maio 17, 2006

"Achados e perdidos"

(Achados e perdidos, 2005 - José Joffily)
Prostituta é encontrada morta em seu apartamento e policial que tem um relacionamento com ela é o suspeito número 1. Essa história até consegue nos envolver na primeira meia hora, mas o roteiro frouxo e prevísivel acaba por colocar tudo a perder. Na verdade, o achado do filme é Zezé Polessa, numa interpretação vivaz e convincente, bem diferente da atuação do restante do elenco.

8 comentários:

Wallace Andrioli Guedes disse...

Achados e Perdidos não chegou aqui na minha cidade e dificilmente chegará. E, mesmo que chegue, num período de estréias como O Código Da Vinci e X-Men 3, ele não terá espaço na minha agenda. Só em dvd mesmo. Mas acho legal o número de filmes nacionais que vem estreando nos cinemas. Tenho reparado que nos últimos meses estréia algum filme brasileiro quase toda semana. Acho isso um grande avanço.
Postei lá no blog sobre a primeira temporada de LOST, dá uma passada lá ...

taty disse...

oi, demas.
vim ver as novidades. e ler seu texto, claro, que eu adoro!

beijo,
Taty

Valdeir Junior disse...

Li o livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza. Ainda não vi o filme mas estranhei a decisão do diretor em limar a figura de Espinosa (este sim, o verdadeiro protagonista do livro). Na trama orginal as histórias do detetive, de um menino de rua, uma artista plástica e policiais corruptos são muito mais envolventes do que o relacionamento de Vieira e sua namorada morta.

Demas disse...

Wallace, é verdade, a produção nacional está em evidência mesmo. Abração.

Taty, receber os amigos é sempre um prazer. Leia, comente, concorde, discorde, faça o que quiser: a casa é sua. Beijo.

Valdeir, não conheço o livro do Garcia-Roza, mas sabia que o protagonista tinha sido suprimido na adaptação para o cinema. Mas isso nem chega a ser o problema do filme. Na primeira parte, o diretor consegue criar um painel interessante mergulhando nas personalidades e universos do Vieira e da Magali: ele, o policial aposentado, desiludido, carente, fugitivo do passado; ela, a prostituta na ativa, inteligente, descolada, apaixonada mas não cega e vivíssima. O problema é que depois de uns 30 minutos, o filme descamba para o policial folhetinesco com tiros, perseguições, etc, etc. E a Flor vivida pela Juliana Knust não segura o tamanho da personagem que tinha nas mãos. Uma pena. Abração.

Phil disse...

Interessante como você consegue resumir o que pensa de um filme em tão poucas palavras, isso pra mim é impossível, hehehe.
Interessante seu blog, gostei.
Abraço!!

Demas disse...

Seja bem-vindo ao Cine Dema(i)s, Phil. Escrever assim foi a maneira que encontrei de manter o blog, uma vez que meu tempo anda para lá de escasso. Abração e volte quando quiser.

Roberto Queiroz disse...

Primeira vez que entro no seu blog e gostei muito do resultado obtido por você. Curto e grosso. Sem muitos rodeios. E nem por isso os visitantes deixam de ficar interessados em ver os filmes comentados. Pretendo retornar aqui com mais calma. Abraços do crítico da caverna.

Demas disse...

Seja bem-vindo, Roberto. A casa é sua. Volte quando quiser. Depois, com tempo, também passo na Caverna.
Abração.