fevereiro 16, 2006

"Johnny e June"

(Walk the line, 2005 - James Mangold)
Infância pobre com pai durão e um grande trauma. Mas a música apontava uma saída. Vem o sucesso trazendo álcool, mulheres e drogas a reboque. Muitas cabeçadas e desencontros depois, a redenção chega através do amor. “Johnny e June” é a cinebiografia de Johnny Cash, um cantor de country que – num determinado momento de sua carreira – chegou a superar a vendagem dos Beatles. Mais do que mostrar a ascensão que o levou da pobreza ao estrelato, o filme quer contar uma história de amor (o título brasileiro deixa claro isso), daquelas cheias de percalços, mas destinada a ter um final feliz, bem ao gosto do grande público. Não é ruim, mas fica longe de empolgar. Phoenix e Witherspoon estão realmente bem, muito à vontade com seus personagens. No entanto, acho exagerados os altos elogios às atuações deles. Estão corretos e ponto. O coadjuvante Robert Patrick (que faz o pai de Cash), esse sim, merece destaque.

6 comentários:

Wallace Andrioli Guedes disse...

Eu já gostei bastante do filme. Acho que o Phoenix tá impressionante, ele tem o mesmo olhar do Cash ! E a Witherspoon tá muito bem também. Escrevi sobre ele lá no blog. Passa lá ...

Anônimo disse...

Acredita que eu ouvia Cash, nos anos 70? Abs

Guiu

Gabriel Carneiro disse...

Eu gostei bastante do filme. Phoenix me impressionou bastante. Acho que ser um grande fã de Cash que me fez gostar tanto do filme.

Ícaro disse...

Wallace, como escrevi, achei bem "mais ou menos". Não entendo o porquê do filme estar sendo tão badalado assim. Nada de novo, clichê do início ao fim. Abração.

Guiu, se você diz, claro que eu acredito :P Quanto a mim, não conheço nada de Cash - a não ser o que ouvi no filme. Abração.

Gabriel, nem Phoenix salvou o filme para mim. E você tem razão: talvez se eu também fosse fã de Cash tivesse achado o filme melhor. Mas isso significa que o filme não se salva por si? Abração.

Gabriel Carneiro disse...

Eu acho que o filme se salva por si, é um bom filme. Mas não sei se eu gostaria tanto, talvez eu gostasse como gostei de 2 Filhos de Francisco.

Demas disse...

Beleza, Gabriel. Então, acho que gostei como aconteceu com "2 filhos de Francisco". Abração.