores, provocando uma reação que faz abrir os olhos, rever atitudes e resgatar uma essência que parecia perdida. A câmera próxima ao rosto e ao olhar dos atores contribui para que o público enxergue as verdades que estão sendo reveladas e acredite nelas. E é isso o que importa no filme de Akin: as revoluções interiores têm muito mais relevância do que os acontecimentos externos. Prova disso é que dois segmentos do filme ganham títulos que anunciam a morte de personagens que ainda serão apresentados. Anti-clímax? De jeito nenhum. O espectador sabe que a tragédia anunciada irá explodir muitas convicções e  provocar mudanças importantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de ser um filme que emociona ao abordar assuntos como conflito de gerações, solidão na velhice, sonhos frustrados, arrependimentos e reconciliações, “Do outro lado” incomoda ao fazer sua crítica social à intolerância, ao preconceito e à falta de solidariedade, exatamente no momento em que o controle da entrada de imigrantes torna-se mais intenso na União Européia. Mas não pense que Fatih Akin joga a bomba apenas no colo dos alemães. Além dos políticos corruptos, também a justiça turca é criticada no longa. E a conseqüência das intransigências tanto de uns quanto da outra podem ser conferidas numa seqüência importante protagonizada por um grupo de adolescentes turcos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O belo e engenhoso roteiro de “Do outro lado”, assinado pelo diretor e premiado em Cannes em 2007, encontra suporte inestimável na edição de Andrew Bird: os vários dramas se misturam para construir uma história maior e - em muitos momentos, durante a projeção - é possível perceber um detalhe já mostrado anteriormente, o que acaba contextualizando e dando mais significado à nova cena. É assim, por exemplo, que percebemos que a última seqüência do filme é a continuação imediata da primeira cena que vimos. E que tudo o que acontece entre elas serve para justificá-las.  Diga-se de passagem, o desfecho de “Do outro lado” é de uma plasticidade e significado dignos das grandes obras do cinema. De modo que, não teria sido absurdo, se o filme - indicado também à Palma de Ouro no ano passado - tivesse levado o prêmio. Vale dizer ainda que o elenco do longa está afinadíssimo, com destaque para Tuncel Kurtiz (Ali), Nursel Köse (Yeter) e Hanna Schygulla (Susanne), musa de Rainer Werner Fassbinder em “&lt;a href="http://cinema.uol.com.br/dvd/2004/01/01/casamento_de_maria_braun_o_.jhtm"&gt;O casamento de Maria Braun&lt;/a&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2696739637622150977?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2696739637622150977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2696739637622150977&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2696739637622150977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2696739637622150977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/08/do-outro-lado.html' title='&quot;Do outro lado&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJd4Dv5FWtI/AAAAAAAAAeE/wAmvBdhmiFg/s72-c/do-outro-lado-foto-chamada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1491393811931768944</id><published>2008-08-04T09:41:00.012-03:00</published><updated>2011-02-11T10:20:26.170-02:00</updated><title type='text'>Três filmes e seis pequenas histórias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A infância é o alvo de três produções que deixaram as férias mais divertidas para adultos e crianças. Seja pela ingenuidade ou pela magia das situações retratadas, tanto o brasileiro “Pequenas histórias”, de Helvécio Ratton, como os franceses “O balão vermelho” e “O cavalo branco”, de Albert Lamorisse, encantam todos os públicos, arrancando risadas e suspiros ao iluminar as salas com suas belas histórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb8hHBkEkI/AAAAAAAAAd0/CdXOmbLpNqs/s1600-h/pequenas-historias03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230645662988898882" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb8hHBkEkI/AAAAAAAAAd0/CdXOmbLpNqs/s320/pequenas-historias03.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Pequenas histórias, 2008 - Helvécio Ratton)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como o próprio nome indica, “&lt;strong&gt;Pequenas histórias&lt;/strong&gt;” reúne quatro pequenos contos para compor uma colcha de retalhos sobre as lendas e causos brasileiros, costurada por Marieta Severo, subaproveitada como uma narradora que, presa a linhas e bordados, acrescenta pouco à trama. Patrícia Pillar é a sereia da primeira história, que se casa com um pescador, ajudando-o a melhorar de vida (pelo menos enquanto ele cumprir uma promessa feita antes da união). Na sequência, que conta com a participação da ex- Frenéticas Edyr Duqui, temos as desventuras de um coroinha às voltas com as assombrações da Procissão das Almas, numa cidadezinha do interior mineiro. O terceiro segmento traz Paulo José vivendo um Papai Noel que se mete numa encrenca, é procurado pela polícia e encontra num garoto de rua o verdadeiro espírito do Natal. Por fim, o último (e o mais engraçado) episódio tem Gero Camilo vivendo um sujeito cujo nome dispensa apresentações: Zé Burraldo. A cena em que ele participa de uma montagem mambembe de “A Dama das Camélias” é verdadeiramente hilária. Ratton amarra tudo com um humor simples e ingênuo que pode até não arrebatar a criançada (acostumada às pirotecnias das produções atuais), mas com certeza vai conquistar os adultos saudosistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb6rBjxXNI/AAAAAAAAAdU/19SXu6FK8xU/s1600-h/balaovermelho3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230643634297199826" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb6rBjxXNI/AAAAAAAAAdU/19SXu6FK8xU/s320/balaovermelho3.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Le ballon rouge, 1956 - Albert Lamorisse)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, saudosismo está na pauta do dia. Recentemente, a Pandora Filmes relançou dois clássicos do cinema francês dos anos 50, dirigidos por Albert Lamorisse, que estão sendo exibidos numa única sessão com duração de pouco mais de uma hora. O primeiro é “&lt;strong&gt;O balão vermelho&lt;/strong&gt;”, em que um garoto (vivido pelo filho do próprio diretor) encontra um balão bem colorido nas ruas de uma Paris cinzenta para descobrir, logo em seguida, que aquela bola flutuante o seguirá por toda parte, mesmo quando ele não a está segurando, obedecendo, inclusive, suas ordens. Praticamente sem falas, esse média-metragem encanta ao retratar de forma bem lúdica os conflitos e descobertas da infância em relação às normas e condutas do universo adulto, às perdas, ao primeiro sinal de uma paixão... As cenas em que o balão “vinga” seu dono ao perseguir o diretor da escola que o deixou de castigo remetem ao humor chapliniano, em que trejeitos, rodopios, saltos e caretas são as estrelas do riso. A seqüência em que um grupo de garotos persegue nosso protagonista e seu “balão de estimação” com pedras e bodoques pelos becos labirínticos da cidade também é digna de nota. E o desfecho, com uma multicolorida revolta de balões, é inesquecível e encerra em grande estilo a película que ganhou a Palma de Ouro em curta-metragem e o Oscar de roteiro original (até hoje único no formato), batendo “La strada”, obra-prima de Fellini, que acabou levando a estatueta de melhor produção estrangeira.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb6BnFBOAI/AAAAAAAAAdE/qZulVXFnwfE/s1600-h/cavalobranco3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230642922814257154" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb6BnFBOAI/AAAAAAAAAdE/qZulVXFnwfE/s320/cavalobranco3.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Crin blanc: le cheval sauvage, 1953 - Albert Lamorisse)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O outro filme de Lamorisse é “&lt;strong&gt;O cavalo branco&lt;/strong&gt;” e tem como protagonista também um garoto, que se encanta pelo animal do título depois de vê-lo escapar sem se deixar domar pelos poderosos fazendeiros da região. Mais do que desejar a posse do cavalo, o menino (que mora num casebre, às margens de um pântano, com o avô e o irmão menor) quer compartilhar daquela sensação de liberdade, para trilhar seus próprios caminhos, sem laços, fronteiras e cercas que o prendam àquela rotina miserável e sem perspectivas em que vive. Ao capturar imagens dos cavalos em franca disparada ou numa briga pela liderança do bando, o filme ganha nuances de documentário, tendo sido inclusive indicado ao BAFTA nessa categoria. Mas com certeza, é a mistura de poesia e realismo que transforma essa história de amizade, entrega e superação numa aventura emocionante com um final surpreendente e arrebatador. “O cavalo branco” levou ainda o Grande Prêmio de Curta-metragem do Festival de Cannes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1491393811931768944?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1491393811931768944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1491393811931768944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1491393811931768944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1491393811931768944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/08/trs-filmes-e-seis-pequenas-histrias.html' title='Três filmes e seis pequenas histórias'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SJb8hHBkEkI/AAAAAAAAAd0/CdXOmbLpNqs/s72-c/pequenas-historias03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4497371503034274916</id><published>2008-07-18T12:50:00.005-03:00</published><updated>2011-02-11T10:20:51.994-02:00</updated><title type='text'>"O escafandro e a borboleta"</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SIDAY6sX3fI/AAAAAAAAAck/dX0-Yacixc0/s1600-h/escafandro7.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224387102054538738" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SIDAY6sX3fI/AAAAAAAAAck/dX0-Yacixc0/s320/escafandro7.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SIC_wO-gT-I/AAAAAAAAAcc/YV00m6owiRs/s1600-h/escafandro-e-a-borboleta07.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Le escaphandre et le papillon, 2007 - Julian Schnabel)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode não ser o título mais bacana da história do cinema, afinal a palavra “escafandro” causa uma certa estranheza no primeiro momento. Mas após assistir ao terceiro longa do diretor Julian Schnabel (os anteriores foram “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/basquiat/basquiat.asp"&gt;Basquiat - Traços de uma vida&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/antes-do-anoitecer/antes-do-anoitecer.asp"&gt;Antes do anoitecer&lt;/a&gt;”), chega-se à conclusão de que não há substantivos mais apropriados para nomear essa história de solidão e superação em que o peso e a clausura do corpo contrastam com a leveza e a liberdade do pensamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jean-Do Bauby, interpretado com segurança e carisma por Mathieu Amalric,  é um profissional conceituado (editor da revista Elle) que, após um acidente vascular cerebral (AVC), perde todos os movimentos corporais, menos os do olho esquerdo. Apesar da gravidade do caso, conhecido como “Síndrome do Encarceramento”, os médicos estão esperançosos, já que o cérebro segue funcionando perfeitamente. A partir dessa constatação, uma equipe de fisioterapia e fonoaudiologia aceita o desafio de criar um método de comunicação que possa acabar com aquele isolamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como “O escafandro e a borboleta” é baseado em um livro de memórias, deduz-se não apenas que o desafio foi vencido, mas que o jornalista conseguiu ir muito além: escrever uma autobiografia usando apenas o piscar de um olho para soletrar as palavras é (quase) inacreditável. E mais impressionante ainda é a quantidade de pensamentos e descobertas que o campo de visão daquela retina passam a suscitar. Aqui, há que se destacar a brilhante adaptação de Ronald Harwood, pois com todos os elementos para criar um drama choroso, o roteiro de “O escafandro...” foge das lágrimas. Emociona sim, sem deixar, no entanto, de revelar o humor e a ironia que permanecem gritantes na vida do personagem central.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SIC-LSxOslI/AAAAAAAAAcU/ThKgui5Dbys/s1600-h/escafandro3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224384668975936082" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SIC-LSxOslI/AAAAAAAAAcU/ThKgui5Dbys/s320/escafandro3.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;No início da projeção, vemos as imagens a partir do ponto de vista (monocular) do paciente, que acaba de sair de um coma. Esse recurso permite que a fotografia de Janusz Kaminski brinque com texturas e cores, explorando ambientes e rostos fora de foco, em enquadramentos “imperfeitos” e inusitados. É interessante a maneira como os coadjuvantes tiveram que atuar, com a cara praticamente colada na lente da câmera, posição imprescindível para interagir com o olhar de Jean-Do. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os primeiros minutos do filme encerram o espectador nesse universo claustrofóbico do “escanfandrista”, como se quisesse que o seu dilema fosse vivido por quem assiste. Para garantir essa imersão, durante a meia hora inicial, nenhuma trilha incide sobre as cenas, não deixando margem para os devaneios e escapatórias a que a música é capaz de levar. Mas a monotonia cênica logo dará lugar a outros ares fora do ambiente hospitalar. Porque se o corpo do protagonista está preso, sua mente voa solta, resgatando o passado através de flashbacks que reconstroem a trajetória pré-AVC e mostrando imagens que ele inventa a partir dos desejos que ainda vivencia. Assim, memória e imaginação criam o trapolim para que o espectador mergulhe nas qualidades e defeitos desse homem que já foi casado, é pai relapso e filho afetuoso.  Aliás, as cenas com (o velho e bom) Max von Sydow são brilhantes. E o elenco feminino - capitaneado pelas atrizes Emmanuele Seigner (ex-esposa),  Marie-Josée Croze (fonoaudióloga) e Anne Consigny (assistente de redação) - também é responsável por muitos momentos emocionantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não apresentar o jornalista como mocinho nem coitadinho é outro grande trunfo desse trabalho de Julian Schnabel. Por isso e também pelo fato de apenas o público conhecer os pensamentos de Jean-Do, há uma aproximação e identificação imediata com as situações e sentimentos retratados na tela, o que torna bem fácil entender porque um escafandrista pode voar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tempo: o filme - que começa com a clássica “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=xwEYyYntF0U"&gt;La mer&lt;/a&gt;”, na voz de Charles Trenet - termina com a belíssima “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LuYv0KzM_iE"&gt;Green Grass&lt;/a&gt;”, interpretada por Tom Waits. Mas só vai ouvi-la quem ficar acompanhando os créditos até o finalzinho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4497371503034274916?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4497371503034274916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4497371503034274916&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4497371503034274916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4497371503034274916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/o-escafandro-e-borboleta.html' title='&quot;O escafandro e a borboleta&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SIDAY6sX3fI/AAAAAAAAAck/dX0-Yacixc0/s72-c/escafandro7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4520164354841587937</id><published>2008-07-15T11:01:00.010-03:00</published><updated>2011-02-11T10:21:18.055-02:00</updated><title type='text'>"Desejo proibido"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHzBwTEXCnI/AAAAAAAAAcE/wEqJ2MY8ICY/s1600-h/Desejoproibido.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223262703339375218" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHzBwTEXCnI/AAAAAAAAAcE/wEqJ2MY8ICY/s320/Desejoproibido.bmp" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(If these walls could talk 2, 2000 - Jane Anderson, Martha Coolidge e Anne Heche)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Produzido pela HBO Films, "Desejo proibido" conta três histórias de amor entre mulheres, intituladas pela época em que se passam ("1961", "1972" e "2000"). Cada parte tem elenco e direção distintos. Em comum, só a casa em que vivem as personagens. Apesar da imagem mais conhecida do filme ser a da capa acima, o episódio com &lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/vanessa-redgrave/corpo.asp"&gt;Vanessa Redgrave &lt;/a&gt;(que levou o Emmy e o Globo de Ouro de atriz coadjuvante por essa atuação) é - para mim - o melhor. Ao retratar a dor de perder um amor no início da década de 1960, sem poder revelar sentimentos e lágrimas, a atriz dá um show de interpretação, tanto nas cenas de carinho (contracenando com Marian Seldes) como nas de indignação (com Paul Giamatti e Elizabeth Perkins). "1972" tem Michelle Williams (de "O segredo de Brokeback Mountain") e Chloe Sevigny (de "&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/brown-bunny/brown-bunny.asp"&gt;Brown Bunny&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/meninos-nao-choram/meninos-nao-choram.asp"&gt;Meninos não choram&lt;/a&gt;") envolvidas com o feminismo xiíta dos anos 70 e o preconceito em torno das &lt;em&gt;butches&lt;/em&gt; (mulheres que se vestem de forma mais masculina). Já o episódio final traz o dia-a-dia de Fran (Sharon Stone) e Kal (Ellen DeGeneres) às voltas com o desejo de uma gravidez e as peripécias para atingir esse objetivo. Conclusão? A primeira parte vale o filme. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4520164354841587937?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4520164354841587937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4520164354841587937&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4520164354841587937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4520164354841587937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/desejo-proibido.html' title='&quot;Desejo proibido&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHzBwTEXCnI/AAAAAAAAAcE/wEqJ2MY8ICY/s72-c/Desejoproibido.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6826489461746807439</id><published>2008-07-13T18:35:00.004-03:00</published><updated>2011-02-11T10:21:37.686-02:00</updated><title type='text'>"Sex and the city - O filme"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHp1V31AQII/AAAAAAAAAbc/Zu_oFAS6kXM/s1600-h/sexandthecity.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222615736513478786" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHp1V31AQII/AAAAAAAAAbc/Zu_oFAS6kXM/s320/sexandthecity.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Sex and the city, 2008 - Michael Patrick King)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Devo ser o único habitante do planeta que nunca viu um episódio sequer da série americana que deu origem a esse filme. Pois foi assim, sem conhecer nenhuma das famosas personagens, que fui assistir à versão-tela-grande de "Sex and the city", que continua a retratar a trajetória das quatro amigas inseparáveis a partir do ponto em que a tv parou de contar. Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma escritora bem sucedida que resolve entrar para o time das casadas. Samantha (Kim Cattrall) é a  &lt;em&gt;femme&lt;/em&gt; insaciável segurando a onda e os desejos em função de uma união pautada pela gratidão. Miranda (Cynthia Nixon) vê o casamento indo para o ralo, principalmente depois de uma traição confessada. E, por fim, Charlotte (Krinstin Davis), a única a ter um relacionamento feliz, apesar da frustração de não conseguir engravidar. As situações criadas para ligar as vidas dessas personagens são mesmo interessantes e prendem a atenção com boas tiradas de humor sutil e inteligente... até o momento que a Carrie sofre uma grande decepção no dia do casamento. A partir daí, o filme perde o ritmo e a classe, com piadinhas bobas e infames. Para a mulherada, o desfile de modelitos é, com certeza, um grande atrativo que vai até a cena final.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6826489461746807439?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6826489461746807439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6826489461746807439&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6826489461746807439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6826489461746807439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/sex-and-city-o-filme.html' title='&quot;Sex and the city - O filme&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHp1V31AQII/AAAAAAAAAbc/Zu_oFAS6kXM/s72-c/sexandthecity.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7745313196550395523</id><published>2008-07-13T17:30:00.004-03:00</published><updated>2011-02-11T10:21:55.831-02:00</updated><title type='text'>"Homem de Ferro"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHpmDWDuZbI/AAAAAAAAAbU/SeU1NAtTsO0/s1600-h/homemdeferro.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222598925536355762" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHpmDWDuZbI/AAAAAAAAAbU/SeU1NAtTsO0/s320/homemdeferro.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Iron Man, 2008 - Jon Favreau)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É interessante que, justamente numa ficção baseada nos quadrinhos da Marvel, Robert Downey Jr. tenha  encontrado munição para construir um personagem bem verossímil, numa grande atuação, talvez a melhor do ator. Confesso que o Homem de Ferro nunca foi meu herói preferido, mas essa produção do Jon Favreau conseguiu engrandecê-lo, superando inclusive o desafio nada fácil de prender a atenção do público ao contar a origem do super-herói, haja vista que, nesse gênero, as pessoas querem mais é ver ação. Com certeza, o caráter ambíguo de Tony Stark - um jovem bilionário da indústria bélica, inventor genial, sempre cercado por belíssimas mulheres que ele trata como brinquedinhos descartáveis - é um prato cheio para que Downey explore as contradições morais do personagem. Preso por terroristas para construir uma poderosa arma nuclear durante a Guerra do Iraque, ele cria uma armadura-de-aço-voadora que, passa a usar, ironicamente, para combater o crime e as guerras que seu negócio sempre ajudou a alimentar. As cenas em que Stark está aperfeiçoando e testando as potencialidades do "uniforme" do Homem-de-Ferro são hilárias, com explosões, tombos e curtição por parte dos robôs-auxiliares. Jeff Bridges está bem como o vilão do filme, apesar do seu monstrengo pra lá de &lt;em&gt;over&lt;/em&gt; nos instantes finais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7745313196550395523?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7745313196550395523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7745313196550395523&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7745313196550395523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7745313196550395523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/homem-de-ferro.html' title='&quot;Homem de Ferro&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHpmDWDuZbI/AAAAAAAAAbU/SeU1NAtTsO0/s72-c/homemdeferro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-860352775834407285</id><published>2008-07-11T19:47:00.011-03:00</published><updated>2011-02-11T10:22:26.712-02:00</updated><title type='text'>"Wall-E"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfnEjb7f1I/AAAAAAAAAbM/KYIfD4UEkyU/s1600-h/wall-esolar.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221896358377258834" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfnEjb7f1I/AAAAAAAAAbM/KYIfD4UEkyU/s320/wall-esolar.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Wall-E, 2008 - Andrew Stanton)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois da recente e &lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/fim-dos-tempos.html"&gt;polêmica &lt;/a&gt;produção do diretor indiano M. Night Shyamalan ter abordado uma reação de auto-proteção da natureza para salvar o planeta da ação predatória do homem, eis que chegou às telas brasileiras, na semana passada, um outro longa que toca no assunto. Só que dessa vez, o mundo já está inabitável, sem uma forma de vida sequer. Mas sabe o que é mais interessante? O filme em questão é (mais) uma célebre animação da Pixar (isso mesmo, desenho animado), responsável por sucessos como “Toy Story”, “Monstros S/A”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis” e “Ratatouille”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Wall-E” começa com uma panorâmica do que parece ser uma grande metrópole com seus incontáveis e gigantescos arranha-céus. À medida que o plano vai-se fechando, percebemos que os edíficios são, na verdade, imensas torres de lixo. Em seguida, vemos um pequeno e solitário robô (que lembra o E.T. de Spielberg, com seus olhos grandes, pescoço longo e corpo compacto) , envolvido numa rotina diária de limpar a sujeira que os humanos acumularam na Terra, até esgotarem todos os recursos naturais e partirem numa viagem espacial a bordo da astronave Axioma, com o propósito de dar um tempo para o meio ambiente se recuperar e os robôs limparem tudo. Detalhe: já se passaram mais de 700 anos, nenhuma forma de vida foi detectada e Wall-E é a única máquina que ainda resiste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfm9PGCDCI/AAAAAAAAAbE/d1MDSblXj_w/s1600-h/walleeve.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221896232657620002" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfm9PGCDCI/AAAAAAAAAbE/d1MDSblXj_w/s320/walleeve.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto recolhe e compacta os entulhos, ele separa objetos que lhe parecem úteis ou trazem lúdicas lembranças, como isqueiros, lâmpadas, brinquedos, peças eletrônicas, etc. Mora numa espécie de conteiner, tem uma baratinha como amiga e adora assistir ao vídeo do musical “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/alo-dolly/alo-dolly.asp"&gt;Alô, Dolly&lt;/a&gt;”, de 1969, com Barbra Streisand e Walter Matthau. É, o robozinho é de uma sensibilidade que vai divertir a criançada e encantar os marmanjos. E é essa sua rotina... até o dia em que uma nave pousa na cidade e deixa um moderníssimo robô-fêmea (Eva) com a missão de rastrear aquela região em busca de vida. Desconfiada e temperamental, ela vai cair nas graças de Wall-E. Juntos, eles irão protagonizar uma história de aventura, amor e descobertas que transformará a vida na Terra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que primeiro chama a atenção na nova animação da Pixar é a quase-ausência de diálogos. Nos primeiros 20 minutos, não há nenhum. E mesmo depois, eles se restrigem ao essencialmente necessário. Como no clássicos do cinema mudo, a interação surge em situações corriqueiras, que vão fazendo graça e arrancando risos à medida que desvendam o dia-a-dia dos personagens. É assim, por exemplo, quando o robozinho quase atropela sua baratinha de estimação ou quando Wall-E tenta fazer com que a superpoderosa (e igualmente desajeitada) Eva dê um giro em torno de si mesma, como fazem os dançarinos do seu musical preferido. Tanto silêncio numa produção inicialmente voltada para o público infantil parece ter sido uma decisão arriscada, mas - logo se percebe - perfeitamente sintonizada com a falta de comunicação e laços dos humanos do século XXIX, retratados como pessoas sedentárias, solitárias, que só se comunicam através dos meios eletrônicos, absurdamente influenciadas pela publicidade e muitíssimo consumistas. Qualquer semelhança com a atualidade não é mero acaso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfm0s8Cc3I/AAAAAAAAAa8/7EXSlMtLKww/s1600-h/walleve2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221896086049944434" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfm0s8Cc3I/AAAAAAAAAa8/7EXSlMtLKww/s400/walleve2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;E o longa do diretor Andrew Stanton (o mesmo de “Procurando Nemo”) segue surpreendendo. É só ficar atento aos detalhes. Quando Wall-E assiste a “Alô, Dolly” pela primeira vez, o colorido do musical constrata com a monocromia do cenário daquele mundo desolado, onde predominam os tons terrosos do pó e da ferrugem. Já na astronvae onde “vegetam” os humanos, o set ilumina-se com as cores artificiais de uma existência fabricada. A trilha sonora - que conta com a participação do politicamente correto Peter Gabriel, compositor e intérprete da bela “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TWzNJOfLVJ4"&gt;Down to Earth&lt;/a&gt;” que encerra o desenho - também sinaliza que estamos diante de um produto diferente e diferenciado. Ao invés das costumeiras melodiazinhas melosas, ouvimos “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TbHAvBfmvFM"&gt;La vie en rose&lt;/a&gt;” na voz de Louis Armstrong; duas ou três canções do já citado “Alô, Dolly”; e “&lt;a href="http://http//www.youtube.com/watch?v=SLuW-GBaJ8k&amp;amp;feature=related"&gt;Assim falou Zaratustra&lt;/a&gt;”, de Richard Strauss, em mais uma referência a “2001 – Uma odisséia no espaço”, sendo o robô que tenta controlar a Axioma a mais evidente delas. Por sua vez, as vozes de Wall-E e Eva remetem ao R2-D2 de “Guerra nas estrelas”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a criançada, que não pega a maioria dessas alusões, fica uma linda história com foco no respeito à natureza e na ação transformadora da solidariedade, temas bastantes caros atualmente. Não fosse isso já suficiente, ainda há bastante diversão, que - na segunda metade do longa - fica a cargo das trapalhadas de Wall-E dentro da ultra-sofisticada nave espacial e dos amigos desajustados que ele encontra enquanto tenta escapar de uma perseguição. Por tudo isso e por tantas outras citações e cenas memoráveis (que eu deixo para você descobrir), o novo filme da Pixar é um marco da animação (e do cinema!). E já nasce com cara de clássico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-860352775834407285?