janeiro 12, 2006

"Se eu fosse você"

(Se eu fosse você, 2006 - Daniel Filho)
Casal vive às turras. Após uma discussão daquelas, eles acordam com as identidades trocadas. Enquanto buscam uma explicação para o que está acontecendo, cada um tem de viver a vida do outro. Apesar do esforço dos atores Glória Pires e Tony Ramos, a história para lá de batida não empolga. 

7 comentários:

Francis Vogner dos Reis disse...

´hehehehehe...cara, engraçado.

Gabriel Carneiro disse...

Não considero esse filme ruim, Tony Ramos está muito bem.

Demas disse...

Hehehehe mesmo, Francis. Abração.

Gabriel, beleza que você tenha gostado, mas eu achei... ruim. Repetir uma fórmula para lá de gasta sem acrescentar nada, com interpretações pífias e texto pobre, para mim isso é muito ruim. Abração.

nuno disse...

esses dois fazem cinema!??! heheeh aqui há 20 anos q aparecem em novelas!:)

Demas disse...

Nuno, na televisão brasileira, eles são dois excelentes atores, com trabalhos consagrados em muitas novelas e minisséries. E há tempos vêm fazendo cinema também: ela, Glória Pires, por exemplo, já estava em "O Quatrilho" - que foi indicado ao Oscar de filme estrangeiro na década de 90,pelo qual ganhou prêmio de melhor atriz no Festival de Havana; ele, Tony Ramos, tem participações bacanas em filmes também bacanas como "Pequeno Dicionário Amoroso" e "Bufo & Spallanzani". Abração.

Milton do Prado disse...

Bah... heheheh, muito engraçado esse seu post, Ícaro. Não duvido que tu esteja certo, hein? Mas até queria ver o tal filme.

Demas disse...

Milton, fiquei sabendo que esse filme seria dirigido pelo Jorge Fernando (que já tinha nos dado outra bomba: "Sexo, amor e traição") mas que, de última hora, por causa de restrições contratuais, ele teve de abandonar o projeto, que foi então passado para Daniel Filho. Será que o DF não ficou empolgado? Porque - putz! - que filme preguiçoso, tudo batido demais, coadjuvantes sem função na história, dava impressão que apareciam só para a galera dizer: "nossa, mais um ator da Globo!" O texto, então, meu Deus do Céu! Mas se ainda assim você quiser assistir, Milton: boa sorte. Abração.