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/860352775834407285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=860352775834407285&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/860352775834407285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/860352775834407285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/wall-e.html' title='&quot;Wall-E&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfnEjb7f1I/AAAAAAAAAbM/KYIfD4UEkyU/s72-c/wall-esolar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6048242233115993651</id><published>2008-07-11T19:24:00.003-03:00</published><updated>2008-07-11T19:43:43.734-03:00</updated><title type='text'>Quando o corpo pesa, a mente voa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfhA-rZcBI/AAAAAAAAAak/6CufamysIwc/s1600-h/escafandro5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221889699900649490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfhA-rZcBI/AAAAAAAAAak/6CufamysIwc/s320/escafandro5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Já imaginou um bom &lt;em&gt;vivant&lt;/em&gt;, cercado de badalações e belas mulheres que, de uma hora para a outra, descobre-se com uma paralisia que só lhe permite mexer um olho? Complicado, não é? E se eu lhe disser que essa pessoa é real e ainda encontrou motivos para rir? Não acredita? Pois assista logo ao filme do Julian Schnabel que está em cartaz nos melhores cinemas do Brasil e você vai ver como a memória e a imaginação fizeram um escafandrista voar. Se quiser saber um pouquinho mais, clique &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/14791"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6048242233115993651?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6048242233115993651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6048242233115993651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6048242233115993651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6048242233115993651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/quando-o-corpo-pesa-mente-voa.html' title='Quando o corpo pesa, a mente voa'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SHfhA-rZcBI/AAAAAAAAAak/6CufamysIwc/s72-c/escafandro5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4393912419928771625</id><published>2008-07-04T23:43:00.004-03:00</published><updated>2008-07-04T23:58:56.816-03:00</updated><title type='text'>O brilhante fim-dos-tempos da Pixar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7jSZH2_JI/AAAAAAAAAac/lXerWaW48_c/s1600-h/wall-efim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219358923289984146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7jSZH2_JI/AAAAAAAAAac/lXerWaW48_c/s400/wall-efim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Depois da recente e polêmica produção do diretor indiano M. Night Shyamalan ter abordado uma reação de auto-proteção da natureza para salvar o planeta da ação predatória do homem, eis que chegou às telas brasileiras, na semana passada, um outro longa que toca no assunto. É "Wall-E", a nova animação da Pixar, que faz referências a clássicos como “E.T”, “Guerra nas Estrelas” e “2001 - Uma odisséia no espaço” e já nasce com cara de clássico. Leia mais &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/14482"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4393912419928771625?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4393912419928771625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4393912419928771625&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4393912419928771625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4393912419928771625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/o-brilhante-fim-dos-tempos-da-pixar.html' title='O brilhante fim-dos-tempos da Pixar'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7jSZH2_JI/AAAAAAAAAac/lXerWaW48_c/s72-c/wall-efim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-8158161240114539883</id><published>2008-07-04T22:29:00.014-03:00</published><updated>2011-11-12T18:16:09.441-02:00</updated><title type='text'>"1958 - O ano em que o mundo descobriu o Brasil"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7Umk5ZfNI/AAAAAAAAAaM/3ILZYnvY5S4/s1600-h/1958d.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219342777373523154" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7Umk5ZfNI/AAAAAAAAAaM/3ILZYnvY5S4/s320/1958d.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(idem, 2008 - José Carlos Asbeg)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A semana passada foi marcada pela comemoração dos 50 anos da conquista da primeira Copa do Mundo pelo Brasil. Não poderia, pois, haver programa mais apropriado do que assistir ao documentário do jornalista e (agora) cineasta José Carlos Asbeg. Mesmo não sendo um fã ardoroso do esporte, fiz questão de marcar presença (numa sessão com pouco público, diga-se de passagem): eu não seria louco de perder um filme que tem no elenco artistas como Garrincha, Didi, Pelé e Vavá (só para citar alguns) e que celebra o nascimento do futebol-arte, filho daquela que é considerada, quase unanimemente, a melhor seleção brasileira de todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“1958...” mostra como foi desatado o nó-na-garganta dos torcedores e jogadores daquela época. Depois de estar presente nas duas finais mundiais anteriores e sair como vice, o Brasil partia para a Suécia desacreditado, desconfiado, temeroso. Era o complexo de vira-latas, definido por Nelson Rodrigues como o sentimento de inferioridade que tomava conta do brasileiro quando entrava em contato com a força e a cultura dos países desenvolvidos. A expectativa era de que, mais uma vez, a seleção fosse amarelar na hora de decidir. O que se viu, no entanto, foi um time valente e criativo, com uma vontade ferrenha de trazer para casa o título inédito de melhor do mundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E aquele ano mostrava-se bem significativo: Juscelino Kubitschek era o presidente do crescimento e do progresso; a Brasília de Niemeyer e Lúcio Costa estava em construção; a música brasileira transformava-se com a cadência suave da Bossa Nova; e as bases do Cinema Novo - que ganharia o mundo em pouco tempo - já agitavam as idéias dos nossos cineastas. Tudo apontava para a verdadeira descoberta do Brasil. Mas seriam os pés dos brasileiros - com sua magia ao tocar uma bola - os primeiros a revelar aos quatro cantos a existência de uma grande nação verde-amarela ao sul do Equador. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para falar do que significou erguer a Taça Jules Rimet em 29 de junho de 1958, o filme começa com as imagens da conquista (atenção para a abertura, com a câmera passeando por um painel cheio de autógrafos e recortes de jornais, que exaltam o baile que os jogadores-artistas deram nos seus adversários). Depois, recua no tempo, voltando a 1950, quando o Uruguai derrotou a seleção brasileira em pleno Maracanã, libertando o fantasma que assustaria o Brasil pelos próximos oito anos. Narrando toda a história, do descrédito ao triunfo, estão os protagonistas do espetáculo (claro!). São os depoimentos de Nilton Santos, Dino Sani, Mazzola, Zagallo, Zito, Moacir e Djalma Santos, entre outros, que conduzem o filme de Asbeg, ao som de uma trilha eclética que mistura valsa de Strauss com marchinha brasileira e pontua os muitos sentimentos provocados pelas lembranças emocionantes que vão surgindo ao longo dos seus 90 minutos de duração. E por falar em emoção, a cena em slow motion da caminhada do ‘príncipe’ Didi, do fundo de rede até o centro do gramado, com a bola debaixo do braço, após a Suécia ter inaugurado o marcador em Estocolmo, é espetacular: sua atitude serena consegue traduzir perfeitamente o peso da responsabilidade e a busca do equilíbrio que faria o time virar o placar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219342463181835746" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7UUScQzeI/AAAAAAAAAaE/T766RZB6PJM/s320/1958pele.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não bastassem todos os detalhes descritos por quem participou ativamente do enredo daquele mundial, o diretor (como bom jornalista) quis ouvir a versão dos derrotados e viajou para o exterior a fim de entrevistar jogadores de todos os times que o Brasil enfrentara: Áustria, Inglaterra, União Soviética, País de Gales, França e Suécia. E se você pensa que os depoimentos foram só ovação, está enganado. Há a queixa de um francês sobre o lance que tirou o zagueiro Robert Jonquet do jogo pela semifinal e deixou a França com um jogador a menos, uma vez que a substituição não era permitida. Outro bom momento - e, dessa vez, engraçado - é quando um jogador soviético conta sua reação após a derrota por 2x0: arremessou a chuteira contra o armário do vestuário, dizendo “Não jogo mais. O que jogamos não é futebol. Futebol é o que eles jogam”. Isso tudo por causa dos dribles desconcertantes do genial Mané Garrincha, que ignorou a marcação dos russos e executou jogadas memoráveis que entraram para os anais do futebol e não saem da memória de quem as viu (ou está vendo agora). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Revezando imagens das partidas e dos entrevistados (também foram ouvidos jornalistas e dirigentes de então), Asbeg constrói um filme didático, em que o público acompanha os detalhes de cada jogo, na sequência em que eles aconteceram mesmo. E isso não é defeito - que fique claro - pois até ajuda o cinéfilo que não é apaixonado por futebol a compreender a grandiosidade do que ocorreu naquela copa do mundo. Na verdade, bem mais do que recuperar uma história de chutes e gols, “1958...” conta uma epopéia de transformações. Afinal, não se pode esquecer que aqueles craques partiram do Brasil como “vira-latas” e regressaram como heróis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tempo: muito tem-se falado sobre a ausência de depoimentos de Pelé no longa de estréia de José Carlos Asbeg. Se a questão foi de agenda ou de cachê, não importa. As imagens do garoto de 17 anos demonstram muito bem o talento que o mundo passaria a conferir e idolatrar a partir dali. E falam por si.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-8158161240114539883?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/8158161240114539883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=8158161240114539883&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8158161240114539883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8158161240114539883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/07/1958-o-ano-em-o-mundo-descobriu-o.html' title='&quot;1958 - O ano em que o mundo descobriu o Brasil&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SG7Umk5ZfNI/AAAAAAAAAaM/3ILZYnvY5S4/s72-c/1958d.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2513493860276126603</id><published>2008-06-27T18:26:00.005-03:00</published><updated>2011-02-11T10:23:26.655-02:00</updated><title type='text'>"Fim dos tempos"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SGVbT_5HMRI/AAAAAAAAAZ0/n1srGOPFGmo/s1600-h/fimdostempos2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216676142505210130" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SGVbT_5HMRI/AAAAAAAAAZ0/n1srGOPFGmo/s320/fimdostempos2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (The happening, 2008 - M. Night Shyamalan)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de ter feito dois filmes antes de “O sexto sentido (1999)”, M. Night Shyamalan só surgiu para o grande público com a história do garoto que enxergava os mortos. No entanto, o sucesso alcançado na ocasião não voltou a se repetir na carreira do diretor. E olha que a sua produtividade é alta: em nove anos, realizou outros cinco longas. “Corpo Fechado”, “Sinais”, “A vila” e “A dama na água” dividiram opiniões, que foram do amor ao ódio com igual intensidade. A mesma coisa está ocorrendo agora com o seu recém-lançado “Fim dos tempos”.&lt;br /&gt;E sabe qual é o problema que ele enfrenta? Estão levando a sério demais uma proposta de entretenimento de Shyamalan. Isso mesmo: “Fim dos tempos” é para ser curtido como um bom suspense e ponto. Não quer discutir teorias, mostrar efeitos especiais mirabolantes, nem apresentar nada incrivelmente novo. É diversão para quem se dispuser a entrar na brincadeira. De que outra maneira encarar o pretenso herói (o professor de Ciências) que - ao invés de investigar um fenômeno extraordinário - opta for fugir e, ainda por cima, conversar com as plantas? Justo ele que, em sala de aula, instiga os alunos a buscar respostas para estranhas ocorrências da natureza! E o que dizer de situações patéticas como a da esposa que esconde do marido a “grande traição” de ter tomado uma sobremesa com um colega de trabalho e ainda faz citação à perseguição psicótica da personagem de Glenn Close em “Atração fatal”? É tudo propositalmente bobo, às vezes fora mesmo do contexto de um suspense/terror. Mas vamos à história.&lt;br /&gt;Estrelado por Mark Wahlberg (“&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/os-donos-da-noite.html"&gt;Os donos da noite&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/os-infiltrados.html"&gt;Os infiltrados&lt;/a&gt;”), que interpreta o tal professor, o filme está centrado num estranho acontecimento: contaminados por uma toxina que destrói neurotransmissores relacionados ao instinto de sobrevivência, cidadãos norte-americanos passam a protagonizar um suicídio coletivo. Parece absurdo? Há um personagem que ratifica essa impressão ao dizer que achava que já tinha visto de tudo nesse mundo (olha o Shyamalan desbancando a seriedade outra vez). Como não poderia deixar de ser, terrorismo e armas químicas são as primeiras suspeitas. Mas a proporção descomunal com que o ataque é executado leva a outra hipótese. A tal substância venenosa estaria vindo das plantas, em resposta à depredação contínua e crescente do meio ambiente, numa espécie de mecanismo de proteção ao planeta, que elimina quem coloca o equilíbrio dos ecossistemas em risco. É uma premissa curiosa e instigante. E gera cenas incríveis que - se não chegam a causar pânico - provocam grande desconforto e atestam que a criatividade do diretor segue em alta: os corpos caindo do edifício e as mortes no asfalto em "efeito dominó" são dois exemplos emblemáticos. Na verdade, o ponto de partida da história é tão genial que bastam alguns minutos para que o público esteja completamente envolvido.&lt;br /&gt;Bem no início de “Fim dos tempos”, enquanto a série de suicídios está ocorrendo, Elliot discute com seus alunos o desaparecimento da população de abelhas. A dedução de um dos pupilos é curiosa: os cientistas encontrarão uma resposta, mas daí a provar que ela é 100% pertinente já é outra história. Pois é esse caminho que os próximos 80 minutos de projeção irão trilhar. Shyamalan quer seduzir a platéia sem se preocupar em desvendar o mistério. Assim, vão sendo derrubadas todas as possibilidades de entendimento do fenômeno suicida, como aquela de que o ataque se daria somente onde existisse um grande número de pessoas. Destruído esse raciocínio, o suspense aparece até mesmo quando uma criança se diverte no balanço amarrado a um galho de árvore. É inevitável não esperar pelo instante em que a inocente brincadeira poderá despertar a ira da natureza.&lt;br /&gt;Já nos momentos finais, quando parece não existir mais lugar seguro para se proteger, entra em cena uma senhora que vive isolada, morando sozinha, sem energia elétrica ou qualquer indício de comunicação. É nesse derradeiro oásis de proteção que a última certeza sobre a ação da misteriosa toxina será desmantelada, restando ao espectador render-se às seqüências de medo criadas dentro das quatro paredes daquela casa “quase” assombrada. E me parece ser apenas isso o que Shyamalan deseja com seu “Fim dos tempos”: criar tensão e, se possível, garantir alguns sustos, sem maiores comparações com o grande mestre que ele segue homenageando. E por falar nisso, dessa vez, sua participação hitchcockiana é apenas com a voz. Fique atento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2513493860276126603?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2513493860276126603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2513493860276126603&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2513493860276126603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2513493860276126603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/fim-dos-tempos.html' title='&quot;Fim dos tempos&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SGVbT_5HMRI/AAAAAAAAAZ0/n1srGOPFGmo/s72-c/fimdostempos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-8937154845136874956</id><published>2008-06-25T11:53:00.012-03:00</published><updated>2011-02-11T10:24:03.744-02:00</updated><title type='text'>" A enguia"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216652554150404370" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SGVF2-bE4RI/AAAAAAAAAZs/2JWMbfVXefw/s320/aenguia.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(Unagi, 1997 - Shohei Imamura)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um esposo traído. Uma jovem que ama um homem casado. Emocionalmente perdidos e feridos, essa dupla se conhece no subúrbio de Tóquio: ele tentando recomeçar longe de tudo e de todos; ela querendo pôr um fim na vida. É o encontro da armadura de um com a fragilidade da outra, da dureza dele com a doçura dela. Que uma transformação virá, fica claro desde o início. Mas Imamura vai construindo sua história sem concessões, sem saídas fáceis. Os empecilhos para a (possível) felicidade surgem ininterruptamente... E a enguia com isso? Vamos a um pouco de biologia: é um peixe que se desloca com facilidade, migra dos riachos doces para o salgado mar, consegue viver em águas pouco oxigenadas, camufla-se junto a plantas e pedras... No filme, não por acaso, a enguia é o animal de estimação do homem que está buscando se adaptar a uma nova vida. Qualquer analogia não é mera coincidência e uma última semelhança é revelada no final do longa. A atuação de Kôji Yakusho (mais conhecido por "&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/babel.html"&gt;Babel&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/02/memrias-de-uma-gueixa.html"&gt;Memórias de uma gueixa&lt;/a&gt;") é perfeita, construindo um personagem que está sempre no limite, seja da violência, do ciúme ou da entrega, mas que ganha a cumplicidade do público já nas primeiras cenas. "A enguia" dividiu, em 1997, a Palma de Ouro em Cannes com o excelente e intrigante "&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/gosto-de-cereja/gosto-de-cereja.asp"&gt;Gosto de cereja&lt;/a&gt;", do mestre do cinema iraniano Abbas Kiarostami.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;PS: Como parte das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil, o Cinemark (!) do Shopping Santa Cruz (SP) levou ao público, de 13 a 19 de junho, um Festival de Cinema Japonês a preços populares (!!): R$ 4. [(!) porque o Cinemark só costuma exibir blockbusters. (!!) porque o preço dos ingressos lá (e em outras redes) é um absurdo. Cinema tinha de ser um entretenimento acessível e não a alternativa elitista que se tornou]. Mas voltando ao festival: foram exibidos "Ninguém pode saber (Hirokazu Kore-eda)", "O castelo animado (Hayao Miyazaki)", "Água quente sob uma ponte vermelha (Shohei Imamura)", A enguia (Shohei Imamura)", "Postman Blues (Hiroyuki Tanaka)", "Escola do Riso (Mamoru Hoshi)" e "O samurai do entardecer (Yoji Yamada)". Queria ter assistido aos quatro últimos (que eu ainda não conhecia). Vi três.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-8937154845136874956?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/8937154845136874956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=8937154845136874956&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8937154845136874956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8937154845136874956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/enguia.html' title='&quot; A enguia&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SGVF2-bE4RI/AAAAAAAAAZs/2JWMbfVXefw/s72-c/aenguia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3708254680367910872</id><published>2008-06-20T15:02:00.003-03:00</published><updated>2008-06-20T15:19:42.383-03:00</updated><title type='text'>Quem tem medo do Shyamalan?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFvw-B1t5RI/AAAAAAAAAZQ/GwUw_dWdmis/s1600-h/fimdostempos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214025942047778066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFvw-B1t5RI/AAAAAAAAAZQ/GwUw_dWdmis/s320/fimdostempos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mark Wahlberg amedrontado em "Fim dos tempos"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de "O sexto sentido", todo filme de M. Night Shyamalan vem provocando celeuma e controvérsias. Não está sendo diferente com "Fim dos tempos", que estreou mundialmente há uma semana. Só que dessa vez, as críticas parecem superar - com folga - os índices negativos de "Sinais" (aquele com extraterrestres), até então o mais achincalhado dos filmes do diretor indiano. Quer saber o que eu acho disso? Clique &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/editoria/cultura"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3708254680367910872?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3708254680367910872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3708254680367910872&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3708254680367910872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3708254680367910872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/quem-tem-medo-do-shyamalan.html' title='Quem tem medo do Shyamalan?'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFvw-B1t5RI/AAAAAAAAAZQ/GwUw_dWdmis/s72-c/fimdostempos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1633186196958386703</id><published>2008-06-20T11:53:00.004-03:00</published><updated>2011-02-11T10:24:43.389-02:00</updated><title type='text'>"O Signo da Cidade"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFvE8YcZj6I/AAAAAAAAAYw/3D5HPf9AejM/s1600-h/signodacidade4.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213977535244242850" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFvE8YcZj6I/AAAAAAAAAYw/3D5HPf9AejM/s320/signodacidade4.JPG" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(O Signo da Cidade, 2007 - Carlos Alberto Riccelli)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem anda pelas ruas de São Paulo percebe a mistura de constrastes que envolve essa bela e assustadora cidade. Os sinais mais evidentes, até por estarem sempre nas manchetes, são a violência, a poluição, os engarrafamentos monstruosos, a desigualdade social, o corre-corre da população, etc. Um olhar mais atento registra também a beleza dos seus parques, a qualidade e variedade da sua culinária, a riqueza da sua arquitetura, as incontáveis opções culturais, a agitação das suas noites-sem-fim, a generosidade dos paulistanos... E essa ambigüidade que - para o bem e para o mal - compõe a diversidade de Sampa é a força motriz de “O Signo da Cidade”.&lt;br /&gt;Escrito e estrelado por Bruna Lombardi (cada vez mais bela) e dirigido por Carlos Alberto Riccelli, o filme é um instigante drama sobre os altos e baixos de um grupo de pessoas que - por um motivo ou outro - tem seus destinos entrelaçados. Ao se cruzarem, essas tantas vidas vão tecendo uma extensa malha de pequenas solidões, frustrações e angústias, representadas por separações, suicídio, dificuldades financeiras, doença, depressão, preconceito, aborto, traições, conflitos familiares e mais uma infinidade de desventuras.&lt;br /&gt;Por tudo isso, fica evidente que o clima de “O Signo da Cidade” é pesado (e é mesmo!). E muitos elementos colaboram para passar essa idéia de sufoco e desespero: a fotografia com pouca luz em inúmeras cenas; o desconforto dos pequenos espaços (estúdio da rádio, camarim da casa de shows, quarto de hotel imundo, sala entulhada de objetos, etc); a câmera que (quase nunca) se distancia dos atores; as locações escuras dos becos e ruas... No entanto, em função da premissa que norteou o roteiro, de que todas as coisas estão interligadas e nada acontece por acaso, os momentos de  solidariedade e transformação vão ganhando mais destaque à medida que o final se aproxima, convertendo-se numa aposta otimista dos seus realizadores diante da realidade cruel, individualista e cinzenta que segue reinando no iluminado século XXI.&lt;br /&gt;O elenco - que mistura nomes conhecidos (Bruna Lombardi, Eva Wilma, Ana Rosa, Juca de Oliveira, Denise Fraga, Malvino Salvador, Graziella Moretto, Fernando Alves Pinto,  Luís Miranda) a jovens talentos - é muito feliz ao abraçar com igual interesse as virtudes e imperfeições dos seus personagens. O fato de não serem totalmente bons ou maus, certos ou errados, confiantes ou inseguros auxilia na idenficação, fazendo com que o público se veja em muitas daquelas situações. E isso é um mérito inconstestável do filme, talvez o que mais contribua para render os elogios que vem recebendo de crítica e público. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1633186196958386703?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1633186196958386703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1633186196958386703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1633186196958386703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1633186196958386703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/o-signo-da-cidade.html' title='&quot;O Signo da Cidade&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFvE8YcZj6I/AAAAAAAAAYw/3D5HPf9AejM/s72-c/signodacidade4.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2874216724353181238</id><published>2008-06-19T10:35:00.010-03:00</published><updated>2008-06-19T11:44:34.543-03:00</updated><title type='text'>Liga escolhe os melhores dos anos 2000</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213586973658251810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFphutKBAiI/AAAAAAAAAYQ/1yvXyl1alas/s320/cidadedossonhos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;David Lynch na frente com "Cidade dos Sonhos"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há algumas semanas, a Liga dos Blogues Cinematográficos pediu a seus integrantes que escolhessem os 20 filmes mais significativos da década atual. Ontem, o &lt;a href="http://ligadosblogues.wordpress.com/"&gt;resultado&lt;/a&gt; foi publicado no site da LBC, que acabou divulgando os 50 mais bem votados. Sem sombra de dúvidas, uma lista de grandes referências. Dos escolhidos, não assisti a "Amantes constantes" (6º), "Reis e rainhas" (15º), "Mal dos trópicos" (21º), "O singo do caos" (40º), "Santiago" (47º) e "Adeus, Dragon Inn" (49º).&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213587185451216370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFph7CJZLfI/AAAAAAAAAYY/8NQuPstFIuc/s320/um_filme_falado_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; No topo da minha lista: Manoel de Oliveira com "Um filme falado"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira abaixo os meus 20 indicados. Em vermelho, a posição que o filme conquistou no resultado final. O traço (-) significa que o longa ficou de fora na opinião dos votantes. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;1. Um filme falado / Manoel de Oliveira &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(13)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;2. Amor à flor da pele / Wong Kar-Wai &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(9)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;3. Ninguém pode saber / Hirokazu Kore-eda &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(-)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;4. Tudo ou nada / Mike Leigh &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(-)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;5. O segredo de Brokeback Mountain / Ang Lee &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(22)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;6. Cidade dos sonhos / David Lynch &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(1)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;7. Antes do pôr-do-sol / Richard Linklater &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(3)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;8. Promessas de um novo mundo / Bolado, Goldberg e Shapiro &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(-)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;9. Brilho eterno de uma mente sem lembranças / M. Gondry &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(25)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;10. Lady Chatterley / Pascale Ferran &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(38)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;11. Dolls / Takeshi Kitano &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(35)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;12. Elefante / Gus van Sant &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(2)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;13. Caché / Michael Haneke &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(8)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;14. Dogville / Lars von Trier &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(18)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;15. Não estou lá / Todd Haynes &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(12)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;16. Estamos bem mesmo sem você / Kim Rossi Stuart &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(-)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;17. Moulin Rouge! / Baz Luhrmann &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(-)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;18. Medos privados em lugares públicos / Alain Resnais &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(28)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;19. Kill Bill: vol.1 / Quentin Tarantino &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(5)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;20. Menina de ouro / Clint Eastwood &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(23)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2874216724353181238?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2874216724353181238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2874216724353181238&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2874216724353181238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2874216724353181238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/liga-escolhe-os-melhores-dos-anos-2000.html' title='Liga escolhe os melhores dos anos 2000'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFphutKBAiI/AAAAAAAAAYQ/1yvXyl1alas/s72-c/cidadedossonhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4430820990554673995</id><published>2008-06-12T10:31:00.007-03:00</published><updated>2011-02-11T10:25:06.410-02:00</updated><title type='text'>"Longe dela"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFEljnQze8I/AAAAAAAAAX8/7jJ4MhM1d-Y/s1600-h/longe-dela2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210987537609489346" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFEljnQze8I/AAAAAAAAAX8/7jJ4MhM1d-Y/s320/longe-dela2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Away from her, 2006 - Sarah Polley)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda que uma cena importante de “Longe dela” evoque a primavera, a estação que predomina na estréia da jovem Sarah Polley como diretora é o inverno, com o gelo cobrindo e escondendo os campos, impondo sua (quase) completa monocromia. Não poderia haver cenário mais apropriado para contar uma história de perda e solidão.&lt;br /&gt;Grant (Gordon Pinsent) e Fiona (Julie Christie) estão juntos há mais de 40 anos. Esse relacionamento - que já passou por várias intempéries - enfrenta agora um inimigo cruel: o esquecimento. Ela está com a doença de Alzheimer e os sintomas começam a se acentuar, o que leva o casal a tomar a decisão de interná-la. Mas uma norma da clínica vai acelerar o inevitável: o paciente não pode receber visitas durante os 30 primeiros dias. Quando Grant retorna, Fiona já não o reconhece. Para piorar as coisas, ele percebe o interesse dela por um outro interno. E enquanto a esposa vai perdendo todas as lembranças, o marido se agarra a cada uma delas para continuar vivendo e lutando.&lt;br /&gt;“Longe dela” é um filme de emoções fortes, construído em cima de uma montagem que vai e vem no tempo para revelar verdades, segredos, angústias e esperanças. Começa com Grant indo até a casa de Marian (Olympia Dukakis), cujo esposo Aubrey (Michael Murphy) é o objeto da paixão de Fiona. O motivo daquela visita é apenas uma mostra do que ele é capaz de fazer para proteger a amada. A partir dali, presente e passado se revezam para construir esse drama encantadoramente triste, baseado em um conto da canadense Alice Munro e adaptado pela própria diretora. Aliás, Sarah Polley - conhecida por suas atuações em “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/vida-secreta-das-palavras/vida-secreta-das-palavras.asp"&gt;A vida secreta das palavras&lt;/a&gt;”, “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/minha-vida-sem-mim/minha-vida-sem-mim.asp"&gt;Minha vida sem mim&lt;/a&gt;” e “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/doce-amanha/doce-amanha.asp"&gt;O doce amanhã&lt;/a&gt;” - surpreende nesse primeiro trabalho atrás das câmeras pela profundidade e delicadeza com que mergulha em temas tão densos: na época das filmagens, ela tinha apenas 26 anos.&lt;br /&gt;Julie Christie levou o Globo de Ouro e foi indicada ao Oscar por seu desempenho cheio de sutilezas ao retratar a montanha-russa de sentimentos de Fiona. No entanto, Grant também é uma grande criação do ator Gordon Pinsent, num contra-peso perfeito à atuação da colega. Não falar da interpretação contida e, ainda assim, tão eloqüente de Michael Murphy seria injusto: apesar de Aubrey não pronunciar sequer uma palavra, seu olhar passa toda a carência, dependência e vazio que o personagem está sentindo.&lt;br /&gt;Portanto, é seguro e coerente afirmar que a escolha do elenco foi o grande acerto para o sucesso de “Longe dela”. Pinsent e Christie constroem seus personagens com tanta verdade que, em pouco tempo de projeção, o público já se torna cúmplice (ou seria refém?) daquele sonho de reconquista e recomeço. E olha que a história não dá colher de chá. Ainda que algumas situações arranquem risos, o foco está na resignação, no arrependimento e na dor.&lt;br /&gt;Prova disso é a bela cena em que Grant lê para Fiona os poemas de “Cartas da Islândia”, referência à terra natal da esposa. O título do livro já deixa claro que a tentativa de resgatar lembranças é vã. Islândia significa “Terra do gelo”. Ao pé da letra, é como se tudo que viesse de lá pertencesse ao frio, ao passo que a batalha em questão é pelo calor da paixão e o aconchego das recordações. Para encerrar o longa com chave de ouro, a canção “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=L5KRVtjgMkM"&gt;Helpless&lt;/a&gt;” - belíssima versão de k.d. lang para a composição de Neil Young - entra com os créditos finais, traduzindo com perfeição a melancolia e o desamparo que rondam todas as cenas do filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4430820990554673995?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4430820990554673995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4430820990554673995&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4430820990554673995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4430820990554673995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/longe-dela.html' title='&quot;Longe dela&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SFEljnQze8I/AAAAAAAAAX8/7jJ4MhM1d-Y/s72-c/longe-dela2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4474547716684664123</id><published>2008-06-10T17:20:00.013-03:00</published><updated>2008-06-10T19:10:52.203-03:00</updated><title type='text'>Os mais procurados</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SE74_x0B4QI/AAAAAAAAAXw/3NV84Itv5iE/s1600-h/festadebabette.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210375593501253890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SE74_x0B4QI/AAAAAAAAAXw/3NV84Itv5iE/s200/festadebabette.png" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210373858465112786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 163px; CURSOR: hand; HEIGHT: 109px; TEXT-ALIGN: center" height="169" alt="" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SE73ayTLYtI/AAAAAAAAAXQ/klnz9F6f6BI/s320/promessas-de-um-novo-mundo03.jpg" width="263" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nas últimas duas semanas, cerca de 75% das pessoas que visitaram este blog vieram buscar informações sobre dois filmes que são muito especiais para mim. Um deles é "&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/06/festa-de-babette.html"&gt;A festa de Babette&lt;/a&gt;" (já comentado aqui e integrande da minha lista de filmes &lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2008/04/meme-filmes-subestimados.html"&gt;subestimados&lt;/a&gt;). O outro - que recebeu meu voto para figurar entre os melhores dos anos 2000 na enquete da &lt;a href="http://ligadosblogues.wordpress.com/"&gt;LBC&lt;/a&gt; - é "&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/promessas-de-um-novo-mundo.html"&gt;Promessas de um novo mundo&lt;/a&gt;" e aborda o conflito Israel/Palestina a partir do olhar e das emoções de um grupo de crianças. Os dois são produções magníficas que, no entanto, ainda são pouco conhecidas do grande público. "Babette" foi ganhador do Oscar de filme estrangeiro em 1988 e "Promessas" foi indicado pela Academia a melhor documentário em 2002. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4474547716684664123?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4474547716684664123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4474547716684664123&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4474547716684664123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4474547716684664123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/os-mais-procurados.html' title='Os mais procurados'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SE74_x0B4QI/AAAAAAAAAXw/3NV84Itv5iE/s72-c/festadebabette.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7936035798490732895</id><published>2008-06-05T22:36:00.008-03:00</published><updated>2011-02-11T10:26:08.468-02:00</updated><title type='text'>"Não estou lá"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiVhYgITcI/AAAAAAAAAWQ/CCWC_sblQyI/s1600-h/naoestoulacate.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208577369799413186" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiVhYgITcI/AAAAAAAAAWQ/CCWC_sblQyI/s200/naoestoulacate.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiXAmpT9HI/AAAAAAAAAWw/IWcCAmNY2N0/s1600-h/naoestoulabale.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208579005683594354" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiXAmpT9HI/AAAAAAAAAWw/IWcCAmNY2N0/s200/naoestoulabale.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiVyVBEqfI/AAAAAAAAAWg/i1-ueTiJdzo/s1600-h/naoestoulaheath.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208577660921620978" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiVyVBEqfI/AAAAAAAAAWg/i1-ueTiJdzo/s200/naoestoulaheath.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiV8LEJCPI/AAAAAAAAAWo/M0NBWAtdDTs/s1600-h/naoestoulagere.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208577830048827634" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiV8LEJCPI/AAAAAAAAAWo/M0NBWAtdDTs/s200/naoestoulagere.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(I'm not there, 2007 - Todd Haynes)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao sair do cinema, cheguei a pensar em não tecer comentários a respeito de “Não estou lá”. Afinal, não sou um grande conhecedor da obra de Bob Dylan. Mas um filme não deve ter vida própria, independentemente do que o público conheça a respeito do que ele quer contar? Os bons, sim! E o de Todd Haynes pertence a essa categoria.&lt;br /&gt;Primeiramente porque é instigante e criativa a idéia de escalar vários atores para viver o mesmo personagem, representando características e fases distintas, transformando a vida do músico num gigantesco quebra-cabeça. E ainda que muitas peças não se encaixem, o resultado é inacreditavelmente esplêndido. Porque ao olhar para o que já foi montado, pode-se perceber outras tantas possibilidades devido às lacunas deixadas.&lt;br /&gt;A edição primorosa de Jay Rabinowitz mistura todas as facetas do cantor norte-americano sem, no entanto, deixar que as percamos de vista um só momento. Para cada uma delas, o fotógrafo Edward Lachman cria um registro específico, com imagens coloridas, em preto-e-branco, contemplativas, frenéticas, granuladas e envelhecidas. Assim, o público identifica e acompanha trajetórias que vão do folk ao rock’n’roll, da família às drogas, do engajamento político à poesia, da popularidade à reclusão. Mas Dylan não é só isso, o que Haynes deixa bem claro já no título do filme: apesar das inúmeras referências, o músico não está plenamente retratado ali.&lt;br /&gt;Toda essa riqueza conceitual poderia não chegar aonde deveria se não tivesse um elenco de peso para traduzi-la em atuações e caracterizações inspiradas, especialmente Cate Blanchett (indicada ao Oscar de coadjuvante pelo papel) e Christian Bale. Mas também estão muito bem o garoto Marcus Carl Franklin, Richard Gere, Ben Whishaw (de “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/perfume-histria-de-um-assassino.html"&gt;Perfume: a história de um assassino&lt;/a&gt;”) e Heath Ledger. Embaladas pelas canções de Dylan (a maioria delas interpretada pelo próprio compositor), as histórias defendidas por cada um desses atores ganham em peso, graça, emoção e envolvimento.&lt;br /&gt;“Não estou lá” é, por tudo isso, uma cinebiografia rara, pelo menos no que diz respeito aos padrões hollywoodianos, que produziram recentemente “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/ray/ray.asp"&gt;Ray&lt;/a&gt; (2004)” e “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/02/johnny-e-june.html"&gt;Johnny e June&lt;/a&gt; (2005)”, também sobre a vida de consagrados músicos norte-americanos. O diretor Todd Haynes foge dos lugares-comuns ligados à cronologia e à retratação fiel para deixar horizontes abertos sobre a multiplicidade de pensamentos e atitudes de um artista que faz parte do imaginário de milhões de pessoas. Com isso, ao invés de fazer apenas um filme, ele conseguiu criar uma obra-prima.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7936035798490732895?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7936035798490732895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7936035798490732895&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7936035798490732895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7936035798490732895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/no-estou-l.html' title='&quot;Não estou lá&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEiVhYgITcI/AAAAAAAAAWQ/CCWC_sblQyI/s72-c/naoestoulacate.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1386747535560534922</id><published>2008-06-01T12:03:00.003-03:00</published><updated>2011-02-11T10:25:32.159-02:00</updated><title type='text'>"Estômago"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEK6z5vjYBI/AAAAAAAAAVo/iKUArUMecuk/s1600-h/estomago.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206929520030081042" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEK6z5vjYBI/AAAAAAAAAVo/iKUArUMecuk/s320/estomago.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Estômago, 2007 - Marcos Jorge)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história do cinema é rica em filmes que têm a arte da gastronomia como principal tempero para seus enredos. Do macabro “&lt;a href="http://http//www.cineplayers.com/filme.php?id=1800"&gt;O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante &lt;/a&gt;(Peter Greenaway, 1989)” ao fantasioso “&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/como-agua-para-chocolate/como-agua-para-chocolate.asp"&gt;Como água para chocolate &lt;/a&gt;(Alfonso Arau, 1992)”, do cômico “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/ratatouille.html"&gt;Ratatouille&lt;/a&gt; (Brad Bird, 2007)” ao comovente “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/06/festa-de-babette.html"&gt;A festa de Babette&lt;/a&gt; (Gabriel Axel, 1987), a lista é extensa e de conteúdo bem variado para satisfazer todos os gostos. “Estômago”, a estréia em longa-metragens do diretor Marcos Jorge, mistura elementos de todas essas películas para abordar a influência nefasta do poder sobre a alma humana.&lt;br /&gt;O filme conta a história de Raimundo Nonato (João Miguel em mais um grande momento), nordestino que chega faminto à cidade grande com a esperança de mudar de vida. Ele traz do sertão a ingenuidade de quem busca companheirismo e solidariedade. Encontra maus-tratos e exploração. Sem saída, aceita trabalhar num botequim de quinta a troco da alimentação e de um quartinho imundo para dormir. Mas ali descobre seu dom: começa fazendo coxinha de frango e, pouco tempo depois, já é aprendiz de chef em um restaurante italiano.&lt;br /&gt;No entanto, não é só de fome de comida que o filme trata. Tem apetite sexual de sobra na história. E aqui há que se abrir um parêntese para a atuação de Fabiula Nascimento na pele da garota de programa Íria, que está sempre mastigando, gerando situações inacreditavelmente cômicas, bem como a sede de vingança que colocará o inocente Nonato na cadeia. Confinado, ele adota o nome de Alecrim (erva com a qual faz verdadeiros milagres) e vai descobrir que naquela cela também existe humilhação e, principalmente, hierarquia. O que vemos a partir de então é o resultado de uma edição inteligente, que vai e volta no tempo, aproveitando muito bem os elementos cênicos e narrativos que permitem ligar as distintas histórias do personagem (antes e depois da prisão) até chegar aos desfechos idênticos, com a conquista de prestígio, ascensão e poder.&lt;br /&gt;A transformação é mesmo a tônica de “Estômago”, seja ela referente aos alimentos ou às pessoas. E é a composição de João Miguel para o humilde nordestino com pretensões gastronômicas que confere aquela pitada criativa, capaz de fazer um prato saboroso e requintado a partir da combinação de ingredientes triviais . Quem assistiu a qualquer um dos seus filmes – como “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/03/cinema-aspirinas-e-urubus.html"&gt;Cinema, aspirinas e urubus&lt;/a&gt;” ou “&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/o-cu-de-suely.html"&gt;O céu de Suely&lt;/a&gt;” – sabe ao que estou me referindo. Na fala dele, o texto ganha melodia, cadência e há graça em praticamente todas as cenas. Tal artimanha acaba conquistando o público que, quando menos percebe, já está aplaudindo a vitória da corrupção do bandido Alecrim sobre a integridade do cozinheiro Nonato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1386747535560534922?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1386747535560534922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1386747535560534922&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1386747535560534922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1386747535560534922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/06/estmago.html' title='&quot;Estômago&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SEK6z5vjYBI/AAAAAAAAAVo/iKUArUMecuk/s72-c/estomago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3535487295837172192</id><published>2008-05-26T09:35:00.003-03:00</published><updated>2008-05-26T09:51:56.526-03:00</updated><title type='text'>Demas no SRZD 3</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDqvQZvjYAI/AAAAAAAAAVg/esJB573zDVE/s1600-h/estomago02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204665015703134210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDqvQZvjYAI/AAAAAAAAAVg/esJB573zDVE/s320/estomago02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;"Estômago": a doce sedução do sabor do poder&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele é um nordestino humilde e trabalhador em busca da sobrevivência na cidade grande. Parece muito clichê? Ao assistir a "Estômago", você vai perceber que o filme de Marcos Jorge vai muito além disso, dissecando a gênese do poder e o seu lado mais perverso. Para mais detalhes, clique &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/10317"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3535487295837172192?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3535487295837172192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3535487295837172192&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3535487295837172192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3535487295837172192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/demas-no-srzd-3.html' title='Demas no SRZD 3'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDqvQZvjYAI/AAAAAAAAAVg/esJB573zDVE/s72-c/estomago02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7742226755267615480</id><published>2008-05-26T09:26:00.005-03:00</published><updated>2011-02-11T10:27:22.640-02:00</updated><title type='text'>"Um beijo roubado"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDqs6ZvjX_I/AAAAAAAAAVY/jo_MT7Hh6Pk/s1600-h/beijoroubado2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204662438722756594" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDqs6ZvjX_I/AAAAAAAAAVY/jo_MT7Hh6Pk/s320/beijoroubado2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (My blueberry nights, 2007 - Wong Kar-Wai)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em trabalhos recentes, como “Amor à flor da pele (2000)” e “2046 - Os segredos do amor (2004)”, Wong Kar-Wai abordou as desilusões amorosas. No primeiro filme, elas são impostas pelas rígidas convenções sociais que pesam sobre a união de um casal de amantes na Hong Kong dos anos 1960. No segundo, o amor não se consuma porque o personagem está, na verdade, atrás de uma mulher do passado. Mas com “Um beijo roubado”, seu primeiro filme com atores não-chineses e todo falado em inglês, o diretor acena para a possibilidade de um desfecho diferente.&lt;br /&gt;A história começa num café em Nova York, onde Elizabeth (boa estréia da cantora Norah Jones como atriz) chega em busca de informações sobre o namorado, freqüentador do local. Certa de que seu romance chegou ao fim, ela deixa as chaves do apartamento com Jeremy (Jude Law), proprietário do estabelecimento, para que sejam devolvidas ao ex. No entanto, a moça acaba retornando ao café todas as noites. Conversa vai, conversa vem, uma torta daqui, uma bebida dali, um vínculo se estabelece entre Elizabeth e Jeremy. Ainda assim, ela decide partir sem destino certo, percorrendo o interior do país enquanto descobre as estradas recônditas de sua própria alma. De cidade em cidade, vai trabalhando como garçonete, conhece outras histórias de solidão e prepara o caminho de volta para a alegria e os novos sonhos.&lt;br /&gt;Por se transformar numa espécie de road-movie na sua segunda metade, “Um beijo roubado” abandona os ambientes fechados e opressores, comuns ao trabalho de Kar-Wai, e nos entrega a amplidão das paisagens desérticas dos EUA. Porém, as demais características do cinema do diretor estão todas lá: as cores fortes, as câmeras lentas, as canções apaixonadas e as belas mulheres. Nesse último quesito, se você reparar bem, verá traços de semelhança nos rostos das personagens de Norah Jones, Natalie Portman e Rachel Weisz, como se essa escolha de elenco estivesse nos dizendo que na dor somos todos (quase) iguais. E por falar em Rachel Weisz, ela nunca esteve tão deslumbrantemente sedutora como nesse papel da ex-esposa de um policial alcoólatra, vivido com brilhantismo pelo ator David Strathairn. Com certeza, a história dos dois é a parte mais (in)tensa do filme.&lt;br /&gt;Mas é dentro do charmoso café nova-iorquino que se encontram os muitos elementos metafóricos que enriquecem o roteiro de “Um beijo roubado” e aguçam os sentidos de quem busca as delicadezes e sutilezas da obra de Wong Kar-Wai: a torta de blueberry intocada à espera de quem queira descobrir seu sabor; as chaves deixadas pelos amantes abandonados; as portas que não podem seguir trancadas para sempre; a câmera de segurança cujos registros servem para proteger sim, mas da solidão...&lt;br /&gt;E eu não poderia terminar esse texto sem falar do tal roubo descrito no título do filme. Ainda que ele aconteça na primeira metade da película, o cineasta nos reserva os instantes finais para revelar o significado e as consequências daquele beijo, que já entrou para a galeria dos mais belos e criativos de todos os tempos. Quer ver outra grande decisão do diretor? Eu já dava como certo que a interpretação encantadora de Otis Redding para “Try a little tenderness”, que pontua boa parte da película, encheria a sala no exato momento em que os lábios se tocassem. Ledo engano! É o silêncio absoluto que entra em cena, deixando ainda mais inesquecível aquela promessa de felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7742226755267615480?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7742226755267615480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7742226755267615480&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7742226755267615480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7742226755267615480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/um-beijo-roubado.html' title='&quot;Um beijo roubado&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDqs6ZvjX_I/AAAAAAAAAVY/jo_MT7Hh6Pk/s72-c/beijoroubado2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-991040637056505405</id><published>2008-05-20T00:46:00.004-03:00</published><updated>2008-05-20T01:00:14.582-03:00</updated><title type='text'>Demas no SRZD 2</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDJJzmbvEJI/AAAAAAAAAVQ/XDfpY7yy3A8/s1600-h/beijoroubado3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202301670405378194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDJJzmbvEJI/AAAAAAAAAVQ/XDfpY7yy3A8/s320/beijoroubado3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rachel Weisz: a musa de "Um beijo roubado"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história é muito boa, a trilha sonora é espetacular, o elenco está afiadíssimo com o espírito kar-waiano de filmar... Tudo funciona bem, mas o filme é - sem sombra de dúvida - da coadjuvante Rachel Weisz, linda como nunca antes, defendendo uma personagem amargurada pelo término de um relacionamento que parece não ter fim. Quer saber mais sobre "Um beijo roubado"? É só clicar &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?id=8222"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-991040637056505405?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/991040637056505405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=991040637056505405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/991040637056505405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/991040637056505405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/demas-no-srzd-2.html' title='Demas no SRZD 2'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDJJzmbvEJI/AAAAAAAAAVQ/XDfpY7yy3A8/s72-c/beijoroubado3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1430567788026928632</id><published>2008-05-20T00:16:00.007-03:00</published><updated>2011-02-11T10:27:48.981-02:00</updated><title type='text'>"Sicko - $O$ Saúde"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDJCvmbvEII/AAAAAAAAAVI/gQa7y8mYu-c/s1600-h/sicko.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202293905104507010" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDJCvmbvEII/AAAAAAAAAVI/gQa7y8mYu-c/s320/sicko.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Sicko, 2007 - Michael Moore)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Costuma-se dizer que os filmes de Michael Moore são falsos documentários, por causa do caráter manipulador do diretor. Para mim, o que interessa é que ele toca na ferida e faz o público pensar bastante sobre os temas abordados. Foi assim com “Tiros em Columbine”, sobre a obsessão dos cidadãos norte-americanos por armas de fogo, mostrando – dentre outras coisas – a facilidade de adquiri-las, bastando chegar na loja, pedir o modelo desejado, pagar e sair. Algo tão simples como comprar uma camiseta.&lt;br /&gt;Agora, em “Sicko - $O$ Saúde”, ele aponta sua câmera para a máfia dos planos de saúde na Terra do Tio Sam, com seus valores altíssimos (e inacessíveis para quase 50% da população) e restrições absurdas, incluindo pagamento de bônus aos médicos-peritos com percentual diretamente proporcional ao número de exames e procedimentos negados aos pacientes. Moore ilustra toda essa sordidez entrevistando um grupo de doentes americanos. Seus dramas beiram o absurdo.&lt;br /&gt;A fim de incitar ainda mais o público e os "mafiosos empresários e políticos", o diretor resolve visitar países como Canadá, Inglaterra e França - tão capitalistas quanto os EUA - para entender seus sistemas de saúde socializada. O que vemos a partir de então é inacreditável: em todas essas nações, o paciente é (muito bem) atendido, qualquer que seja sua necessidade, sem encargo algum. Há inclusive casos em que o hospital paga até a passagem de volta para casa, quando o enfermo não tem condições financeiras de fazê-lo.&lt;br /&gt;“Para cuidar assim do seu povo, então esses governantes não devem pagar seus profissionais de saúde a contento”, instiga Moore num dado momento, para em seguida mostrar o Astra e o sobrado de US$ 1 milhão de um dos médicos europeus. “Então, o gargalo está no cidadão, que deve pagar uma carga tributária monstruosa”, continua Moore. Qual o quê! A maior preocupação de um casal de classe média entrevistado é com o preço do pescado e com as viagens de férias(!). E as mamães francesas?! Além da licença-maternidade, elas ganham o auxílio de uma assistente (entenda-se babá, faxineira, cozinheira...), de 2 a 3 vezes por semana, com tudo pago... pelo governo.&lt;br /&gt;Mas é na parte final que vem a alfinetada maior: o provocador Moore leva o grupo de americanos para ser examinado e tratado em Cuba. E mais não direi. A não ser que saí do cinema estarrecido, escandalizado e indignado com o caos da sáude norte-americana. Por quê? Porque qualquer semelhança com o que enfrentamos no Brasil não é mera coincidência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1430567788026928632?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1430567788026928632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1430567788026928632&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1430567788026928632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1430567788026928632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/sicko-o-sade.html' title='&quot;Sicko - $O$ Saúde&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDJCvmbvEII/AAAAAAAAAVI/gQa7y8mYu-c/s72-c/sicko.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-499461514660175765</id><published>2008-05-19T23:39:00.005-03:00</published><updated>2011-02-11T10:28:19.758-02:00</updated><title type='text'>"Apenas uma vez"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDI6PmbvEHI/AAAAAAAAAVA/41XLmmn2bcs/s1600-h/apenasumavez.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202284559255670898" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDI6PmbvEHI/AAAAAAAAAVA/41XLmmn2bcs/s320/apenasumavez.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Once, 2006 - John Carney)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sua “Canção de protesto”, Caetano Veloso diz que “99 e um pouco mais por cento das músicas que existem são de amor”. Em “Apenas uma vez”, essa estatística chega a 100%. Isso mesmo: todas as canções do filme são de amor e não poderia ser diferente, uma vez que a proposta inicial do diretor e roteirista John Carney era fazer um longa-metragem onde as composições se encaixassem no roteiro para revelar as verdades dos seus personagens. Com isso, o público ganhou um musical que – se não possui o glamour associado ao gênero – tem uma trilha sonora arrebatadora, justamente por ser a alma da película.&lt;br /&gt;Para conseguir realizar essa façanha com tamanho êxito, temos uma boa justificativa: foram chamados, para viver o casal de protagonistas, os músicos Glen Hansard e Markéta Irglová, que são responsáveis pela composição e/ou interpretação da maioria absoluta das canções ouvidas em “Apenas uma vez”. Ele já havia trabalhado com Alan Parker em “The Commitments – Loucos pela fama (1991)”e é vocalista da “The Frames”, banda de sucesso na Irlanda; ela – que tinha apenas 17 anos durante as gravações - é uma compositora e multiinstrumentista tcheca estreando como atriz. Na vida real, eles se conheceram quando Hansard fez uma viagem a Praga, onde tocaram juntos, o que rendeu a participação de Irglová no primeiro álbum solo dele e a indicação para interpretar a garota do filme.&lt;br /&gt;Já em “Apenas uma vez”, o encontro se dá numa calçada de Dublin, onde uma jovem vendedora de flores – que aprendeu a tocar piano ainda pequena, incentivada pelo pai – é atraída pela apresentação de um cantor de rua. Imediatamente, uma afinidade se estabelece, até porque eles têm outra coisa em comum: o coração partido. É essa desilusão amorosa que alimenta as letras do músico. E é a intensidade dos sentimentos dele, revelada nas canções, que a pianista gostaria de ter encontrado no parceiro que a abandonou, quando ela resolveu deixar a República Tcheca para tentar a sorte na Irlanda. Está armado o cenário para que muitas emoções envolvam esses amantes abandonados.&lt;br /&gt;Dali até o final do filme, as músicas se sucedem para revelar as histórias desses personagens, descrevendo seus medos e decepções, alegrias e sonhos, enquanto uma nova realidade vai sendo orquestrada por essa aproximação que promete mudar suas rotinas e vidas. Numa das cenas mais belas do longa, os dois vão até uma loja de instrumentos, onde ele mostra a letra de uma canção, seus acordes ao violão e a convida para acompanhá-lo no piano. É nesse momento que o público ouve “Falling slowly”, canção que levou o Oscar 2008. Impossível não se emocionar, o que acontece também durante a execução de “The hill”, composta pela garota e interpretada numa sala praticamente escura, como se assim ela pudesse ocultar o sofrimento que aquela canção carrega. O plano-sequência do final é igualmente espetacular: ah, se fosse possível decifrar aquele olhar atravessando a janela enquanto a câmera se distancia da cena...&lt;br /&gt;Por representar mais da metade da duração do filme, a trilha sonora é, literalmente, a força-motriz de “Apenas uma vez”, uma produção de estrutura simples, baixo orçamento, com elenco pequeno e desconhecido. Ainda assim, John Carney reverteu a lógica, transformando pouco em muito, ao deixar que suas lentes registrassem uma história universal de descobertas, superação e gratidão, com um final tão delicado e verdadeiro quanto os sentimentos que transformaram dor e angústia em belíssimas canções. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-499461514660175765?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/499461514660175765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=499461514660175765&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/499461514660175765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/499461514660175765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/apenas-uma-vez.html' title='&quot;Apenas uma vez&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SDI6PmbvEHI/AAAAAAAAAVA/41XLmmn2bcs/s72-c/apenasumavez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5220216152435350910</id><published>2008-05-11T17:15:00.006-03:00</published><updated>2008-05-11T18:04:30.788-03:00</updated><title type='text'>Você é o que você vê</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCdUvGbvEBI/AAAAAAAAAUQ/AZk49JeCRfc/s1600-h/4-meses-3-semanas-e-2-dias08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199217462980055058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCdUvGbvEBI/AAAAAAAAAUQ/AZk49JeCRfc/s320/4-meses-3-semanas-e-2-dias08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cena de "4 meses, 3 semanas e 2 dias": aborto em questão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recentemente, o jornal O Popular (GO) publicou uma reportagem sobre a dissertação de mestrado do psicólogo Keynes Fortes, que procura estabelecer uma relação entre o gênero de filme e a personalidade de quem o assiste, algo assim bem traduzido pelo título da matéria: "&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.opopular.com.br/anteriores/13abr2008/opopular2/1.htm"&gt;Diga-me o que vês e&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;... (eu direi quem tu és)". Fortes entrevistou mais de 900 espectadores, distribuindo suas características comportamentais em &lt;a href="http://www.opopular.com.br/anteriores/13abr2008/opopular2/2.htm"&gt;15 categorias &lt;/a&gt;cinematográficas. A repórter Rute Guedes &lt;a href="http://www.opopular.com.br/anteriores/13abr2008/opopular2/3.htm"&gt;ouviu alguns cinéfilos &lt;/a&gt;que falaram sobre suas preferências e corroboraram a tese do psicólogo. E você, o que pensa disso? Se quiser saber mais, é só clicar nos links acima.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5220216152435350910?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5220216152435350910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5220216152435350910&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5220216152435350910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5220216152435350910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/diga-me-o-que-vs-e.html' title='Você é o que você vê'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCdUvGbvEBI/AAAAAAAAAUQ/AZk49JeCRfc/s72-c/4-meses-3-semanas-e-2-dias08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3518969767691147060</id><published>2008-05-09T22:58:00.004-03:00</published><updated>2008-05-20T01:01:49.322-03:00</updated><title type='text'>Demas no SRZD</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCUDArRD2hI/AAAAAAAAAUI/sIzeIKLGpAI/s1600-h/once_07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198564655018269202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCUDArRD2hI/AAAAAAAAAUI/sIzeIKLGpAI/s320/once_07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Trilha sonora é a alma de "Apenas uma vez"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir de hoje, estou com uma coluna semanal no site do jornalista &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/"&gt;Sidney Rezende&lt;/a&gt;. Assim, sempre às sextas-feiras, na editoria "Cultura", escreverei sobre algum filme que esteja em cartaz no país. Para começar, escolhi o musical "&lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?id=8052"&gt;Apenas uma vez&lt;/a&gt;", vencedor do Oscar 2008 de canção original com a bela "Falling slowly". Para ler a crítica, clique &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?id=8052"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;PS: Mas o Cine Dema(i)s seguirá seu ritmo normal, com mais comentários por aqui, a qualquer momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3518969767691147060?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3518969767691147060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3518969767691147060&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3518969767691147060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3518969767691147060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/05/demas-no-srzd.html' title='Demas no SRZD'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCUDArRD2hI/AAAAAAAAAUI/sIzeIKLGpAI/s72-c/once_07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7544509099180451673</id><published>2008-04-28T18:24:00.017-03:00</published><updated>2008-06-06T19:58:13.758-03:00</updated><title type='text'>Meme: filmes subestimados</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCJl_sN_4tI/AAAAAAAAAT4/4_G8clhF3mI/s1600-h/na-cama03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197829064815010514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCJl_sN_4tI/AAAAAAAAAT4/4_G8clhF3mI/s320/na-cama03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recebi o convite do &lt;a href="http://www.monolito.org/"&gt;Daniell&lt;/a&gt; para listar 5 filmes que eu considero subestimados pelo grande público. Quem me conhece sabe da minha dificuldade para listar melhores, piores e afins. Daí, ao invés de 5, citei o dobro. Então, vamos lá: aqui no Cine Dema(i)s, “convite feito é convite aceito”. Ah, e a ordem não obedece nenhuma preferência. Os comentários estão "linkados" nos títulos. Os números na frente de cada um são as médias alcançadas nas avaliações do IMDb e a quantidade de votantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/01/caiu-do-cu.html"&gt;Caiu do céu&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,2 / 8.901)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/01/pantaleo-e-as-visitadoras.html"&gt;Pantaleão e as visitadoras&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,4 / 806)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/02/reconstruo-de-um-amor.html"&gt;Reconstrução de um amor&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,2 / 2.555)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/04/o-agente-da-estao.html"&gt;O agente da estação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,9 / 16.704)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/05/o-veneno-da-madrugada.html"&gt;O veneno da madrugada&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (6,2 / 45)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;6) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/06/festa-de-babette.html"&gt;A festa de Babette&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,7 / 4.996)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;7) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/06/betty-blue.html"&gt;Betty Blue&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,3 / 4.844)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;8) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2006/11/casa-do-lago.html"&gt;A casa do lago&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (6,9 / 23.806)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;9) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/na-cama.html"&gt;Na cama&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (6,6 / 376)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;10) &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cinedemais.blogspot.com/2007/11/propriedade-privada.html"&gt;Propriedade privada&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (7,2 / 346)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista que escolhi 10 filmes, vou subverter outra vez e convidar 10 blogueiros para continuarem essa corrente. Que fique claro para os convidados que bastam apenas 5 filmes e 5 novos convidados, ok? Passo a bola então para o &lt;a href="http://cinefilia.fezocasblurbs.com/"&gt;Moacir&lt;/a&gt; (Cinefilia), &lt;a href="http://cronicascinefilas.blogger.com.br/"&gt;Wallace&lt;/a&gt; (Crônicas Cinéfilas), &lt;a href="http://cinemira.blogspot.com/"&gt;Eduardo&lt;/a&gt; (Mira!), &lt;a href="http://livroantigo.blogspot.com/"&gt;Janaina&lt;/a&gt; (Alfarrábio), &lt;a href="http://marinaw.com.br/"&gt;Marina&lt;/a&gt; (Blowg), &lt;a href="http://fezocasblurbs.com/"&gt;Fer&lt;/a&gt; (Cinefilia, Chatterbox e Chucrute com salsicha), &lt;a href="http://luiselmau.blogspot.com/"&gt;Luis&lt;/a&gt; (El Mau), &lt;a href="http://blogdasuzi.blogspot.com/"&gt;Suzi&lt;/a&gt; (Suzi), &lt;a href="http://beths.zip.net/"&gt;Beth&lt;/a&gt; (Tudo pode acontecer) e &lt;a href="http://prosadededo.zip.net/"&gt;Kellen &lt;/a&gt;(Dedo de prosa).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7544509099180451673?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7544509099180451673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7544509099180451673&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7544509099180451673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7544509099180451673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/04/meme-filmes-subestimados.html' title='Meme: filmes subestimados'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/SCJl_sN_4tI/AAAAAAAAAT4/4_G8clhF3mI/s72-c/na-cama03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1157617535426822143</id><published>2008-03-14T10:17:00.007-03:00</published><updated>2011-02-11T10:29:05.597-02:00</updated><title type='text'>"Estamos bem mesmo sem você"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R9p_B2IttaI/AAAAAAAAAOE/7Wn27dRzxTY/s1600-h/estamosbem01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177590391304467874" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R9p_B2IttaI/AAAAAAAAAOE/7Wn27dRzxTY/s320/estamosbem01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Anche libero va bene, 2006 - Kim Rossi Stuart)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No futebol, líbero é um zagueiro que, sem marcar especialmente nenhum adversário, tem por função aproveitar as ocasionais sobras de disputas de bola ou cobrir as eventuais falhas dos seus companheiros. E é nessa posição que se encaixa perfeitamente o pequeno Tommaso (Alessandro Morace em brilhante estréia) dentro do jogo desequilibrado de perdas e danos em que vive com o pai e a irmã mais velha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abandonados pela mãe, eles tentam tocar o barco familiar. O problema é que o mar em que navegam nunca está tranqüilo. O pai tenta suprir todas as lacunas - emocionais e caseiras - e está quase sempre à beira de um ataque de nervos. E os filhos, cheios de responsabilidades e cobranças, são apenas crianças tentando assumir uma postura adulta, o que acaba resultando em insegurança, medos, inconseqüência e desilusões... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O grande problema é que todas as vezes em que as coisas estão ficando mais calmas, a mãe retorna. E o marido - que cobra uma postura de vencedor, principalmente do filho - sempre cede. A fraqueza dele passa a ser co-responsável pelo caos emocional de todos, não ficando o papel de vilão apenas para a esposa desnaturada. Ao brincar de reestruturar o lar (porque ambos sabem que a reaproximação não vai durar), eles acabam abrindo mais feridas ao invés de cicatrizar as já existentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num dos momentos mais tocantes de "Estamos bem mesmo sem você", Tommaso - que sonha ser jogador de futebol - se expõe deliberadamente ao fracasso, durante uma competição de natação, para mostrar que não quer mais saber daquele esporte. Ver o filho como um derrotado reforça um sentimento que o pai se recusa a enxergar em si mesmo, gerando mais briga, rancor e intolerância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas passados alguns dias, é esse "basta!" do garoto que traz a reflexão e a possibilidade de harmonia para dentro de casa outra vez. Porque o fantasma da mãe-que-sempre-volta-para-tornar-a-ir-embora ainda irá assombrar, como revela a a última e mais emocionante cena do filme, protagonizada por Alessandro Morace, que é - sem sombra de dúvida - a estrela desse primeiro longa de Stuart, impregnando veracidade à montanha-russa de emoções do seu personagem. E olha que o núcleo de atores que compõe a família destroçada (Kim Rossi Stuart/pai, Barbora Bobulova/mãe e Marta Nobili/irmã) é praticamente impecável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É curiosa a maneira como a fotografia realça a confusão de sentimentos que envolve toda a história. Quando a mãe está ausente e os abandonados parecem (muito) bem, ao tentar reconstruir suas vidas, são as sombras e penumbras que predominam. No entanto, a película se enche de cor e luz com o retorno da figura materna, apesar de toda a instabilidade, incerteza e angústia que ela traz consigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1157617535426822143?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1157617535426822143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1157617535426822143&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1157617535426822143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1157617535426822143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/03/estamos-bem-mesmo-sem-voc.html' title='&quot;Estamos bem mesmo sem você&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R9p_B2IttaI/AAAAAAAAAOE/7Wn27dRzxTY/s72-c/estamosbem01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6257092590237850066</id><published>2008-02-28T16:52:00.012-03:00</published><updated>2011-02-11T10:29:38.832-02:00</updated><title type='text'>A política versus Anna e Marjane</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As produções francesas "A culpa é do Fidel" e "Persépolis" têm muito mais em comum do que o idioma falado: ambas têm mulheres na direção e abordam a visão de crianças sobre as transformações políticas que adentram seus lares e deixam de cabeça para baixo tudo o que elas julgavam entender sobre o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8cR-FPpQ5I/AAAAAAAAANo/kU4t4W48gx8/s1600-h/culpafidel.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172122455315661714" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8cR-FPpQ5I/AAAAAAAAANo/kU4t4W48gx8/s320/culpafidel.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(A culpa é do Fidel!/La faute à Fidel!, 2006 - Julie Gavras)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em "A culpa é do Fidel", a pequena Anna vive em Paris, em 1970, quando é arrancada de sua realidade pequeno-burguesa pelo pesadelo do comunismo. Pelo menos é assim que a babá cubana (que odeia Fidel Castro) explica as mudanças de comportamento dos pais da menina. A verdade é que ela vê sua casa ser "invadida" pela esposa e filha do seu tio espanhol, assassinado pelo ditadura franquista. Esse incidente mexe com os valores do pai de Anna, que viaja ao Chile após a eleição de Salvador Allende, e volta politicamente engajado, abandona o emprego, muda-se com a família para um apartamento menor e proibe que a filha frequente as aulas de catecismo. Todas essas mudanças caem como uma bomba sobre o mundinho de Anna, que passa a fazer coro com a babá contra os barbudos vermelhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O encantamento do filme está praticamente nas mãos da pequena estreante Nina Kervel-Bey (guardem esse nome!), que cria uma protagonista adorável, cuja curiosidade, inteligência e petulância são as armas utilizadas para defender as suas verdades. Em tempo: é o segundo trabalho de direção de Julie Gavras, filha do cineasta grego Constantin Costa-Gavras (de "Z", "Amém" e "O corte").&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8cRsFPpQ4I/AAAAAAAAANg/jkrEE66woDo/s1600-h/persepolis2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172122146078016386" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8cRsFPpQ4I/AAAAAAAAANg/jkrEE66woDo/s320/persepolis2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Persépolis/Persepolis, 2007 - Marjane Satrapi &amp;amp; Vincent Paronnaud)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em "Persépolis", o filme começa com a jovem iraniana Marjane vivendo em Paris e relembrando os acontecimentos políticos que marcaram sua infância e adolescência. Baseada nos quadrinhos da própria diretora, essa animação em preto-e-branco também concentra sua graça na inteligência da pequena e questionadora Marjane, ao tentar entender as transformações que a Revolução Iraniana provocava no seu mundinho, no final da década de 1970, com a queda da ditadura do xá Reza Pahlevi e a ascenção da república do aiatolá Khomeini. É engraçada a cena em que a garotinha diz não saber porque "está todo mundo falando mal do xá", sem entender que não existia liberdade anteriormente para tal manifestação. Mas o sonho de mudanças dura pouco, uma vez que a política do aiatolá exerce um controle também tirano sobre a população iraniana, interferindo na sua maneira de agir e vestir. E é essa dura realidade que leva Marjane ao exílio na França, aos 14 anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar do tema forte, a história tem várias situações engraçadas, das brigas infantis às primeiras desilusões amorosas: a cena em que o "príncipe encantado" é pintado como um (quase) ogro é hilária. O filme - que foi indicado ao Oscar de animação - é a estréia em longa-metragem dos diretores e tem Catherine Deneuve e Chiara Mastroianni (mãe e filha na vida real) dublando mãe e filha na ficção. Para quem ainda não sabe o porquê do nome do filme, Persépolis era a capital do Império Persa e, em 1979, foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6257092590237850066?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6257092590237850066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6257092590237850066&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6257092590237850066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6257092590237850066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/02/poltica-versus-anna-e-marjane.html' title='A política versus Anna e Marjane'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8cR-FPpQ5I/AAAAAAAAANo/kU4t4W48gx8/s72-c/culpafidel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1768167477545240894</id><published>2008-02-27T19:16:00.010-03:00</published><updated>2011-02-11T10:30:03.606-02:00</updated><title type='text'>"Na natureza selvagem"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8XsGVPpQ2I/AAAAAAAAANQ/s0QbMA45ja4/s1600-h/intothewild.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171799340631016290" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8XsGVPpQ2I/AAAAAAAAANQ/s0QbMA45ja4/s320/intothewild.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Into the wild, 2007 - Sean Penn)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguém poderia tentar me explicar por que esse filme foi tão esnobado pela Academia? A saga do jovem Chris (Emile Hirsch numa atuação cativante) em busca de valores e sentimentos que não encontra em casa é um soco no estômago de uma sociedade materialista, fria e dissimulada como a nossa. E o fato da atitute do rapaz ser bem radical (ir para o Alasca sem avisar a ninguém, simplesmente desaparecendo) nos dá a dimensão da sua solidão e deslocamento. Numa montagem (indicada ao Oscar) cheia de idas e vindas, acompanhamos as possíveis razões do afastamento e os grandes encontros que vão acontecendo pelo caminho do andarilho, todos fabulosos, seja pelo conteúdo dos diálogos ou pela atuação dos coadjuvantes, com destaque para Catherine Keener (a hippie), Vince Vaughn (o fazendeiro), Hal Holbrook (indicado ao Oscar de coadjuvante pelo papel do viúvo solitário), Marcia Gay Harden e William Hurt (pais do protagonista). Sean Penn - que assina roteiro e direção - fez um trabalho fabuloso com todo o elenco, que transborda emoção em cada cena com a mesma intensidade com que a natureza se revela ao longo da projeção. E o que dizer da trilha sonora? Ela literalmente nos faz mergulhar na essência da história e nos segura na poltrona até que o último crédito desapareça da tela. "Na natureza selvagem" é para ser visto e revisto e revisto e revisto e... &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1768167477545240894?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1768167477545240894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1768167477545240894&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1768167477545240894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1768167477545240894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/02/na-natureza-selvagem.html' title='&quot;Na natureza selvagem&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8XsGVPpQ2I/AAAAAAAAANQ/s0QbMA45ja4/s72-c/intothewild.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3452343158221786239</id><published>2008-02-25T13:10:00.014-03:00</published><updated>2008-02-25T23:35:39.008-03:00</updated><title type='text'>A (quase) perfeição do Oscar 2008</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8LrMVPpQ0I/AAAAAAAAAM8/4S0H7t-fv3Y/s1600-h/desejo+e+reparaÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170953919268471618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8LrMVPpQ0I/AAAAAAAAAM8/4S0H7t-fv3Y/s320/desejo+e+repara%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; O DESEJO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A 80ª edição do Oscar foi marcada por desejos e reparações. Primeiramente, porque há tempos não se tinha uma seleção de filmes tão boa. Ao saírem os indicados, era difícil ver alguém reclamando de injustiças. Mas ainda restava aquele receio de que o desfecho da festa pudesse deixar uma ressaca danada, como acontecera tantas outras vezes e - recentemente - em 2006, quando o franco favorito "O segredo de Brokeback Mountain" foi atropelado por "Crash - No limite" já na reta final. Por essa e outras, havia um grande desejo de que fosse diferente agora. E pelo menos dois dos indicados ao prêmio máximo poderiam ganhar sem causar grandes protestos. "Sangue negro" e "Onde os fracos não têm vez" vinham dividindo o posto de melhor filme segundo a crítica (e o público também), incensando - merecidamente - o trabalho dos diretores Paul Thomas Anderson e Joel &amp;amp; Ethan Coen. No entanto, havia ainda a possibilidade de que "Desejo e reparação" pudesse levar a estatueta, por ser um filme de estrutura mais clássica e convencional, bem a cara da Academia. Mas mesmo essa possibilidade, não seria de todo ruim, afinal a adaptação do livro "Reparação", do escritor Ian McEwan, foi muita elogiada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8Lq21PpQzI/AAAAAAAAAM0/U4FkgxUhYBc/s1600-h/onde+os+fracos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170953549901284146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8Lq21PpQzI/AAAAAAAAAM0/U4FkgxUhYBc/s320/onde+os+fracos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; A REPARAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ganhar o prêmio de melhor ator coadjuvante, Javier Bardem abriu o caminho para a consagração do filme dos irmãos Coen. Nenhuma controvérsia, nenhum deslize da Academia aqui, visto que a irrepreensível criação do assassino da pistola de ar comprimido assustou (e encantou) o planeta, já colocando o personagem naquela galeria de criminosos inesquecíveis (?!) do cinema. E aí veio a estatueta de roteiro adaptado para "Onde os fracos não têm vez". Merecidíssima, afinal, a partir de uma história que parecia inadaptável para a telona, nasceu um filme envolvente e (in)tenso, para ficar com poucos adjetivos. A última vez em que os irmãos Coen foram ao Oscar com tantas chances de prêmios foi em 1997. O filme era "Fargo" e chegou ao Shrine Auditorium indicado em sete categorias e saiu com apenas duas estatuetas: roteiro original e atriz (Frances McDormand). Mas muitas outras boas produções deles foram injustamente esnobadas pela Academia. "Gosto de sangue (1984)", "Arizona nunca mais (1987)", "Ajuste final (1990)", "Na roda da fortuna (1994)" e "O grande Lebowski (1998) não receberam nenhuma indicação. Laureado com a Palma de Ouro, direção e ator em Cannes, "Barton Fink - Delírios de Hollywood (1991)" não ganhou nada no Oscar. O divertidíssimo "E aí, meu irmão, cadê você? (2000)" só recebeu duas indicações (roteiro adaptado e fotografia) e saiu de mãos abanando. E o competente "O homem que não estava lá (2001)" só foi indicado para fotografia. Mas em 2008, a reparação foi feita: Joel &amp;amp; Ethan foram eleitos os melhores diretores e "Onde os fracos não têm vez" levou o Oscar de melhor filme. É bem verdade que após a morte do caçador Moss (Josh Brolin), a história - que vinha frenética - dá uma freada brusca. Essa elipse do encontro final entre o protagonista e o assassino - que seria o ponto alto da película, em função do magnetismo dos dois personagens - é uma grande falha. A partir dali, o interesse pelo desfecho cai muito. Entretanto, pela maestria com que eles contruíram os 4/5 iniciais do filme e pelo conjunto da obra dos Coen, valem as estatuetas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8LqulPpQyI/AAAAAAAAAMs/OrI4MuWwFvM/s1600-h/sangue+negro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170953408167363362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8LqulPpQyI/AAAAAAAAAMs/OrI4MuWwFvM/s320/sangue+negro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;E OS NOVOS ESTRAGOS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pena mesmo é que "Sangue negro" tenha ficado somente com ator (Daniel Day-Lewis) e fotografia. Outra injustiça foi "Desejo e reparação" levar apenas trilha sonora. Aliás, acho que o filme merecia ter sido indicado em - pelo menos - outras três categorias: diretor (Joe Wright), ator (James McAvoy) e atriz (Keira Knightley). Também não concordei com o prêmio para atriz coadjuvante: Tilda Swinton está apenas correta em "Conduta de risco" e a estatueta me pareceu um consolo para o filme de Tony Gilroy. Deveria ter sido Cate Blanchett, por "Não estou lá" ou - até mesmo - Saoirse Ronan, por "Desejo e reparação". Todos têm falado muito de Javier Bardem no filme dos irmãos Coen, mas a atuação de Josh Brolin não deixa nada a desejar em relação à do ator espanhol. E, é claro, seu nome tinha de constar entre os indicados. Também não faço parte do grupo que tem incensado o roteiro de "Juno". Em nenhum momento, a história da adolescente que não soube evitar uma gravidez, mas que é supermadura para lidar com a doação do filho para um casal estéril, conseguiu me convencer e emocionar. A naturalidade com que a família da garota entende e aceita tudo é inverossímil. "Sweeney Todd - O barbeiro demoníaco da Rua Fleet", do Tim Burton, merecia ter levado o prêmio de figurino e poderia ter recebido indicações para maquiagem (ao invés dos batidos "Piratas do Caribe 3" ou "Norbit"), direção e filme (ambas no lugar de "Juno"). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;PS: E viva Marion Cotillard! Com todo respeito a Julie Christie, mas essa francesa é a razão de ser de "Um hino ao amor". Sem ela, o filme desafinaria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3452343158221786239?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3452343158221786239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3452343158221786239&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3452343158221786239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3452343158221786239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/02/quase-perfeio-do-oscar-2008.html' title='A (quase) perfeição do Oscar 2008'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R8LrMVPpQ0I/AAAAAAAAAM8/4S0H7t-fv3Y/s72-c/desejo+e+repara%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3080459794571922832</id><published>2008-01-23T12:45:00.000-02:00</published><updated>2008-01-23T12:49:20.945-02:00</updated><title type='text'>Heath Ledger</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5dTaI20YeI/AAAAAAAAAK0/UZ7QHumePvI/s1600-h/ledger+batman.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158683606695305698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5dTaI20YeI/AAAAAAAAAK0/UZ7QHumePvI/s320/ledger+batman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro trabalho de Ledger a que assisti foi "O patriota (2000)", do Roland Emmerich. E não gostei. Depois, vi "A última ceia (2001)", do Marc Foster, em que ele faz um suicida. Ali, sua atuação já me chamou a atenção. Mas foi com "O segredo de Brokeback Mountain (2005)" que ele passou para o time dos atores cuja presença no casting me fazem querer ir ao cinema. Tanto pela coragem de abraçar uma personagem polêmica como o cowboy Ennis Del Mar quanto pela atuação brilhante, Ledger tornou-se um dos meus jovens atores preferidos. Depois da obra-prima de Ang Lee, só fui ver o ator australiano outra vez em "Candy (2006)", do Neil Armfield, em que ele interpreta um viciado em heroína. Mais um bom trabalho. Em dezembro de 2007, aproveitei o recesso das festas de fim-de-ano para ver alguns filmes que deixei passar em branco nas telonas e dei uma atualizada na filmografia de Ledger. Vi "Coração de cavaleiro", "Casanova", "Honra &amp;amp; coragem: as quatro plumas" e "Os irmãos Grimm". E confirmei a certeza de estar diante de um talentoso jovem ator. Anteontem, conferi o trailer de "Batman - O cavaleiro das trevas". E não restou dúvida: o filme é do Coringa, é de Heath Ledger.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3080459794571922832?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3080459794571922832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3080459794571922832&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3080459794571922832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3080459794571922832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/01/heath-ledger_23.html' title='Heath Ledger'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5dTaI20YeI/AAAAAAAAAK0/UZ7QHumePvI/s72-c/ledger+batman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-857086839053103476</id><published>2008-01-23T12:20:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:30:38.388-02:00</updated><title type='text'>"Casanova"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5dNno20YdI/AAAAAAAAAKs/uDTVn-EiHvY/s1600-h/ledger+casanova.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158677241553773010" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5dNno20YdI/AAAAAAAAAKs/uDTVn-EiHvY/s320/ledger+casanova.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Casanova, 2005 - Lasse Hallström)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um filme de atores, onde as caracterizações são a alma do que se vê na tela. É isso que o "Casanova" de Hallström é. Assim, a tão conhecida saga de Casanova ganha graça através da atuações de Heath Ledger, Lena Olin, Jeremy Irons, Oliver Platt e Sienna Miller. Claro que ao subverter a lógica da história e colocar uma mulher que resiste às investidas do conquistador, o diretor agregou novidade e frescor ao seu projeto. Em função disso, o interesse vai aumentando à medida que o filme avança. Sem falar do cenário: quase toda a película foi filmada em Veneza, explorando toda o encanto de seus canais, becos e mansões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-857086839053103476?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/857086839053103476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=857086839053103476&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/857086839053103476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/857086839053103476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/01/casanova.html' title='&quot;Casanova&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5dNno20YdI/AAAAAAAAAKs/uDTVn-EiHvY/s72-c/ledger+casanova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6982528515298044321</id><published>2008-01-23T12:03:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:31:08.412-02:00</updated><title type='text'>"Coração de cavaleiro"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5e1w420YhI/AAAAAAAAALM/LtPCl9xnDU0/s1600-h/ledger+cavaleiro.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158791749676851730" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5e1w420YhI/AAAAAAAAALM/LtPCl9xnDU0/s320/ledger+cavaleiro.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(A knight's tale, 2001 - Brian Helgeland)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de "A última ceia", a presença de Legder - ainda mais como protagonista - não era suficiente para me levar ao cinema. Assim, essa aventura &lt;em&gt;teen&lt;/em&gt; passou batida, apesar dos vários comentários sobre sua trilha sonora, repleta de rock'n'roll, numa história com lutas medievais. Ledger é um simples escudeiro que resolve substituir o mestre cavaleiro numa disputa para ganhar uma grana e não morrer de fome. Como apenas os nobres podiam participar daqueles torneios, ele se faz passar por um deles, com a ajuda de um escritor (Paul Bettany em mais uma excelente interpretação) que forja os documentos que comprovam a descendência do desconhecido cavaleiro. Superação, amor, risos e - claro - muitas batalhas conduzem o filme a um final esperado, mas com algumas surpresas pelo caminho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6982528515298044321?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6982528515298044321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6982528515298044321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6982528515298044321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6982528515298044321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/01/corao-de-cavaleiro.html' title='&quot;Coração de cavaleiro&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5e1w420YhI/AAAAAAAAALM/LtPCl9xnDU0/s72-c/ledger+cavaleiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5808458358869793586</id><published>2008-01-23T11:39:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:31:37.001-02:00</updated><title type='text'>"Os irmãos Grimm"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5exII20YgI/AAAAAAAAALE/1g97H4AUbUI/s1600-h/ledger+grimm3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158786651550671362" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5exII20YgI/AAAAAAAAALE/1g97H4AUbUI/s320/ledger+grimm3.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(The brothers Grimm, 2005 - Terry Gilliam)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Europa dominada por Napoleão Bonaparte, dois jovens irmãos ganham a vida com truques mirabolantes para "enfrentar" monstros e livrar as aldeias de suas assombrações. O que eles não esperavam é que fossem contratados para combater uma maldição verdadeira, sob a pena de perderem as próprias cabeças. Nas mãos de Gilliam, essa aventura transforma-se numa boa comédia, cheia de referências às origens dos grandes contos-de-fada dos Grimm. Mérito também do &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt; perfeito dos atores Heath Ledger e Matt Damon e da presença sempre luminosa de Monica Bellucci.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5808458358869793586?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5808458358869793586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5808458358869793586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5808458358869793586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5808458358869793586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/01/os-irmos-grimm.html' title='&quot;Os irmãos Grimm&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5exII20YgI/AAAAAAAAALE/1g97H4AUbUI/s72-c/ledger+grimm3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4734889153404539237</id><published>2008-01-23T11:02:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:32:03.568-02:00</updated><title type='text'>"Honra &amp; coragem: as quatro plumas"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5c_lY20YZI/AAAAAAAAAKM/K-h8cc671rU/s1600-h/ledger+4+plumas.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158661809736278418" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5c_lY20YZI/AAAAAAAAAKM/K-h8cc671rU/s320/ledger+4+plumas.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (The four feathers, 2002 - Shekhar Kapur)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Heath Ledger é um dedicado soldado do exército britânico, onde o pai é um militar do alto escalão. Mas quando, no final do século XIX, o jovem é chamado para lutar no Sudão, pede baixa do seu posto. Não é por medo, nem por amor à noiva que vai deixar. Ele simplesmente sabe que sua vocação não está nos campos de batalha. Por essa atitude, recebe quatro plumas brancas - símbolo de covardia - da amada e de três amigos da corporação. O resto do filme é sua jornada desesperada para provar que - ao contrário do que pensavam todos - o que o impelira a desistir das armas não fora a ausência de coragem, mas o respeito aos próprios sentimentos. É uma história que emociona, dirigida com maestria por Shekar Kapur (de "Elizabeth"/1998 e "Elizabeth: a era de ouro"/2007), com belíssimas imagens nas areias do deserto e boas atuações de Ledger, Djimon Hounson e Kate Hudson. É verdade que o  final bem hollywoodiano atrapalha um pouquinho, mas sem comprometer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4734889153404539237?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4734889153404539237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4734889153404539237&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4734889153404539237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4734889153404539237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2008/01/honra-coragem-as-quatro-plumas.html' title='&quot;Honra &amp; coragem: as quatro plumas&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R5c_lY20YZI/AAAAAAAAAKM/K-h8cc671rU/s72-c/ledger+4+plumas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7616897922806310030</id><published>2007-12-07T19:08:00.002-02:00</published><updated>2011-02-11T10:32:31.061-02:00</updated><title type='text'>"No vale das sombras"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1m2ecZt2LI/AAAAAAAAAJE/S3lGMxhJdIQ/s1600-h/no-vale-das-sombras03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141341083756517554" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1m2ecZt2LI/AAAAAAAAAJE/S3lGMxhJdIQ/s320/no-vale-das-sombras03.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(In the valley of Elah, 2007 - Paul Haggis)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sua segunda investida como diretor, Haggis volta as lentes para a sociedade americana e a guerra do Iraque. Tommy Lee Jones - numa interpretação contida e serena - é um militar aposentado que se orgulha do seu país, do seu governo e do exército norte-americano... até o dia em que seu filho - que lutara no Golfo - desaparece e é considerado um desertor. Como ele não acredita nessa hipótese, parte em busca da verdade, confrontando militares, investigadores e colegas do jovem combatente. Nesse percurso lento e doloroso pelo passado recente do filho, o pai vai mergulhando na realidade crua, dilacerante e nada gloriosa das guerras, cheia de medos, mentiras, traumas e descasos. As verdades que vão sendo reveladas mostram as feridas abertas com que os cidadãos norte-americanos têm convivido desde os atentados de 11 de setembro.  E em "No vale das sombras", Haggis coloca-se como porta-voz desse sentimento. A cena final (que poderia ser bem mais impactante se não tivesse uma outra quase idêntica no começo do filme) é um evidente pedido de socorro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7616897922806310030?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7616897922806310030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7616897922806310030&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7616897922806310030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7616897922806310030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/no-vale-das-sombras_07.html' title='&quot;No vale das sombras&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1m2ecZt2LI/AAAAAAAAAJE/S3lGMxhJdIQ/s72-c/no-vale-das-sombras03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1805078591451655410</id><published>2007-12-07T17:55:00.002-02:00</published><updated>2011-02-11T10:32:54.508-02:00</updated><title type='text'>"Os donos da noite"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1mlXMZt2KI/AAAAAAAAAI8/_CkfTChxki4/s1600-h/donos-da-noite05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141322267504793762" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1mlXMZt2KI/AAAAAAAAAI8/_CkfTChxki4/s320/donos-da-noite05.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (We own the night, 2007 - James Gray)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme começa. Uma sequência de fotos em preto-e-branco mostrando ações policiais passam pela tela, sem nenhum som. De repente, um corte para a exuberante Amada Juarez (Eva Mendes) masturbando-se para o namorado (Joaquin Phoenix), com todas as cores e ao som de um clássico das discotecas dos anos 80. Que mudança! E olha que essa nem vai ser a mais surpreendente de "Os donos da noite". Phoenix é Bobby, um cara que sabe curtir a vida. Ele dirige um badalado &lt;em&gt;nightclub&lt;/em&gt; no Bronx, ponto de tráfico dominado pela máfia russa, cujo chefão o trata como "filho". Fora isso, ele tem irmão (Mark Wahlberg) e pai (Robert Duvall) que são membros do alto escalão da polícia novaiorquina. Já deu para ver que o reencontro familiar será questão de tempo, né? Se você estranhou o fato de um queridinho dos mafiosos ser parente próximo de combatentes do narcotráfico, isso parece não ter incomodado o roteirista e diretor James Gray. (Primeiro deslize). Mas se você engolir isso (e eu aconselho que o faça), vai assistir - até por volta dos 20 minutos finais - a um thriller policial espetacular, com situações envolventes e convincentes, num jogo de gato-e-rato cheio de surpresas, onde felinos e roedores são igualmente inteligentes e audaciosos. É tensão verdadeiramente crescente e sufocante até o final da sessão (e isso não é pouca coisa não!). A cena da perseguição nas ruas da cidade sob chuva torrencial é fantástica. O segundo deslize vem exatamente nas últimas cenas (conforme mencionado anteriormente), quando tudo descamba para um dramalhão bobo, com soluções fáceis (o embate entre bandido e mocinho no capinzal é frustrante) e mensagens edificantes. Ainda assim, vale a pena ver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1805078591451655410?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1805078591451655410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1805078591451655410&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1805078591451655410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1805078591451655410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/os-donos-da-noite.html' title='&quot;Os donos da noite&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1mlXMZt2KI/AAAAAAAAAI8/_CkfTChxki4/s72-c/donos-da-noite05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5448726877168396765</id><published>2007-12-05T10:16:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:33:38.636-02:00</updated><title type='text'>"Medos privados em lugares públicos"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1aXg8Zt2JI/AAAAAAAAAIw/iWoKW7Rp4pk/s1600-h/medos-privados-em-lugares-publicos05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140462616915597458" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1aXg8Zt2JI/AAAAAAAAAIw/iWoKW7Rp4pk/s320/medos-privados-em-lugares-publicos05.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Coeurs, 2006 - Alain Resnais)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O amor é particular e reservado, só quem tem o sentimento no peito sabe o que verdadeiramente se passa. Já o relacionamento é coletivo, entrega-se - no mínimo para outra pessoa - o que somos e sentimos. Talvez por isso, circulando entre personagens maravilhosos, bem construídos e interpretados por um elenco espetacular (com Sabine Azéma à frente), quem se destaca mesmo no filme é a neve, que cai incessantemente sobre uma Paris dos dias atuais. Nós vemos os flocos brancos já na panorâmica inicial e - até mesmo - dentro de casa. E eles simbolizam muito bem o frio que ronda todas as situações dessa história de solidão. "Medos privados em lugares públicos" não é outra coisa senão a busca constante por companhia. Assim, temos Lionel (o garçom do bar de um grande hotel) que conversa todas as noites com Dan (um cliente desempregado) que está saindo com Gaelle (uma solteirona que marca encontros através de classificados de jornal) que mora com o irmão mais velho Thierry (corretor de imóveis que não consegue encontrar - para a cliente Nicole - o apartamento ideal) que é apaixonado por Charlotte (secretária da imobiliária e senhora muito religiosa) que cuida de um idoso doente que é pai do garçom solitário do início dessa ciranda. A teia de sentimentos com que Alain Resnais trabalha é vasta e nos envolve completamente ao longo de 2 horas que não vemos passar. É como se ele colocasse todos os personagens num labirinto (aquele plano do alto, com Nicole e Thierry "descobrindo" o apartamento reforça bem essa sensação). E todos parecem perdidos, no meio de seus segredos e frustrações, sem saber que caminho tomar, e sempre separados do outro por barreiras físicas - já não bastassem as emocionais: divisórias, cortinas, paredes, grade, folhas de jornal... A própria neve parece um véu a esconder o outro lado da rua, a congelar a possibilidades de entrega e calor. E até mesmo quando tentam romper os bloqueios, os personagens se escondem atrás de apelidos, de desculpas, de fantasias eróticas, de fotografias... Nada mais do que o medo de se expor, o medo do outro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5448726877168396765?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5448726877168396765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5448726877168396765&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5448726877168396765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5448726877168396765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/medos-privados-em-lugares-pblicos.html' title='&quot;Medos privados em lugares públicos&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1aXg8Zt2JI/AAAAAAAAAIw/iWoKW7Rp4pk/s72-c/medos-privados-em-lugares-publicos05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5441378184991570077</id><published>2007-12-05T08:46:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:34:32.878-02:00</updated><title type='text'>"A vida dos outros"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1aCGsZt2HI/AAAAAAAAAIg/e0OifHHF7Kc/s1600-h/vida-dos-outros05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140439076199848050" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1aCGsZt2HI/AAAAAAAAAIg/e0OifHHF7Kc/s320/vida-dos-outros05.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Das leben der anderen, 2006 - Florian Henckel von Donnersmarck)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história se passa pouco antes da queda do Muro de Berlim. Wiesler (Ulrich Mühe) é um agente da Stasi - polícia política da República Democrática Alemã - e professor da Escola de Segurança do Estado. Aliás, o filme começa com uma demonstração de como arrancar a confissão de um suspeito. Seu método deixa indignado até os próprios alunos. O clima na Alemanha Oriental é de perseguição aos traidores do regime. Wiesler desconfia, inclusive, de Georg Dreyman, o único dramaturgo não-subversivo da RDA. A partir de uma insinuação do Ministro da Cultura (cujos interesses ficam claros no decorrer da projeção), o agente começa a espionagem, com grampos e escutas espalhados pelo apartamento do escritor. E relatórios minuto-a-minuto de todos os encontros e conversas. Naquele universo fértil de amizades, amor, desejos, música e literatura, Wiesler encontra bem mais do que procurava. Tal descoberta deixa a investigação ainda mais complicada, fazendo com que o espião repense sua conduta e estratégia. Talvez essa mudança seja o único "senão" de "A vida dos outros". E se ela não chega a convencer, contribui - por outro lado - para elevar a intensidade das emoções na segunda metade do filme, cheia de suspense e surpresas. A atuação de todo o elenco é - sem exceção - muito boa. Mas - justiça seja feita - Ulrich Mühe consegue se destacar, com uma interpretação contida - sofrida até - do agente que descobre o que não devia. Preste atenção na expressão dele com um livro de Bertold Bretch nas mãos e - claro - na cena da livraria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5441378184991570077?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5441378184991570077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5441378184991570077&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5441378184991570077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5441378184991570077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/vida-dos-outros.html' title='&quot;A vida dos outros&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1aCGsZt2HI/AAAAAAAAAIg/e0OifHHF7Kc/s72-c/vida-dos-outros05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6932257775652430191</id><published>2007-12-03T12:47:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:36:04.676-02:00</updated><title type='text'>"O último concerto de rock"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1QYVRpINUI/AAAAAAAAAHw/RelbAYcOwWM/s1600-R/thebandcapa.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5139759828528805186" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1QYVRpINUI/AAAAAAAAAHw/X633bg2f2Ao/s320/thebandcapa.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (The last waltz, 1978 - Martin Scorsese)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São Francisco, 1976. Após 16 anos de sucesso, os integrantes da "The Band" decidem encerrar a gloriosa carreira da banda com um show de despedida no dia de Ação de Graças. Poderia ter sido um simples adeus, mas virou uma celebração quando os músicos resolveram convidar um grupo de artistas para cantar com eles e - ninguém menos que - Martin Scorsese para fazer o registro. O diretor norte-americano vinha do bem-sucedido "Taxi Driver" e estava realizando "New York , New York". Aceitou o convite. O tempo para a produção era curtíssimo e a grana mais ainda. Scorsese conseguiu - com um amigo produtor - parte do cenário da ópera "La Traviata", trabalhou com poucas câmeras e utilizou a luz com parcimônia e criatividade. O diretor sugeriu a inserção de pequenas entrevistas entre as canções. Com os depoimentos de Robbie Robertson, Rick Dango, Levon Helm, Garth Hudson e Richard Manuel, o filme ganhava uma história e Scorsese criava seu documentário - aparecendo, inclusive, em muitas cenas. Entre as estrelas que dividiram o palco com os anfitriões estavam - para citar apenas algumas - Joni Mitchell, Bob Dylan, Neil Young, Emmylou Harris (sim, ela mesma, a intérprete da canção "A love that will never grow old", da trilha de "Brobeback Mountain"), Ringo Starr, Staple Singers e Muddy Waters. Aliás, por pouco as imagens dessa lenda do blues não ficaram de fora. Como o show era extenso (7 horas) e a quantidade de rolos de filme reduzida, as câmeras tinham de ser desligadas de tempos em tempos, até mesmo para dar um descando para os seus operadores. Quando Scorsese percebeu a maravilha que estava perdendo, ordenou que todos os cinegrafistas voltassem a postos. Mas até se posicionarem outra vez, a canção "Manish boy" já estava quase no fim. Por sorte, um dos cinegrafistas não tinha interrompido suas filmagens (observe que a performance de Waters é mostrada praticamente a partir de um só ângulo). Essas e outras curiosidades estão nos comentários. Não dá para dizer mais: veja o filme e curta o show (não necessariamente nessa ordem).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6932257775652430191?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6932257775652430191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6932257775652430191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6932257775652430191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6932257775652430191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/12/o-ltimo-concerto-de-rock.html' title='&quot;O último concerto de rock&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R1QYVRpINUI/AAAAAAAAAHw/X633bg2f2Ao/s72-c/thebandcapa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6380283931195902157</id><published>2007-11-29T09:06:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:36:42.863-02:00</updated><title type='text'>"O assassinato de Jesse James                      pelo covarde Robert Ford"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R06dlyIpj5I/AAAAAAAAAHo/nkgCQcoOzic/s1600-h/assassinato-de-jesse-james04.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138217497315086226" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R06dlyIpj5I/AAAAAAAAAHo/nkgCQcoOzic/s320/assassinato-de-jesse-james04.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (The assassination of Jesse James by the &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;coward Robert Ford, 2007 - Andrew Dominik)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao entregar já no título o que poderia ser o mistério da história, o diretor neozelandês faz um filme onde o foco está muito mais na construção dos personagens do que na ação propriamente dita. Assim, ao longo de duas horas e meia, acompanhamos o duelo velado entre o bandido-herói e seu algoz. A história se passa no final do século XIX, quando Jesse James - aos 34 anos - já tornara-se um mito, com seus delitos narrados em libretos. Bob Ford é um garoto de 19 anos cujo sonho é fazer parte do bando de James, que àquela altura planejava um último assalto antes da aposentadoria. Uma ligação de afeto e desconfiança se estabelece imediatamente entre os dois. E é exatamente sobre essa antítese sentimental que o filme vai construindo todo seu suspense. Jesse James não é um herói tradicional, 100% mocinho. Sua cabeça está a prêmio. Ele desconfia da própria sombra. É violento e - algumas vezes - injusto. Robert Ford é o fã que quer ser igual ao seu ídolo. Aliás, quer mais: quer se tornar o próprio objeto de sua veneração. Brad Pitt já levou o prêmio de melhor ator no Festival de Veneza. E não é preciso mais do que 30 minutos de projeção para entender porquê: do bandido justiceiro ao pai de família devotado, uma série de emoções - que vão da frieza e contenção à loucura e explosão - acompanha e enriquece seu personagem. E o ator soube trazer à tona cada uma delas de maneira memoravelmente cativante. Para isso, teve um parceiro à altura: Casey Affleck consegue impregnar seu Bob Ford de uma ambigüidade moral que incomoda desde a primeira cena. Até passar de adorador a assassino, vai criando um antagonista visivelmente instável, enquanto sonha virar herói. E o faz não por bravura, mas por medo. É esse o fantasma que irá acompanhá-lo até a morte. "O assassinato de Jesse James..." é repleto de plano e contra-plano, como pede o embate emocional desenhado pelo roteiro. E seu ritmo é deliciosamente lento, dando tempo para que a platéia possa "degustar" toda a nuance de sentimentos revelada em cada cena. A narração em &lt;em&gt;off &lt;/em&gt;é utilizada de maneira inteligente e inusitada, antecipando o que irá acontecer. E sempre que esse recurso aparece, o diretor opta por distorcer a imagem, ficando nítido o centro da tela e borradas as laterais, traduzindo assim sua maneira de contar a saga de Jesse James: foco apenas nos conflitos interiores, como se tudo o mais que acontece ao redor (quase) não importasse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6380283931195902157?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6380283931195902157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6380283931195902157&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6380283931195902157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6380283931195902157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/11/o-assassinato-de-jesse-james-pelo.html' title='&quot;O assassinato de Jesse James                      pelo covarde Robert Ford&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R06dlyIpj5I/AAAAAAAAAHo/nkgCQcoOzic/s72-c/assassinato-de-jesse-james04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-7066803050889958376</id><published>2007-11-27T09:54:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:37:18.671-02:00</updated><title type='text'>"Propriedade privada"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R0wJGCIpj4I/AAAAAAAAAHg/Fu9So-FEGCM/s1600-h/propriedade+privada.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137491274179907458" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R0wJGCIpj4I/AAAAAAAAAHg/Fu9So-FEGCM/s320/propriedade+privada.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Nue propriété, 2006 - Joachim Lafosse)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maneira desrespeitosa com que um dos filhos se refere à mãe, na primeira cena de "Propriedade Privada", já entrega o caos emocional em que vive aquela família. Divorciada há 15 anos, Pascale (Isabelle Huppet em mais uma soberba interpretação) mora com dois filhos já bem grandinhos, mas dependentes e imaturos. Quando a mãe resolve que deve vender a casa para dar uma quinada na vida em busca da própria felicidade, os pimpolhos (interpretados pelos irmãos Jérémie - de “A criança”, já comentado aqui - e Yannick Rénier) se vêem perdendo o teto e o bom senso. François tenta entender e até se encaixar nessa nova realidade. Já Thierry parte para o confronto. A partir desse ponto, vemos o tamanho do abismo em que se encontram aquelas relações e vamos conhecendo melhor cada integrante dessa rede de angústias e conflitos. Se dentro de casa, a luz é pouca; tampouco temos fora dela uma atmosfera ensolarada, o que também contribui para deixar o espectador um tanto sufocado diante do clima tenso que vai-se delineando ao longo dessa história de ruptura e explosão iminente. Aliás, a ausência de trilha sonora (a não ser no finalzinho) parece ser outra opção para não dar alívio nenhum à platéia. Se - como já foi dito - Huppert arrebenta na composição dessa mãe distante, muitas vezes omissa, os Rénier também constroem muito bem suas personagens, com brincadeiras e brigas que nos lembram os irmãos bíblicos Caim e Abel. Aliás, todo o elenco - enxuto e absurdamente entrosado - merece reverência. "Propriedade Privada" é um filme cuja contenção de planos, diálogos, luz e som só contribui para desnudar o conflito que oprime seus protagonistas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-7066803050889958376?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/7066803050889958376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=7066803050889958376&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7066803050889958376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/7066803050889958376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/11/propriedade-privada.html' title='&quot;Propriedade privada&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/R0wJGCIpj4I/AAAAAAAAAHg/Fu9So-FEGCM/s72-c/propriedade+privada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2488048192795949732</id><published>2007-07-17T23:08:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:38:15.660-02:00</updated><title type='text'>"Marcas da vida"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp12-nTdI9I/AAAAAAAAAHA/08Xy7y-QMFw/s1600-h/marcas-da-vida08.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088353972073079762" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp12-nTdI9I/AAAAAAAAAHA/08Xy7y-QMFw/s320/marcas-da-vida08.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Red Road, 2006 - Andrea Arnold)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jackie é uma funcionária da vigilância urbana de Glasgow. Ao ficar observando os movimentos suspeitos (e não) da população através de um sistema de câmeras espalhadas por toda a cidade, ela parece querer esconder os seus traumas.  Na festa de casamento de sua cunhada, é sutilmente revelado o motivo da tristeza e da solidão daquela mulher. Fora do trabalho, não tem vida (a não ser pelos encontros fortuitos e vazios com um homem casado). No entanto, ela reencontra um homem que tem muito a ver com o seu passado e angústia. Obcecada, passa a vigiá-lo eletrônica e pessoalmente, freqüentando os ambientes do moço. Ela tem um plano para acertar as contas e vai levá-lo às últimas consequências até fazer justiça com as próprias mãos. Trabalho de estréia em longas da diretora inglesa, "Marcas da vida" consegue criar um suspense que nos envolve e nos faz acompanhar a amargura de Jackie minuto após minuto, tentando adivinhar o que ela será capaz de fazer. E o roteiro inteligente e sagaz vai nos surpreendendo até mesmo quando achamos que está tudo terminado. É um filme silencioso, de poucas falas, mas absurdamente eloquente, que foi festejado em Cannes e no BAFTA e que tem passado quase batido por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2488048192795949732?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2488048192795949732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2488048192795949732&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2488048192795949732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2488048192795949732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/marcas-da-vida.html' title='&quot;Marcas da vida&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp12-nTdI9I/AAAAAAAAAHA/08Xy7y-QMFw/s72-c/marcas-da-vida08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3931927496736273588</id><published>2007-07-17T21:37:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:39:19.234-02:00</updated><title type='text'>"Ratatouille"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp1iGnTdI8I/AAAAAAAAAG4/ffdqG73PhQY/s1600-h/ratatouille2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088331019767849922" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp1iGnTdI8I/AAAAAAAAAG4/ffdqG73PhQY/s400/ratatouille2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Ratatouille, 2007 - Brad Bird)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Remy é um ratinho do interior da França que - diferente dos seus companheiros - não gosta de lixo, tem um olfato apuradíssimo e um sonho bem peculiar: ser um &lt;em&gt;chef&lt;/em&gt; de cozinha. Um acidente com sua colônia acaba por lançá-lo nos esgotos de Paris. Dali para os fogões de um restaurante, é uma corridinha. Ao colocar um roedor no comando de panelas e temperos, a Disney cria uma fábula de superação, onde o sonho está ao alcance de quem acredita. O desenho é tecnicamente perfeito, tem uma história encantadora, situações muito engraçadas e uma cena (já) antológica: aquela em que o cruel crítico gastronômico é tocado pela magia de um prato preparado pelo ratinho. Para ver e rever e rever... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;PS: "Quase abduzido (Lifted)" é o nome do curta de animação que antecede a projeção de "Ratatouille" e narra a desventura de um extra-terrestre ao tentar praticar sua primeira abdução. Gargalhadas garantidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3931927496736273588?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3931927496736273588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3931927496736273588&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3931927496736273588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3931927496736273588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/ratatouille.html' title='&quot;Ratatouille&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp1iGnTdI8I/AAAAAAAAAG4/ffdqG73PhQY/s72-c/ratatouille2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-9153879602303769343</id><published>2007-07-17T21:18:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:39:56.681-02:00</updated><title type='text'>"O tigre e a neve"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp1dmnTdI7I/AAAAAAAAAGw/lCptqqtYd9c/s1600-h/tigre.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088326071965524914" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp1dmnTdI7I/AAAAAAAAAGw/lCptqqtYd9c/s320/tigre.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (La tigre e la neve, 2005 - Roberto Benigni)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A guerra agora é a do Iraque, para onde vai o professor - vivido por Benigni - a fim de cuidar de sua amada, uma escritora que fazia uma entrevista para o seu próximo livro, quando foi vítima de um atentado. Se em "A vida é bela", o diretor conseguiu contar uma história trágica com um certo encanto, aqui ele se perde em equívocos e trapalhadas e põe tudo a perder. Nada emociona.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-9153879602303769343?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/9153879602303769343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=9153879602303769343&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/9153879602303769343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/9153879602303769343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/o-tigre-e-neve.html' title='&quot;O tigre e a neve&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp1dmnTdI7I/AAAAAAAAAGw/lCptqqtYd9c/s72-c/tigre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1945384576336597785</id><published>2007-07-17T16:54:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:40:31.913-02:00</updated><title type='text'>"Harry Potter e a Ordem da Fênix"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0lf3TdI5I/AAAAAAAAAGg/PXmwMqDin9E/s1600-h/harry+potter.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088264383350252434" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0lf3TdI5I/AAAAAAAAAGg/PXmwMqDin9E/s320/harry+potter.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; (&lt;strong&gt;Harry Potter and the Order of the Phoenix, 2007 - David Yates)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tão sombria quanto "O prisioneiro de Azkaban", essa quinta parte da saga do bruxinho de Hogwarts traz menos ação e mais drama, mais tensão. O crescimento e as mudanças físicas dos atores-mirins pareceM emprestar mais credibilidade aos personagens, que se vêm às voltas com as artimanhas de Você-Sabe-Quem para acertar de vez as contas com Harry Potter. O garoto, por sua vez, vai contar com a ajuda da Ordem de Fênix, uma organização secreta de bruxos, da qual seus pais participaram. E ele vai precisar mesmo, porque a nova diretora de Hogwarts - interpretada magistralmente por Imelda Staunton, de "Vera Drake" - faz de tudo para controlar quaisquer movimentos que possam atrapalhar os planos de Lorde Voldemort. A sobriedade com que David Yates conta essa história, sem excessos, com as emoções na medida certa, é ponto forte no belo resultado final. Mas é claro que existem algumas (diga-se de passagem, muito boas) cenas - como as do gêmeos sabotando o dia de provas ou da perseguição na Galeria das Profecisas - com a marca registrada da grandiloqüência e do tom aventuresco da série. Que venha "O enigma do Príncipe".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1945384576336597785?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1945384576336597785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1945384576336597785&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1945384576336597785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1945384576336597785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/harry-potter-e-ordem-da-fnix.html' title='&quot;Harry Potter e a Ordem da Fênix&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0lf3TdI5I/AAAAAAAAAGg/PXmwMqDin9E/s72-c/harry+potter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4166301599327891985</id><published>2007-07-17T15:53:00.002-03:00</published><updated>2011-02-11T10:40:53.396-02:00</updated><title type='text'>"A conquista da honra"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0Z2nTdI4I/AAAAAAAAAGY/6Jck2jX6FEc/s1600-h/consqusta4.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088251580052743042" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0Z2nTdI4I/AAAAAAAAAGY/6Jck2jX6FEc/s400/consqusta4.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Flags of our fathers, 2006 - Clint Eastwood)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1945. A bandeira dos Estados Unidos é colocada sobre o Monte Suribachi, na Ilha de Iwo Jima. A foto daquele instante histórico era tudo de que o governo norte-americano precisava para levantar fundos e dar continuidade à guerra. E os jovens combatentes que aparecem no registro fotográfico viraram garotos-propaganda dessa jogada de marketing, percorrendo o país inteiro pedindo donativos. Tudo maravilhoso se não fosse por um detalhe: eles não eram os protagonistas daquela façanha. Os soldados que ergueram a bandeira pela primeira vez não foram fotografados. O "click" que ganhou o mundo e o prêmio Pulitzer foi, na verdade, uma encenação. Assim, o filme aborda o dilema moral desses garotos que sabiam que não eram merecedores de toda aquela glória e que os verdadeiros heróis estavam mortos na ilha japonesa. A fotografia de cores bem lavadas do filme, com tudo praticamente em tons de cinza, reforça esse sentimento de vergonha e de anti-heroísmo, como se a ausência de cores pudesse ocultar aquela farsa. A narrativa não-linear funciona bem e - se nos confunde em alguns momentos - é para retratar a perturbação que os soldados farsantes enfrentavam. A narração em &lt;em&gt;off&lt;/em&gt; é desnecessária, assim como aqueles didáticos e explícitos 20 minutos finais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4166301599327891985?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4166301599327891985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4166301599327891985&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4166301599327891985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4166301599327891985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/conquista-da-honra.html' title='&quot;A conquista da honra&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0Z2nTdI4I/AAAAAAAAAGY/6Jck2jX6FEc/s72-c/consqusta4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3739319814897560637</id><published>2007-07-17T15:17:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:41:27.296-02:00</updated><title type='text'>"Paixão sem limites"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0KGnTdI0I/AAAAAAAAAF4/J0b2tu5QOyI/s1600-h/paixao.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088234262744605506" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0KGnTdI0I/AAAAAAAAAF4/J0b2tu5QOyI/s320/paixao.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Asylum, 2005 - David Mackenzie)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa história de amor densa - e tensa ao extremo - passa longe do romantismo que o título em português sugere. A bela Natasha Richardson (filha da veterana Vanessa Redgrave) é a esposa de um psiquiatra londrino que é nomeado superintendente de um sanatório. Refinada, essa mulher passa a viver isolada da alta sociedade londrina nos anos 1950 e, entediada, envolve-se com um sedutor paciente, internado por ter matado toda a família. Essa relação de entrega e posse pega fogo em todos os sentidos, fugindo do controle dos seus protagonistas, colocando em xeque a sanidade mental dos dois. O diretor Mackenzie consegue criar um filme intenso que prende a atenção, surpreende em muitos momentos e tem um final para lá de coerente. Não é preciso dizer que as atuações de Natasha Richardson e de Ian McKellen (como o médico preterido ao cargo de superintendente) contribuem sobremaneira para clima de transe que envolve quem assiste a essa produção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3739319814897560637?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3739319814897560637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3739319814897560637&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3739319814897560637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3739319814897560637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/paixo-sem-limites.html' title='&quot;Paixão sem limites&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0KGnTdI0I/AAAAAAAAAF4/J0b2tu5QOyI/s72-c/paixao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2927002694130353419</id><published>2007-07-17T15:01:00.002-03:00</published><updated>2011-02-11T10:41:58.222-02:00</updated><title type='text'>"Eragon"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0ECHTdIyI/AAAAAAAAAFo/cuL8d1y6EBg/s1600-h/eragon.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088227588365427490" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0ECHTdIyI/AAAAAAAAAFo/cuL8d1y6EBg/s320/eragon.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Eragon, 2006 - Stefen Fangmeier)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Houve uma época em que os Cavaleiros do Dragão defendiam o mundo e eram praticamente imortais. Mas tornaram-se arrogantes com o passar do tempo. Foram, por fim, dizimados por um governante tirano e explorador (ele mesmo um ex-cavaleiro), que ordenou que todos os dragões fossem extintos. Até o dia em que um garoto acha uma estranha pedra azul na floresta. Tal encontro vai meter o jovem em muitas encrencas que culminarão com o cumprimento da profecia de que um cavaleiro do dragão renasceria para libertar seu povo. "Eragon" é uma aventura bem feita, um filme para ser assistido com um balde de pipoca do lado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2927002694130353419?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2927002694130353419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2927002694130353419&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2927002694130353419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2927002694130353419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/eragon.html' title='&quot;Eragon&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rp0ECHTdIyI/AAAAAAAAAFo/cuL8d1y6EBg/s72-c/eragon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4357311845887027072</id><published>2007-07-17T14:17:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:42:20.039-02:00</updated><title type='text'>"Sob o domínio do medo"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rpz8W3TdIxI/AAAAAAAAAFg/iB1shTAfbik/s1600-h/sobodominio.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088219148754690834" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rpz8W3TdIxI/AAAAAAAAAFg/iB1shTAfbik/s320/sobodominio.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Straw dogs, 1971 - Sam Peckinpah)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;David (Dustin Hoffman) é um matemático que se mudou para o interior da Inglaterra em busca de paz para concluir seus estudos. Sua esposa (Susan George), bonita, jovem e sensual demais para os padrões daquela pequena aldeia, começa a mexer com a imaginação da população masculina. O caos se instaura quando o casal resolve contratar o grupo de trabalhadores para reformar sua garagem. Por parecer um fraco (inclusive, sexualmente) no meio de uma comunidade de homens rudes e beberrões, o matemático é cercado por desprezo, inclusive dos seus empregados, que não se intimidam e passam a invadir a vida dos "estrangeiros" de todas as maneiras. O que se vê a partir do momento em que David se sente literalmente acuado é a explosão da ira pela defesa da honra, da propriedade, da própria integridade física e moral. É soco no estômago. É Peckinpah em grande estilo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4357311845887027072?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4357311845887027072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4357311845887027072&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4357311845887027072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4357311845887027072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/sob-o-domnio-do-medo.html' title='&quot;Sob o domínio do medo&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rpz8W3TdIxI/AAAAAAAAAFg/iB1shTAfbik/s72-c/sobodominio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5180833388604760873</id><published>2007-07-17T13:48:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:42:50.170-02:00</updated><title type='text'>"A grande família - O filme"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpzzlHTdIwI/AAAAAAAAAFY/DU2p-QPyNfA/s1600-h/grande-familia04.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088209497963176706" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpzzlHTdIwI/AAAAAAAAAFY/DU2p-QPyNfA/s320/grande-familia04.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(A grande família - O filme, 2007 - Maurício Farias)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após passar mal, Lineu vai ao médico. Suspeitando estar com uma doença grave, resolve ocultar tudo da família. Preocupado e deprimido, desiste de ir ao tradicional baile em que conheceu Nenê. É aí que aparece um ex-pretendente de sua esposa. Enciumado e com a cabeça cheia de caraminholas por causa dos conselhos do patrão Mendonça, ele chega - inclusive - a ensaiar um romance com uma funcionária da sua repartição (Dira Paes, numa participação especial). Por ter o mesmo formato da televisão, o filme parece longo demais, com o episódio sendo esticado à exaustão (será por isso que a estória  é contada de 3 formas diferentes a partir das supostas mudanças de atitute do personagem Lineu?). Mas graças à afinidade do elenco e à "pureza" do humor realizado pela trupe toda, "A grande família" escapa do desastre total. Mas poderia ser bem melhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5180833388604760873?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5180833388604760873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5180833388604760873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5180833388604760873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5180833388604760873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/grande-famlia-o-filme.html' title='&quot;A grande família - O filme&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpzzlHTdIwI/AAAAAAAAAFY/DU2p-QPyNfA/s72-c/grande-familia04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3400794192397307302</id><published>2007-07-17T12:47:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:43:25.099-02:00</updated><title type='text'>"Perfume: a história de um assassino"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rpztt3TdIvI/AAAAAAAAAFQ/XkVqq20pDM0/s1600-h/PERFUME3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088203051217265394" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rpztt3TdIvI/AAAAAAAAAFQ/XkVqq20pDM0/s320/PERFUME3.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Perfume: the story of a murderer, 2006 - Tom Tykwer)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Perfume", o livro de Süskind, fez parte da minha adolescência. Impressionou-me muito a saga daquele jovem pelo odor que colocaria o mundo a seus pés. E essa história me perseguiu por anos a fio, nas conversas entre amigos sobre bons romances. E qual não foi minha surpresa ao saber que ele saltaria das págians para as telonas. Apesar da direção de arte e da fotografia deslumbrantes, a narrativa não consegue reproduzir o mesmo clima de suspense que a literatura conseguiu. As mortes se sucedem, mas não escandalizam quem assiste, não instigam. E assim, a monotonia vai se instalando na ação do filme, enquanto o assassino perfumista segue seu objetivo: produzir o perfume perfeito. Mas justiça seja feita: a cena da catarse final é espetacular. E a atriz Rachel Hurd-Wood, mais ruiva do que nunca, parece uma pintura, de tão bela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3400794192397307302?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3400794192397307302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3400794192397307302&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3400794192397307302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3400794192397307302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/perfume-histria-de-um-assassino.html' title='&quot;Perfume: a história de um assassino&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rpztt3TdIvI/AAAAAAAAAFQ/XkVqq20pDM0/s72-c/PERFUME3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6038641660389119890</id><published>2007-07-17T12:37:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:43:47.097-02:00</updated><title type='text'>"Deja vu"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpziinTdIsI/AAAAAAAAAE4/LnQ_G-FeIMk/s1600-h/deja+vu.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088190763315831490" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpziinTdIsI/AAAAAAAAAE4/LnQ_G-FeIMk/s320/deja+vu.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Deja vu, 2006 - Tony Scott)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ver o trailer com Denzel Washington fazendo o policial super-herói, a impressão que se tem é exatamente a de já ter visto aquilo antes. Mas ao reinventar a história da máquina do tempo numa trama cheia de idas e vindas, do presente ao passado recente, o filme consegue nos envolver, garantindo um bom programa de ação para aquele domingo modorrento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6038641660389119890?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6038641660389119890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6038641660389119890&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6038641660389119890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6038641660389119890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/deja-vu.html' title='&quot;Deja vu&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpziinTdIsI/AAAAAAAAAE4/LnQ_G-FeIMk/s72-c/deja+vu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-3300412459342360576</id><published>2007-07-17T11:54:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:44:10.681-02:00</updated><title type='text'>"O diabo veste Prada"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpzfE3TdIrI/AAAAAAAAAEw/ArPN6JPIm7s/s1600-h/O+diabo+veste+Prada.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088186953679839922" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpzfE3TdIrI/AAAAAAAAAEw/ArPN6JPIm7s/s320/O+diabo+veste+Prada.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(The devil wears Prada, 2006 - David Frankel)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa comédia é um exemplo perfeito do que uma grande atriz pode fazer por um filme. Sem um sorrisinho sequer, Meryl Streep consegue nos fazer gargalhar com a tirania de sua personagem, uma celebridade do mundo da moda às voltas com todas as picuinhas desse universo. Esqueça o resto e foque toda sua atenção nela. É satisfação garantida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-3300412459342360576?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/3300412459342360576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=3300412459342360576&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3300412459342360576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/3300412459342360576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/07/o-diabo-veste-prada.html' title='&quot;O diabo veste Prada&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RpzfE3TdIrI/AAAAAAAAAEw/ArPN6JPIm7s/s72-c/O+diabo+veste+Prada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4781393735387597797</id><published>2007-06-05T00:01:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:44:32.027-02:00</updated><title type='text'>"Na cama"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmTSYJReiYI/AAAAAAAAAEY/B4BTfN6HigQ/s1600-h/na-cama01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072410392573938050" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmTSYJReiYI/AAAAAAAAAEY/B4BTfN6HigQ/s320/na-cama01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(En la cama, 2005 - Matías Bize)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma festa, poucas palavras e muito desejo num quarto de motel. Totalmente estranhos um ao outro (e até por isso mesmo), eles começam a falar de suas vidas, revelando medos e segredos, contando piadas e idealizando sonhos. Entre uma transa e outra, os desconhecidos vão descobrindo afinidades (ou será que elas só aparecem porque aquela fantasia irá acabar quando pagarem a conta?). Guardadas as devidas proporções, "Na cama" é o "Antes do pôr-do-sol" latinoamericano. Repleto de diálogos inteligentes e com atuações muito boas de Blanca Lewin e Gonzalo Valenzuela, o longa chileno faz um mergulho na solidão e revela personagens tão carentes e encantadores que nos faz torcer por um final feliz (por mais absurdo que isso possa parecer).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4781393735387597797?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4781393735387597797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4781393735387597797&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4781393735387597797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4781393735387597797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/na-cama.html' title='&quot;Na cama&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmTSYJReiYI/AAAAAAAAAEY/B4BTfN6HigQ/s72-c/na-cama01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-666620893289326327</id><published>2007-06-04T21:50:00.002-03:00</published><updated>2011-02-11T10:44:55.866-02:00</updated><title type='text'>"Diamante de sangue"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmSzg5ReiXI/AAAAAAAAAEQ/CvdqwWL2Kxc/s1600-h/diamante-de-sangue05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072376458037332338" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmSzg5ReiXI/AAAAAAAAAEQ/CvdqwWL2Kxc/s320/diamante-de-sangue05.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Blood diamond, 2006 - Edward Zwick)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fim dos anos 1990, guerra civil em Serra Leoa. Salomon (Djimon Hounson) é separado da esposa e filhos e levado como "escravo" a um campo de mineração de diamantes. Encontra uma imensa pedra cor-de-rosa e a esconde, no exato momento em que o governo ataca os rebeldes. Ele é preso e a história do diamante encontrado chega aos ouvidos do mercenário Danny Archer (Leo DiCaprio), que propõe tirá-lo da prisão e ajudá-lo a reencontrar sua família. Muito corre-corre, tiros e explosões no meio da miséria e das desigualdades africanas. Não fosse pelo final redentor, seria um filme bem coerente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-666620893289326327?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/666620893289326327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=666620893289326327&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/666620893289326327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/666620893289326327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/diamante-de-sangue.html' title='&quot;Diamante de sangue&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmSzg5ReiXI/AAAAAAAAAEQ/CvdqwWL2Kxc/s72-c/diamante-de-sangue05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4294137347724053086</id><published>2007-06-03T12:33:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:45:20.120-02:00</updated><title type='text'>"Homem-Aranha 3"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLfglwpK9I/AAAAAAAAADc/9kUTIDai0cw/s1600-h/homem-aranha-3-08.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071861881357544402" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLfglwpK9I/AAAAAAAAADc/9kUTIDai0cw/s320/homem-aranha-3-08.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Spider-Man 3, 2007 - Sam Raimi)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Superprodução de efeitos especiais extraordinários que traz o Homem-Aranha enfrentando dois novos vilões (Homem-Areia e Venom),  a ira do filho do Duende Verde (cuja sequência de duelo com o super-herói das teias logo no início da projeção é, de longe, a melhor do filme) e o lado sombrio da vingança peterparkeriana (o uniforme negro nos apresenta uma outra personalidade do Aranha). Tudo parece perfeito para o sucesso (e, comercialmente, as bilheterias confirmam isso), mas a terceira parte da trilogia aracnídea consegue ser apenas um &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; bom filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4294137347724053086?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4294137347724053086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4294137347724053086&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4294137347724053086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4294137347724053086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/homem-aranha-3.html' title='&quot;Homem-Aranha 3&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLfglwpK9I/AAAAAAAAADc/9kUTIDai0cw/s72-c/homem-aranha-3-08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5882959260483324841</id><published>2007-06-03T11:59:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:45:42.786-02:00</updated><title type='text'>"Babel"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLXh1wpK8I/AAAAAAAAADU/8ulL_OT7F0k/s1600-h/babel05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071853106739358658" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLXh1wpK8I/AAAAAAAAADU/8ulL_OT7F0k/s320/babel05.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Babel, 2006 - Alejandro González-Iñárritu)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um tiro ingenuamente disparado no alto das montanhas atinge uma turista americana que viaja pelo Marrocos com o esposo, levantando a possibilidade de uma ação terrorista. Num local sem recursos, o ferimento - aparentemente simples - retarda a volta do casal para casa, onde uma empregada mexicana havia ficado cuidando das crianças. A doméstica, que vive de forma ilegal nos Estados Unidos, se vê diante de um impasse: tem de atravessar a fronteira para o casamento do seu filho, mas não contava com o não-retorno dos patrões: levar ou não levar "los niños", eis a questão. As investigações indicam que o tiro foi disparado de um rifle cujo dono mora em Tóquio e tem uma filha adolescente surda-muda cheia de conflitos e traumas. Bem por alto, essa é sinopse de Babel (título interessante porque, a exemplo do aconteceu na torre bíblica, existe um problema de comunicação entre os personagens: independentemente do idioma falado, eles não conseguem se entender). Não achei o filme o "horror" que tantos pintaram. Mas é óbvio que o roteiro já não guarda o frescor das produções anteriores do diretor, como "Amores brutos" e "21 gramas". O recurso de uma história se entrelaçando com a outra já não surpreende tanto (sem falar que a parte da japonesinha problemática não consegue se colar ao restante da obra). Brad Pitt, Cate Blanchett e Gael García Bernal estão muito bem, mas quem rouba a cena é a atriz Adriana Barraza (sua interpretação da "housecleaner" clandestina rendeu-lhe uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5882959260483324841?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5882959260483324841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5882959260483324841&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5882959260483324841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5882959260483324841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/babel.html' title='&quot;Babel&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLXh1wpK8I/AAAAAAAAADU/8ulL_OT7F0k/s72-c/babel05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-5338317276392765891</id><published>2007-06-03T11:34:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T10:46:38.005-02:00</updated><title type='text'>"Zodíaco"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLSA1wpK7I/AAAAAAAAADM/TZqUpX8Ktv0/s1600-h/zodiaco03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071847042245536690" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLSA1wpK7I/AAAAAAAAADM/TZqUpX8Ktv0/s320/zodiaco03.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Zodiac, 2007 - David Fincher)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Califórnia, final da década de 1960. Casal de namorados é morto na beira de uma estrada. Alguns dias depois, o assassino escreve para os jornais revelando detalhes do crime e exigindo a publicação de uma carta cifrada, sob a pena de fazer novas vítimas. A imprensa cede e, mesmo assim, as mortes continuam. Apesar de chegar a alguns nomes, a polícia não consegue levantar provas. E é o cartunista de um dos jornais - vivido por Jake Gyllenhaal - obcecado por aquele mistério desde o início - quem tenta desvendar o enigma quando o caso é abandonado. Se o filme tivesse uma hora a menos de duração, talvez eu o tivesse achado razoável, afinal a direção de Fincher merece elogios. Com exceção da cena inicial - um exemplo de suspense bem feito - que consegue mexer com os nervos do público, todo o resto não envolve. O roteiro não consegue instigar, não é construído de maneira a transformar quem assiste à película num investigador. E para um suspense policial, isso só leva a uma conclusão: frustração. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-5338317276392765891?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/5338317276392765891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=5338317276392765891&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5338317276392765891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/5338317276392765891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/zodaco.html' title='&quot;Zodíaco&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLSA1wpK7I/AAAAAAAAADM/TZqUpX8Ktv0/s72-c/zodiaco03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-4517870544450205292</id><published>2007-06-03T11:14:00.002-03:00</published><updated>2011-02-11T10:47:01.768-02:00</updated><title type='text'>"O amor não tira férias"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLM_1wpK6I/AAAAAAAAADE/QrN6KRWOJ3A/s1600-h/amor-nao-tira-ferias07.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071841527507528610" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLM_1wpK6I/AAAAAAAAADE/QrN6KRWOJ3A/s320/amor-nao-tira-ferias07.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(The holiday, 2006 - Nancy Meyers)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Kate Winslet e Cameron Diaz vivem duas mulheres com desilusões amorosas que, através da internet descobrem um site de intercâmbio de casas e resolvem mudar de ares. E cada uma delas acaba conhecendo o "causador da infelicidade" da outra. Poderá o "traste" de uma relação tornar-se o "príncipe" de outra? O cartaz do filme já entrega essa charada. Nancy Meyers - que me fez rolar de rir em "Alguém tem de ceder" - entrega aqui um filme vazio, simplista e bobo. Um desperdício de elenco, que ainda conta com as presenças de Jude Law e Jack Black.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-4517870544450205292?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/4517870544450205292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=4517870544450205292&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4517870544450205292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/4517870544450205292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/06/o-amor-no-tira-frias.html' title='&quot;O amor não tira férias&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RmLM_1wpK6I/AAAAAAAAADE/QrN6KRWOJ3A/s72-c/amor-nao-tira-ferias07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-2504463357656008748</id><published>2007-02-15T23:16:00.003-02:00</published><updated>2011-02-11T10:47:42.058-02:00</updated><title type='text'>O segredo de Brokeback Mountain</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RdUO_oCAO1I/AAAAAAAAACQ/b9pe6xH_qNU/s1600-h/brokebackmountain_2005_img_10.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031944644896766802" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RdUO_oCAO1I/AAAAAAAAACQ/b9pe6xH_qNU/s320/brokebackmountain_2005_img_10.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Brokeback Mountain, 2005 - Ang Lee)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esqueça todas as simplificações óbvias que foram usadas para descrever esse filme. "Brokeback Mountain" trata de solidão... E para ser mais preciso, de solidão a dois, aquela que surge quando o amor assumido não consegue quebrar as barreiras que separam duas pessoas do sonho de uma vida compartilhada, sob o mesmo teto, todos os dias. Saber que a felicidade está tão próxima e não conseguir agarrá-la é extremamente angustiante. Por motivos distintos, os caubóis Ennis e Jack (Heath Ledger e Jake Gyllenhaal nos papéis de suas vidas) sofrem com essa situação por anos a fio. E ter a certeza de que tudo poderia ser diferente causa mais dor ainda. Ang Lee aborda esses sentimentos contraditórios com tanta sinceridade e delicadeza que conseguiu criar um dos filmes mais belos e comoventes a que assisti. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;PS: Escrevi esse texto a pedido do Chico Fireman (idealizador da &lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;iga dos &lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;logues &lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;inematográficos/LBC, link aí ao lado) para ilustrar as indicações dos finalistas ao Alfred 2006 (prêmio que os integrantes da LBC conferem às melhores películas exibidas no circuito comercial brasileiro). Resolvi reproduzi-lo aqui como forma de comemorar a conquista de melhor filme do ano - ao lado de "O novo mundo", do Mallick - concedida nesta noite à obra-prima do Ang Lee por 64 blogueiros cinéfilos de todo o Brasil. A "parte IV" do título refere-se ao número de vezes que o filme já apareceu no Cine Dema(i)s. Sua vitória confirma o que escrevi - no dia 2/2/06 - após tê-lo assistido pela primeira vez: "É o filme do ano". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-2504463357656008748?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/2504463357656008748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=2504463357656008748&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2504463357656008748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/2504463357656008748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/o-segredo-de-brokeback-mountain-parte.html' title='O segredo de Brokeback Mountain'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RdUO_oCAO1I/AAAAAAAAACQ/b9pe6xH_qNU/s72-c/brokebackmountain_2005_img_10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1038748266567680978</id><published>2007-02-07T00:01:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:48:07.523-02:00</updated><title type='text'>"Os infiltrados"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RckzKlCs2sI/AAAAAAAAAB4/oAL9hz91llE/s1600-h/infiltrados.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028606715771017922" src="http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RckzKlCs2sI/AAAAAAAAAB4/oAL9hz91llE/s320/infiltrados.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(The departed, 2006 - Martin Scorsese)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem muita gente dizendo que esse é um filme menor do Scorsese. Discordo. Ao mergulhar no submundo do crime organizado, com uma história engenhosa onde um policial é infiltrado entre os criminosos e um bandido incorporado à polícia de Boston, o diretor nos entrega uma grande obra, com edição primorosa, ritmo alucinante e interpretações inquestionáveis, como as de Jack Nicholson e Leonardo DiCaprio - só para ficar com duas delas. Repito: "Os infiltrados" é um legítimo filho de Martin, com todas as virtudes que tal descendência possa significar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1038748266567680978?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1038748266567680978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1038748266567680978&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1038748266567680978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1038748266567680978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/os-infiltrados.html' title='&quot;Os infiltrados&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RckzKlCs2sI/AAAAAAAAAB4/oAL9hz91llE/s72-c/infiltrados.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6796699515483257722</id><published>2007-02-06T23:09:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:48:30.756-02:00</updated><title type='text'>"O ilusionista"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rcks2VCs2rI/AAAAAAAAABs/VdmyG58fZEQ/s1600-h/ilusionista2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028599770808900274" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rcks2VCs2rI/AAAAAAAAABs/VdmyG58fZEQ/s320/ilusionista2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(The illusionist, 2006 - Neil Burger) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No início do século XIX, um mágico deslumbra (e assombra) a população vienense com seus truques. Incomodado com a repercussão do espetáculo, o princípe da cidade determina que o tal ilusionista seja investigado, sem saber que - na verdade - ele está em Viena para reconquistar um grande amor do passado. A premissa é muito boa, mas o desenrolar da história fica amarrado demais nas mágicas, o filme perde o ritmo, torna-se chato e... no final, ainda perde a classe com um desfecho rocambolesco e absurdo. Uma pena!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6796699515483257722?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6796699515483257722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6796699515483257722&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6796699515483257722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6796699515483257722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/o-ilusionista.html' title='&quot;O ilusionista&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rcks2VCs2rI/AAAAAAAAABs/VdmyG58fZEQ/s72-c/ilusionista2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6901344132315443756</id><published>2007-02-06T22:24:00.002-02:00</published><updated>2011-02-11T10:49:45.084-02:00</updated><title type='text'>"Volver"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RckhH1Cs2qI/AAAAAAAAABg/YQZ2ODJDTOE/s1600-h/volver.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028586877317077666" src="http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RckhH1Cs2qI/AAAAAAAAABg/YQZ2ODJDTOE/s320/volver.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Volver, 2006 - Pedro Almodóvar)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Penélope Cruz está mais 'poderosa' do que nunca, física e dramaturgicamente falando. Sua personagem é uma mulher batalhadora, órfã, casada com um desempregado fracassado e mãe de uma adolescente. As coisas não poderiam ficar piores? Errado! Um dia, ao chegar em casa, ela encontra o esposo morto no chão da cozinha, assassinado pela própria filha. Por um motivo que só descobriremos mais no final do filme, ela compreende a filha e faz de tudo para protegê-la. Envolvida nessa missão materna, acaba mergulhada no seu passado ao visitar a casa de uma tia que diz conviver com a irmã morta. Daí até o final da película, Almodóvar nos brinda com emoções e conflitos, recordações e mágoas...  Constrói uma história maravilhosa, ancorada por um elenco espetacular, onde é difícil dizer quem está melhor. Como já disse no começo, Mrs. Cruz dá um show. Carmem Maura, idem. Para mim, "Volver" é Almodóvar em grande estilo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6901344132315443756?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6901344132315443756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6901344132315443756&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6901344132315443756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6901344132315443756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/volver.html' title='&quot;Volver&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RckhH1Cs2qI/AAAAAAAAABg/YQZ2ODJDTOE/s72-c/volver.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-1351404781306096304</id><published>2007-02-05T23:58:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:50:05.005-02:00</updated><title type='text'>"O céu de Suely"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rcfg01Cs2pI/AAAAAAAAABU/0ad4PI5rxcA/s1600-h/ceu-de-suely07.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028234707178674834" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rcfg01Cs2pI/AAAAAAAAABU/0ad4PI5rxcA/s320/ceu-de-suely07.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(O céu de Suely, 2006 - Karim Ainouz)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sonho de prosperar na grande São Paulo tinha acabado para Hermila, que voltara para o interior nordestino com um filho nos braços. Cansada de esperar o namorado que prometera vir ao seu encontro e diante da falta de perspectivas daquela cidadezinha, ela resolve rifar uma noite de amor para conseguir o dinheiro que precisa para tentar a vida bem longe dali outra vez. É quando um antigo amor aparece prometendo cuidar dela. O enigma da moça passa a ser, então, o de identificar se a felicidade está ali tão pertinho ou numa cidade do sul do Brasil... e que preço quer pagar por ela. Com um elenco cativante, em que a atriz Hermila Guedes é a estrela absoluta, o filme de Ainouz é - ao lado de "O veneno da madrugada", de Ruy Guerra - o melhor filme brasileiro de 2006. E tem um final arrebatador... porque a busca da felicidade justifica todas as escolhas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-1351404781306096304?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/1351404781306096304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=1351404781306096304&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1351404781306096304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/1351404781306096304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/o-cu-de-suely.html' title='&quot;O céu de Suely&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/Rcfg01Cs2pI/AAAAAAAAABU/0ad4PI5rxcA/s72-c/ceu-de-suely07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-6937447181626601576</id><published>2007-02-05T23:14:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:50:27.355-02:00</updated><title type='text'>"A criança"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfYGlCs2oI/AAAAAAAAABI/dDDynwfq_mM/s1600-h/lenfant02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028225116516702850" src="http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfYGlCs2oI/AAAAAAAAABI/dDDynwfq_mM/s320/lenfant02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(L'enfant, 2005 - Jean-Pierre &amp;amp; Luc Dardenne)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A adolescente Sonia deixa a penitenciária e sai à procura de Bruno. E traz para ele uma novidade que pode mudar a vida do casal: um filho. No entanto, o namorado - que vive de pequenos furtos praticados por menores que ele comanda &lt;em&gt;a la Oliver Twist&lt;/em&gt; e a quem protege como se fossem seus filhos&lt;em&gt; &lt;/em&gt;- encara a criança também como uma possibilidade de fazer dinheiro, sem perceber que a mãe tem outros planos. A partir de uma atitude banal para Bruno e absurda para Sonia, instala-se o conflito entre os jovens, desencadeando uma série de acontecimentos que vai empurrar a vida dele(s) para o amadurecimento. A câmera nervosa dos irmãos Dardenne casa bem com o clima de tensão do filme que levou a Palma de Ouro de Cannes e é - sem dúvida -uma das melhores produções exibidas nos cinemas brasileiros no ano passado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-6937447181626601576?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/6937447181626601576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=6937447181626601576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6937447181626601576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/6937447181626601576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/criana.html' title='&quot;A criança&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfYGlCs2oI/AAAAAAAAABI/dDDynwfq_mM/s72-c/lenfant02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-108987792224809346</id><published>2007-02-05T22:28:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:50:51.830-02:00</updated><title type='text'>"O labirinto do fauno"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfPr1Cs2nI/AAAAAAAAAAw/l_s-sdfHpnQ/s1600-h/fauno2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028215860862179954" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfPr1Cs2nI/AAAAAAAAAAw/l_s-sdfHpnQ/s320/fauno2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(El laberinto del fauno, 2006 - Guillermo del Toro)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No final da guerra civil espanhola, lá pelos idos de 1944, viúva se casa com um oficial fascista e vai morar na região de Navarro - onde um grupo de rebeldes ainda luta contra o regime ditatorial - e leva consigo uma filha de 10 an0s, a doce e sonhadora Ofelia. Vivendo num ambiente muito hostil, comandado por um padrasto cruel (interpretado magistralmente por Sergi López), a garota encontra refúgio na fantasia dos livros. Enquanto foge da dura realidade, ela mergulha nas aventuras dos contos de fada e - ao vencer os desafios ali - parece se fortalecer para enfrentar a opressão que lhe aguarda em casa. A fusão desses dois mundos é o grande trunfo do filme de Toro. Atenção para as atuações também excelentes da atriz mirim Ivana Baquero e da (bela) veterana Maribel Verdú (de "Sedução - Belle Epóque"), que faz a cozinheira amiga da menina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-108987792224809346?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/108987792224809346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=108987792224809346&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/108987792224809346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/108987792224809346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/o-labirinto-do-fauno.html' title='&quot;O labirinto do fauno&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfPr1Cs2nI/AAAAAAAAAAw/l_s-sdfHpnQ/s72-c/fauno2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-8425530693109410610</id><published>2007-02-05T22:06:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:51:17.929-02:00</updated><title type='text'>"Eu me lembro"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfG11Cs2jI/AAAAAAAAAAM/ioE6TwKhwf4/s1600-h/eu-me-lembro02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028206137056221746" src="http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfG11Cs2jI/AAAAAAAAAAM/ioE6TwKhwf4/s320/eu-me-lembro02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Eu me lembro, 2006 - Edgard Navarro)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme conta a vida de Guiga durante as décadas de 50, 60 e 70, fazendo um paralelo com os acontecimentos políticos e sociais do Brasil de então. As aventuras do garoto - de longe a melhor parte da história - me fizeram lembrar de "Minha vida de cachorro", do Lasse Hallstrom. Mas o encantamento com que Navarro envolve o público no início se perde no terço final de "Eu me lembro", ao focar o movimento hippie, a revolução sexual, a descoberta das drogas... Detalhe: a direção de arte tem a co-participação do goiano Shell Jr.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-8425530693109410610?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/8425530693109410610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=8425530693109410610&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8425530693109410610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/8425530693109410610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/02/eu-me-lembro.html' title='&quot;Eu me lembro&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/__FG2sXIdZNA/RcfG11Cs2jI/AAAAAAAAAAM/ioE6TwKhwf4/s72-c/eu-me-lembro02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-117002325427835021</id><published>2007-01-28T19:59:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:51:43.134-02:00</updated><title type='text'>"Eu, você e todos nós"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/367532/eu-voce-e-todos-nos06.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/265159/eu-voce-e-todos-nos06.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Me and you and everyone you know, 2005 - Miranda July)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Eu, você e todos nós" parece ser mais uma película  que bebeu da fonte de "Short cuts" do Altman para contar uma história de pequenos dramas humanos que se entrelaçam. Tem uma artista plástica frustada (que vive como motorista de táxi para idosos) que se apaixona por um vendedor de sapatos (recém-separado) que vive com os dois filhos menores que estão sempre plugados na internet e nas suas (perigosas) salas de bate-papo. Essas e outras histórias vão formando um imenso (e intenso) emaranhado de sentimentos onde a solidão dá a tônica. O filme - que é o longa de estréia da diretora - me surpreendeu e deixou a impressão de que Miranda July tem cacife para nos brindar com outras boas surpresas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-117002325427835021?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/117002325427835021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=117002325427835021&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/117002325427835021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/117002325427835021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/eu-voc-e-todos-ns.html' title='&quot;Eu, você e todos nós&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-117002148943615439</id><published>2007-01-28T19:41:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:52:13.922-02:00</updated><title type='text'>"Pai, filhos &amp; etc"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/365518/pa,%20filhos.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/368972/pa%2C%20filhos.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Père et fils, 2003 - Michel Boujenah)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O grande (e saudoso) Philippe Noiret é a alma desse filme que conta a história de um pai que diz estar muito doente para reunir os três filhos (dois deles não se falam) e realizar seu "suposto" último desejo: uma viagem a Quebec para ver as baleias na praia. E aí, muita roupa suja é lavada, verdades e mentiras expostas, drama e risos alternando momentos marcantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-117002148943615439?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/117002148943615439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=117002148943615439&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/117002148943615439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/117002148943615439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/pai-filhos-etc.html' title='&quot;Pai, filhos &amp; etc&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116935046283333071</id><published>2007-01-21T01:14:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:52:53.517-02:00</updated><title type='text'>"Pequena Miss Sunshine"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/986690/pequena%20miss.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/156801/pequena%20miss.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Little Miss Sunshine, 2006 - Jonathan Dayton &amp;amp; Valerie Faris)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pense numa família desequilibrada... Triplique o que você imaginou... Isso, os Hoover são (quase) isso! Agora, dê uma olhada na cara da garotinha de maiô vermelho da foto acima. Pois é essa menina e seu sonho de ser uma pequena miss que vai colocar todos os desajustados nos eixos. Repleto de situações hilariantes, o filme conta com a força de um elenco afinadíssimo, carismático e que parece ter realmente se divertido para construir essa fábula sobre sonhos e superações. Ah, e duvido que você consiga tirar os olhos da pequena-grande atriz Abigail Breslin: sua atuação é hipnotizante e a construção do seu personagem é tão natural que eu arrisco dizer que estamos diante de um autêntico talento da sétima arte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116935046283333071?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116935046283333071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116935046283333071&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116935046283333071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116935046283333071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/pequena-miss-sunshine.html' title='&quot;Pequena Miss Sunshine&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116934874628950804</id><published>2007-01-21T00:51:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:54:39.188-02:00</updated><title type='text'>"Do luto à luta"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/288561/do-luto-a-luta02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/569327/do-luto-a-luta02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Do luto à luta, 2005 - Evaldo Mocarzel)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse documentário apresenta as dificuldades e superações, desafios e conquistas, tristezas e alegrias que envolvem o universo dos portadores da Síndrome de Down. É uma pena que, no seu terço final, o filme perca o ritmo e provoque uma certa impaciência ao focar - por exemplo -  a rotina de dois jovens que querem ser cineastas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116934874628950804?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116934874628950804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116934874628950804&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934874628950804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934874628950804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/do-luto-luta.html' title='&quot;Do luto à luta&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116934764117988342</id><published>2007-01-21T00:35:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:55:08.505-02:00</updated><title type='text'>"Deu a louca na Chapeuzinho"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/245959/hoodwinked_2006_img_12_grande.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/801175/hoodwinked_2006_img_12_grande.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Hoodwinked, 2005 - Cory Edwards)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tecnicamente, a animação nem é lá grande coisa, mas a idéia de construir uma história policial a partir da fábula da Chapeuzinho Vermelho é espetacular. E com um detalhe interessante: para descobrir quem roubou o livro de receitas, a trama é contada e recontada por cada um dos quatro suspeitos: a menina do capuz encarnado, sua vovozinha, o Lobo Mau e o lenhador. Muito legal. Agora, impagável mesmo é a participação para lá de especial do bode que, devido a uma maldição, fala tudo cantando. Sua aparição é - de longe - um dos pontos altos do filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116934764117988342?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116934764117988342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116934764117988342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934764117988342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934764117988342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/deu-louca-na-chapeuzinho.html' title='&quot;Deu a louca na Chapeuzinho&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116934629131961379</id><published>2007-01-21T00:14:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:56:01.361-02:00</updated><title type='text'>"O sacrifício"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/7273/sacrificio08.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/126365/sacrificio08.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(The wicker man, 2006 - Neil LaBute)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguém pode me explicar o que a maravilhosa Ellen Burstyn, de "Réquiem para um sonho", está fazendo aqui? "O sacrifício" começa de maneira até interessante: a cena do acidente presenciado pelo atormentado policial vivido por Nicolas Cage impressiona e nos persegue durante boa parte do filme que, depois de uns 30 minutos, cai no óbvio do óbvio do óbvio...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116934629131961379?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116934629131961379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116934629131961379&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934629131961379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934629131961379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/o-sacrifcio.html' title='&quot;O sacrifício&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116934549107876769</id><published>2007-01-21T00:00:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:56:36.219-02:00</updated><title type='text'>"As torres gêmeas"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/258880/torres%20g??meas.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/70636/torres%20g%3F%3Fmeas.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (World Trade Center, 2006 - Oliver Stone)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O 11 de Setembro pela visão de dois soldados que ficam presos sob os escombros: é isso que Stone nos oferece. Mas de uma maneira pouco criativa, quase preguiçosa. Para mim, a atuação de Maggie Gyllenhaal é umas das poucas razões para se assistir ao filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116934549107876769?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116934549107876769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116934549107876769&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934549107876769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934549107876769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/as-torres-gmeas.html' title='&quot;As torres gêmeas&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116934469310767883</id><published>2007-01-20T23:50:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:57:16.951-02:00</updated><title type='text'>"Menina má.com"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/1600/838893/menina-ma-com01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5670/2046/320/790907/menina-ma-com01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Hard candy, 2005 - David Slade)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O roteiro pode até ser meio maniqueísta, mas é incontestável que a mistura de elementos como pedofilia e vingança dá nos nervos e prende a atenção. Pena que o título em português entregue de cara o temperamento da protagonista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116934469310767883?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116934469310767883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116934469310767883&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934469310767883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116934469310767883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2007/01/menina-mcom.html' title='&quot;Menina má.com&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116303577709860860</id><published>2006-11-08T23:03:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:58:06.046-02:00</updated><title type='text'>"Sob o efeito da água"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/sob-o-efeito-da-agua08.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/sob-o-efeito-da-agua08.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Little fish, 2005 - Rowan Woods)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cate Blanchett prova mais uma vez porque sua presença é garantia de coisa boa  no cinema. Aqui, ela faz uma ex-dependente de heroína que - livre do vício há 4 anos - não consegue um empréstimo para ampliar a videolocadora em que trabalha: sua ficha suja - em função das loucuras cometidas no passado - lhe fecha todas as portas. Estar limpa não é um paraíso e qualquer um que (conheça alguém que) tenha passado por isso pode entender o inferno de solidão e frustração em que ela está mergulhada. E só para complicar um pouquinho mais as coisas, um antigo namorado traficante reaparece do nada, bem como o padrasto - um ex-jogador de futebol cuja dependência química a influenciara outrora. O emaranhar de todas essas situações cria uma teia densa e absurdamente real. Tudo o que vemos ali soa verdadeiro. E como tal, toca fundo. Apesar do tema pesado, "Sob o efeito da água" deve ser visto por todos aqueles que curtem um cinema bem feito, sem concessões, transbordando qualidade sob quaisquer prismas em que seja analisado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116303577709860860?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116303577709860860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116303577709860860&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303577709860860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303577709860860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/11/sob-o-efeito-da-gua.html' title='&quot;Sob o efeito da água&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116303387592542521</id><published>2006-11-08T22:40:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:58:37.614-02:00</updated><title type='text'>"Transamérica"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/transamerica02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/transamerica02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Transamerica, 2005 - Duncan Tucker)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A simples história de um gay que - prestes a conseguir a autorização para a cirurgia de mudança de sexo - descobre que é pai de um adolescente problemático já seria suficiente para fazer esse filme virar um sucesso de bilheteria. Mas a atuação espetacular de Felicity Huffman eleva sobremaneira o  seu resultado final. Existem cenas bobas e improváveis sim. No entanto, o drama de alguém que - já tão perto de se "encontrar" - precisa provar para si mesmo que não está perdido outra vez é envolvente e arrebatador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116303387592542521?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116303387592542521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116303387592542521&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303387592542521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303387592542521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/11/transamrica.html' title='&quot;Transamérica&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116303227178245565</id><published>2006-11-08T22:10:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:59:06.782-02:00</updated><title type='text'>"Veias e vinhos"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/veias-e-vinhos01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/veias-e-vinhos01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Veias e vinhos - Uma história brasileira, 2006 - J. B. de Andrade)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um massacre ocorrido em Goiânia às vesperas do golpe militar de 1964 é o fio condutor desse filme - baseado na obra homônima do escritor goiano Miguel Jorge - que conta com atuações marcantes de Simone Spoladore e Leopoldo Pacheco. Uma certa tensão - retratada tanto pela fotografia em tons escuros quanto pelas interpretações contidas - permeia a história desde o início. E isso é um dos pontos positivos de "Veias e vinhos". É uma pena que a partir de certo momento, o diretor João Batista de Andrade não consiga fugir dos maneirismos e deixe o roteiro óbvio demais. Ainda assim, o fato de ter conseguido criar - e manter - uma atmosfera densa e pesada que transborda da tela para a sala de projeção merece crédito. O resultado final poderia ser melhor, mas tem seu valor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116303227178245565?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116303227178245565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116303227178245565&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303227178245565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303227178245565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/11/veias-e-vinhos.html' title='&quot;Veias e vinhos&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116303030724433298</id><published>2006-11-08T21:44:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T10:59:42.963-02:00</updated><title type='text'>"Trair e coçar é só começar"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/trair-e-cocar02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/trair-e-cocar02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Trair e coçar é só começar, 2006 - Moacyr Góes)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A obra pode ter funcionado no teatro, mas na telona não se segurou não: tudo parece over. Arranca risadas? Claro! E isso por si só não é significado de qualidade ou mérito - vez ou outra, o Chaves e sua turma também me arrancam gargalhadas... Duro mesmo é chegar ao final do filme com aquela sensação de tempo perdido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116303030724433298?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116303030724433298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116303030724433298&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303030724433298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116303030724433298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/11/trair-e-coar-s-comear.html' title='&quot;Trair e coçar é só começar&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-116302940116015217</id><published>2006-11-08T20:45:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T11:00:16.690-02:00</updated><title type='text'>"A casa do lago"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/casadolago.1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/casadolago.1.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; (The Lake House, 2006 - Alejandro Agresti)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esqueça a lógica e mergulhe nesse romance de corpo inteiro. Talvez seja preciso vencer - inicialmente - a resistência à dupla Keanu Reeves &amp;amp; Sandra Bullock: mas acredite, eles estão bem no filme. A idéia de duas pessoas estarem se correspondendo - apesar de viverem em tempos distintos, ele em 2004 e ela em 2006 - fica fascinante nas mãos do diretor Alejandro Agresti. Em comum, os apaixonados têm a casa do lago e uma vontade doida de achar uma maneira de se encontrarem. A delicadeza com que é retratado esse conto de amor ganha o público de cara - pelo menos aquelas pessoas que embarcam na magia de uma história bem contada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-116302940116015217?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/116302940116015217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=116302940116015217&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116302940116015217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/116302940116015217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/11/casa-do-lago.html' title='&quot;A casa do lago&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115946220358073316</id><published>2006-09-28T13:42:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:00:55.351-02:00</updated><title type='text'>"A dama na água"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/1875-2006-05-13-22_35_43_2.0.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/1875-2006-05-13-22_35_43_2.0.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Lady in the water, 2006 – M. Night Shyamalan)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta estória que o diretor costumava contar para a filha e decidiu transformar em cinema é fantástica, tanto pela idéia quanto pela execução. Dar a uma menina - que mora nas águas de uma piscina de um condomínio de classe média - a missão de encontrar um escritor cujas idéias vão salvar o mundo é uma mistura de ousadia e coragem: se o expectador não mergulhar de cabeça nesse conto de fadas, não há como prendê-lo na cadeira até o final da projeção. Mas Shyamalan consegue. Com Paul Giamatti liderando um elenco afiadíssimo (sem exceção), “A dama na água” encanta com sua simbologia, desde a animação inicial até o desfecho arrebatador. Se a presença do diretor com um papel de destaque na trama (ao contrário de suas aparições hitchcockianas nas películas anteriores) irritou a crítica, a mim causou deleite: adorei a pretensa superioridade que ele permitiu a si mesmo. Não posso dar mais detalhes sob o risco de entregar uma grande surpresa. Ah, e a caracterização do personagem que interpreta o crítico literário é soberba e igualmente hilária. Somando-se todos os detalhes desta fábula, chega-se à conclusão óbvia: estamos diante de um grande filme de um grande diretor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115946220358073316?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115946220358073316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115946220358073316&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946220358073316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946220358073316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/09/dama-na-gua.html' title='&quot;A dama na água&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115946144350169359</id><published>2006-09-28T13:31:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:01:27.377-02:00</updated><title type='text'>"Miami Vice"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/miami-vice01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/miami-vice01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Miami Vice, 2006 – Michael Mann)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não conheci a série de tv,  mas parece que Mann quis colocar “miolos”  onde só deveria ter diversão. A primeira hora é arrastada e a história só me ganhou realmente quando começaram as explosões e perseguições mirabolantes. Está certo que  - em muitos momentos –  os movimentos de câmera e a fotografia granulada agregam valor e beleza à linguagem do filme, mas ficam deslocados, como taças de champanhe francês para acompanhar um churrasquinho de gato. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115946144350169359?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115946144350169359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115946144350169359&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946144350169359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946144350169359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/09/miami-vice.html' title='&quot;Miami Vice&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115946073888301056</id><published>2006-09-28T13:18:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:02:00.837-02:00</updated><title type='text'>"A prova"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/proof03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/proof03.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Proof, 2005 – John Madden)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É verdade que o filme lembra a idéia de “Uma mente brilhante”, mas o resultado vai além, com Gwyneth Paltrow, Anthony Hopkins, Jake Gyllenhaal e Hope Davis perfeitos em seus papéis. Hopkins é um gênio da matemática cuja esclerose pode ter inviabilizado a comprovação de uma grande teoria. Digo “pode”  porque Gyllenhaal é o pupilo que vem freqüentando a casa do matemático após sua morte para estudar seus últimos escritos em busca de alguma descoberta que possa estar ali escondida. Em função disso, acaba por se aproximar de Paltrow,  herdeira dos conhecimentos e – talvez – da doença do pai. Davis entra na história porque quer tirar a irmã daquela casa e levá-la para morar com ela. A explosão de conflitos e sentimentos que surgem dessas situações garantem o sucesso do filme. É impressionante como Paltrow consegue mergulhar no universo dessa filha perdida entre o amor e a loucura do pai, fazendo-nos acreditar em cada emoção da sua personagem. Para mim, uma grande e grata surpresa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115946073888301056?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115946073888301056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115946073888301056&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946073888301056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946073888301056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/09/prova.html' title='&quot;A prova&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115946019367812600</id><published>2006-09-28T13:09:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:02:23.628-02:00</updated><title type='text'>"A grande viagem"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/grande-viagem02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/grande-viagem02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Le grand voyage, 2004 – Ismaël Ferroukhi) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pai de uma família muçulmana que vive na França resolve cumprir a missão de ir à Meca. E opta por ir de carro, como uma maneira – inclusive – de se purificar para chegar à Terra Prometida. Um dos “poréns” dessa viagem é que ele não sabe dirigir, de maneira que seu filho caçula é quem deve levá-lo. No entanto, o moço – o mais ocidentalizado daquele núcleo familiar – não quer ir, não respeita os motivos e as idéias do pai e tem motivos fortes para permanecer na Europa: a conquista de uma vaga na universidade e a namorada. A viagem não é grande apenas pela distância a ser percorrida, mas principalmente pelo significado que terá para os dois. Boas atuações da dupla central. As imagens capturadas em Meca são impressionantes e dão uma noção exata do tamanho da devoção daquele povo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115946019367812600?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115946019367812600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115946019367812600&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946019367812600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115946019367812600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/09/grande-viagem.html' title='&quot;A grande viagem&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115678218758381084</id><published>2006-08-28T13:17:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:02:56.489-02:00</updated><title type='text'>"O homem-urso"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/homem-urso.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/homem-urso.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Grizzly Man, 2005 - Werner Herzog)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;140 horas de gravações durante 13 anos da vida de um ecologista (?) obcecado por proteger a vida dos ursos pardos do Alaska viraram um documentário interessantíssimo através do olhar de Herzog. Mais do que mostrar a luta ambiental, o diretor acaba por nos apresentar uma pessoa em busca de si mesmo, de um sentido para sua vida. Por sabermos do destino trágico que essa aventura significou para o protagonista, as cenas do seu contato com os ursos - logo no início do filme - converteram-se em pura tensão para mim. Ficava sempre pensando que o ataque seria naquele momento. Pontos para a montagem. No finalzinho, o filme parece se repetir um pouco - mas nada que tire o brilho da narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115678218758381084?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115678218758381084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115678218758381084&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115678218758381084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115678218758381084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/o-homem-urso.html' title='&quot;O homem-urso&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115678179974005147</id><published>2006-08-28T13:12:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:03:27.054-02:00</updated><title type='text'>"Pergunte ao pó"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/pergunte-ao-po02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/pergunte-ao-po02.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Ask the dust, 2006 - Robert Towne) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Salma Hayek já havia me ganhado em "Frida", mas Collin Farell ainda não tinha me mostrado a que viera. Nesse filme, baseado no romance de John Fante, o moço surpreende ao fazer um escritor pobretão, em início de carreira, que tenta a sorte na Los Angeles do anos 30. A crise econômica que assola os Estados Unidos parece ter atingido também sua criatividade. Vivendo num quarto de hotel barato, a inspiração só se manifesta depois que ele conhece uma linda garçonete mexicana. Temos então dois personagens marginais que se unem, cada um buscando sua própria verdade, enfrentando medos, preconceitos, desconfianças para construir uma história, algo que seja mais do que papel e tinta. Algumas situações são óbvias, mas o resultado é bacana.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115678179974005147?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115678179974005147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115678179974005147&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115678179974005147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115678179974005147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/pergunte-ao-p.html' title='&quot;Pergunte ao pó&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115678149700831995</id><published>2006-08-28T12:59:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:03:59.570-02:00</updated><title type='text'>"Click"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/click.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/click.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Click, 2006 - Frank Coraci)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para mim, seria só um besteirol com um controle remoto universal no papel de protagonista e o Adam Sandler no de coadjuvante . Mas tem também a bela Kate Beckinsale, o competente Christopher Walken e o "hobbit" Sean Austin. Como não fui esperando nada além de umas boas risadas, saí no lucro. Porque uma guinada no ritmo do filme - que quase o transforma num dramalhão - me pegou de surpresa. Tá bom, não vai ser o filme da vida de ninguém, mas... me fez refletir um pouquinho sobre o que estou fazendo da minha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115678149700831995?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115678149700831995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115678149700831995&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115678149700831995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115678149700831995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/click.html' title='&quot;Click&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115574353930696325</id><published>2006-08-16T12:47:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:04:26.215-02:00</updated><title type='text'>"Promessas de um novo mundo"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2219/2168/1600/promessas-de-um-novo-mundo2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2219/2168/320/promessas-de-um-novo-mundo2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Promises, 2001 - Justine Arlin, Carlos Bolado e B.Z. Goldberg)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7 crianças, 7 ódios, 7 vidas distintas, 7 possibilidades, 1 encontro e 1 milhão de chances para a paz. "Promessa de um novo mundo" é um brilhante documentário sobre os conflitos entre palestinos e israelenses a partir do ponto de vista mirim. Os garotos repetem o discurso dos pais, cheio de rancor e desejos de vingança. Até que o diretor B.Z. propõe um encontro entre eles num campo de refugiados palestinos. Uns aceitam, outros não. O encontro é o grande momento do filme, um inusitado aceno para a paz, quando os meninos são apenas o que são: crianças brincando, lanchando, jogando futebol, sorrindo, falando, chorando... Seja pelo que revelam ou pelo que escondem, todas as cenas desse encontro são absurdamente tocantes. A da despedida, então... Já no finalzinho do filme, noutra seqüência forte, o diretor conversa com os garotos 2 anos depois: uns sonham com o reencontro; outros já perderam toda a esperança de paz e alguns estão ainda mais radicais. Quando subiram os créditos, eu já não conseguia ler nada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115574353930696325?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115574353930696325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115574353930696325&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115574353930696325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115574353930696325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/promessas-de-um-novo-mundo.html' title='&quot;Promessas de um novo mundo&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115507522412599218</id><published>2006-08-08T19:05:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:06:21.842-02:00</updated><title type='text'>"Zuzu Angel"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/zuzuangel.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/zuzuangel.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(Zuzu Angel, 2006 - Sérgio Rezende&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história de uma mãe que enfrenta os militares no Brasil em busca do filho morto já dá um argumento e tanto. Mas o despertar dessa mulher para a realidade que fustigava o país não é menos interessante. De costureira e estilista famosa (com carreira internacional), ela transforma-se numa guerreira disposta a expor à luz o que escondem na escuridão dos porões da ditadura. Gostei das atuações de Patrícia Pillar e Daniel de Oliveira. E "Zuzu Angel" tem - pelo menos - duas cenas memoráveis: uma em que a estilista surge de luto na passarela de um desfile exibindo a foto do filho desaparecido; outra em que ela procura um sapateiro para fazer um desabafo (o desfecho desse encontro é a prova de que uma imagem fala mais que muitas palavras). Detonaram muito a participação da Luana Piovanni no filme. Discordo. Talvez esperassem muito dela, afinal encarnar a Elke Maravilha é o sonho de muita atriz. Mas o roteiro não dá tanto destaque à personagem não. Desnecessário dizer que acompanhar os créditos ao som de "Angélica" - que Chico Buarque compôs para a protagonista - é outro momento emocionante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115507522412599218?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115507522412599218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115507522412599218&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115507522412599218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115507522412599218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/zuzu-angel.html' title='&quot;Zuzu Angel&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115507458601595656</id><published>2006-08-08T18:59:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:06:50.394-02:00</updated><title type='text'>"Violação de domicílio"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/viola????o.3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/viola%3F%3F%3F%3Fo.3.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Private, 2004 – Saverio Costanzo) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Família palestina tem sua casa invadida por soldados israelenses, que a transformam num QG, submetendo os moradores a regras e proibições absurdas. Expanda o universo desse filme - baseado em fatos reais -  para fora dos limites daquele lar e fica mais fácil entender o absurdo desse conflito que está em todas as capas dos jornais atualmente. Impressionante, inquietante, provocador e imperdível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115507458601595656?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115507458601595656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115507458601595656&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115507458601595656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115507458601595656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/violao-de-domiclio_08.html' title='&quot;Violação de domicílio&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115507433111722548</id><published>2006-08-08T18:54:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:07:23.308-02:00</updated><title type='text'>"Simplesmente amor"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/simplesmente2.0.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/simplesmente2.0.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; (Love actually, 2003 – Richard Curtis)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já perdi a conta de quantas vezes vi esse filme. Tirando a história do primeiro ministro, todas as outras são primorosas (sendo que a do escritor e da empregada portuguesa é a que mais me toca; a da personagem de Emma Thompson também é espetacular: aquela cena em que ela sobe para o quarto após receber um cd da Joni Mitchell de presente de Natal é digna de prêmio). Mas vou me lembrando de tanta coisa bacana que seria injusto mencionar uma em detrimento da outra. Paro por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115507433111722548?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115507433111722548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115507433111722548&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115507433111722548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115507433111722548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/simplesmente-amor.html' title='&quot;Simplesmente amor&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20429217.post-115496605144083902</id><published>2006-08-07T12:28:00.001-03:00</published><updated>2011-02-11T11:07:56.090-02:00</updated><title type='text'>"Um dia para relembrar"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/1600/dia-para-relembrar-poster01.1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5670/2046/320/dia-para-relembrar-poster01.1.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;(Two bits, 1995 – James Foley) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Encontrei esse filme numa daquelas pilhas de dvd em promoção. Com Al Pacino no elenco e uma sinopse que - guardadas as devidas proporções - evocava o amor à sétima arte de "Cinema Paradiso", acabei levando-o para casa. É uma pequena fábula que mistura infância, amor e cinema numa história ingênua e encantadora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20429217-115496605144083902?l=cinedemais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinedemais.blogspot.com/feeds/115496605144083902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20429217&amp;postID=115496605144083902&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115496605144083902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20429217/posts/default/115496605144083902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinedemais.blogspot.com/2006/08/um-dia-para-relembrar.html' title='&quot;Um dia para relembrar&quot;'/><author><name>Ademar de Queiroz (Demas)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16054279015305874260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
